Retirado do site do ABONG.
Notícias
A Organização para Educação, Ciência e Cultura das Nações Unidas (UNESCO) lança o publicação "Educação: um tesouro a descobrir", que traz destaques da publicação do Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, editado originalmente em 1996. Essa publicação fornece as principais pistas e recomendações do Relatório original para o delineamento de uma nova concepção pedagógica para o século XXI.
Título original: Learning: the treasure within; report to UNESCO of the International Commission on Education for the Twenty-first Century (highlights)
Brasília: UNESCO, Faber-Castell, 2010. 46 p.
Download gratuito:
Versão em português (PDF, 392 Kb)
Publicado também em outras línguas (link para a UNESDOC)
Veja como adquirir a versão em português.
O “griot” em tradições orais de vários povos africanos é um dos símbolos representativos dos narradores, dos que contam contos, cantam décimas, sábios, avós, mães e todos personagens cênicos ou não, que, em muitas sociedades, são depositários de histórias, de testemunhos ou de tradições que ele conta.
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domingo, 19 de setembro de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
A MÍDIA E O "NOVO ANALFABETISMO"
Retirado do site Observatório da Imprensa.
Imprensa em Questão
INFORMAÇÃO & DESINFORMAÇÃO
Por Venício A. de Lima em 24/8/2010
Faz tempo que os estudiosos chamam a atenção para o problema do excesso de informação nas sociedades contemporâneas. Em precioso artigo intitulado "O novo analfabetismo", publicado no Jornal do Brasil, há exatos seis anos, Emir Sader lembrava que:
Já tive a oportunidade de argumentar neste OI que informação não é conhecimento e que o excesso de informação passou a ser sinônimo de desinformação [cf. "Internet, informação e conhecimento" in OI nº. 297 de 5/10/2004]. Além disso, o principal problema provocado pelo excesso de informação tem sido identificado como a incapacidade do cidadão comum de "compreensão da realidade como uma totalidade".
Há, todavia, outro aspecto pouco lembrado: a informação que está disponível "em excesso" nem sempre é aquela que permite a "compreensão da realidade como uma totalidade". Ou ainda: não é nem mesmo a informação correta sobre fatos e dados de grande interesse público.
Presidente muçulmano em país antimuçulmano?
Parte dos resultados de uma pesquisa nacional realizada nos Estados Unidos pelo conceituado Pew Research Center, agora divulgados, dramatiza essa nova realidade.
Imprensa em Questão
INFORMAÇÃO & DESINFORMAÇÃO
Por Venício A. de Lima em 24/8/2010
Faz tempo que os estudiosos chamam a atenção para o problema do excesso de informação nas sociedades contemporâneas. Em precioso artigo intitulado "O novo analfabetismo", publicado no Jornal do Brasil, há exatos seis anos, Emir Sader lembrava que:
"Até um certo momento, a capacidade de compreensão do mundo, e de nós dentro do mundo, esbarrava na falta de informações. Mais recentemente, passamos a sofrer o fenômeno oposto: excesso de informações. Nos dois casos, o que sofre é a capacidade de compreensão, de apreensão dos fenômenos que nos rodeiam, que produzem e reproduzem o mundo tal qual é e nós dentro dele. (...) A informação contemporânea, massificada, fragmentada, atenta contra a capacidade de compreensão da realidade como uma totalidade. Os noticiários de televisão enunciam uma enorme quantidade de informação, sem capacitar para sua compreensão, com um ritmo e uma velocidade que impedem sua assimilação e o questionamento do sentido proposto" (íntegra aqui).
Já tive a oportunidade de argumentar neste OI que informação não é conhecimento e que o excesso de informação passou a ser sinônimo de desinformação [cf. "Internet, informação e conhecimento" in OI nº. 297 de 5/10/2004]. Além disso, o principal problema provocado pelo excesso de informação tem sido identificado como a incapacidade do cidadão comum de "compreensão da realidade como uma totalidade".
Há, todavia, outro aspecto pouco lembrado: a informação que está disponível "em excesso" nem sempre é aquela que permite a "compreensão da realidade como uma totalidade". Ou ainda: não é nem mesmo a informação correta sobre fatos e dados de grande interesse público.
Presidente muçulmano em país antimuçulmano?
Parte dos resultados de uma pesquisa nacional realizada nos Estados Unidos pelo conceituado Pew Research Center, agora divulgados, dramatiza essa nova realidade.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
OS MITOS DA NOVA TECNOLOGIA
Retirado do site Observatório da Imprensa.
Terça-feira, 24 de agosto de 2010
Ano 15 - nº 603 - 17/8/2010
E-Notícias
REDES SOCIAIS
Os mitos da nova tecnologia
Por Gustavo Schor em 17/8/2010
Reproduzido do Correio Braziliense, 13/8/2010
Redes sociais não existem. Ou, melhor, existem desde sempre. Pelo menos desde que os primeiros australopitecos estabeleceram relações afetivas e conseguiram demonstrar isso de maneira objetiva, segundo códigos que puderam ser apreendidos pelo grupo e reproduzidos sistematicamente.
O que não há é o advento da rede social enquanto decorrência do avanço tecnológico, das plataformas de troca de dados por meio dos sistemas digitais online. Essa definição, que internacionalmente consagrou o fenômeno dos espaços virtuais agregadores de pessoas (ou perfis) e que proporcionam a interação remota entre elas, é nada mais do que o exercício da capacidade humana do relacionamento, só que agora em um novo terreno midiático.
Claro que o Twitter, o Facebook, o Orkut e similares só foram possíveis por conta do amadurecimento tecnológico dos meios de comunicação. Mas o fato é que esse avanço configurado no aumento do espectro de possibilidades gerado pela internet não é um acontecimento social – no sentido de exprimir o significado sociológico de relacionamento –, mas simplesmente um amplificador de uma característica inerente aos seres humanos: comunicar e estabelecer relações de reciprocidade entre si e com as coisas do mundo.
Terça-feira, 24 de agosto de 2010
Ano 15 - nº 603 - 17/8/2010
E-Notícias
REDES SOCIAIS
Os mitos da nova tecnologia
Por Gustavo Schor em 17/8/2010
Reproduzido do Correio Braziliense, 13/8/2010
Redes sociais não existem. Ou, melhor, existem desde sempre. Pelo menos desde que os primeiros australopitecos estabeleceram relações afetivas e conseguiram demonstrar isso de maneira objetiva, segundo códigos que puderam ser apreendidos pelo grupo e reproduzidos sistematicamente.
O que não há é o advento da rede social enquanto decorrência do avanço tecnológico, das plataformas de troca de dados por meio dos sistemas digitais online. Essa definição, que internacionalmente consagrou o fenômeno dos espaços virtuais agregadores de pessoas (ou perfis) e que proporcionam a interação remota entre elas, é nada mais do que o exercício da capacidade humana do relacionamento, só que agora em um novo terreno midiático.
Claro que o Twitter, o Facebook, o Orkut e similares só foram possíveis por conta do amadurecimento tecnológico dos meios de comunicação. Mas o fato é que esse avanço configurado no aumento do espectro de possibilidades gerado pela internet não é um acontecimento social – no sentido de exprimir o significado sociológico de relacionamento –, mas simplesmente um amplificador de uma característica inerente aos seres humanos: comunicar e estabelecer relações de reciprocidade entre si e com as coisas do mundo.
domingo, 22 de agosto de 2010
O QUE PODE E O QUE NÃO PODE
Retirado do Blog do jornal Estado de São Paulo.
A caça continua ao compartilhamento de arquivos.
Quando foi instituída, porém, a lei previa revisões a cada três anos, e a que foi feita na semana passada surpreendeu a todos por torná-la bem mais flexível. Será que até as regras norte-americanas se tornariam mais permissivas com a web? Com a mudança, não é mais ilegal fazer o desbloqueio do seu iPhone para fugir do ambiente controlado pela Apple, nem quebrar a proteção contra cópias de DVDs ou games, em alguns casos. Da mesma forma, não é mais proibido instalar programas que permitam que você use seu celular com uma operadora diferente ou usar pedaços de outras obras para fazer remixes. Notórios desequilíbrios foram corrigidos. Não era permitido, até então, que cegos usassem a leitura em voz alta de e-books em aparelhos como o Kindle.
Foi considerado um grande avanço por muitos. Mas, para Samuel Barichello, coordenador-geral de regulação em direitos autorais do Ministério da Cultura (MinC), essas mudanças todas não passam de um mero retorno ao conceito de ‘uso justo’ que se tinha antes da internet e das tentativas de repressão a ela. “Se faz um ato que não significa trazer algum prejuízo para o autor, o cidadão pode usar a obra como quiser. Isso é um uso justo”, explica. Pouco a pouco, o que já valia para o offline também passa a valer para o online.
A caça continua ao compartilhamento de arquivos.
1 de agosto de 2010
Por Rafael Cabral
Quando surgiu, em 1998, a lei de direitos autorais norte-americana Digital Millenium Copyright Act (DMCA) era uma tentativa legal de tentar barrar o compartilhamento ilegal de arquivos que crescia com a internet. Com o tempo, a legislação foi se tornando cada vez mais dura. Permitia, por exemplo, que a indústria tentasse reaver o controle de filmes, músicas e softwares com travas digitais, criminalizando todo aquele que tentasse se livrar delas. A Eletronic Frontier Foundation, uma das principais organizações de defesa dos internautas, chegou a afirmar que as regras impediam a livre expressão e a inovação no meio digital.
Quando foi instituída, porém, a lei previa revisões a cada três anos, e a que foi feita na semana passada surpreendeu a todos por torná-la bem mais flexível. Será que até as regras norte-americanas se tornariam mais permissivas com a web? Com a mudança, não é mais ilegal fazer o desbloqueio do seu iPhone para fugir do ambiente controlado pela Apple, nem quebrar a proteção contra cópias de DVDs ou games, em alguns casos. Da mesma forma, não é mais proibido instalar programas que permitam que você use seu celular com uma operadora diferente ou usar pedaços de outras obras para fazer remixes. Notórios desequilíbrios foram corrigidos. Não era permitido, até então, que cegos usassem a leitura em voz alta de e-books em aparelhos como o Kindle.
Foi considerado um grande avanço por muitos. Mas, para Samuel Barichello, coordenador-geral de regulação em direitos autorais do Ministério da Cultura (MinC), essas mudanças todas não passam de um mero retorno ao conceito de ‘uso justo’ que se tinha antes da internet e das tentativas de repressão a ela. “Se faz um ato que não significa trazer algum prejuízo para o autor, o cidadão pode usar a obra como quiser. Isso é um uso justo”, explica. Pouco a pouco, o que já valia para o offline também passa a valer para o online.
Segundo ele, a revisão da Lei de Direitos Autorais (LDA) brasileira (lei 9.610, de 1998), proposta pelo MinC, já nasceria mais moderna, montando regras que poderiam valer para os dois ambientes. “A nossa ideia é que a lei possa valer na internet e fora dela. Nos Estados Unidos, eles tentaram criar normas específicas para a web. Podemos ver, com todas essas revisões, que eles não cumpriram o que desejavam”, diz.
REVISTA MONTAGEM, MANUTENÇÃO E INSTALAÇÃO DE COMPUTADORES
Retirado do blog Dê graça é mais gostoso.
Você não precisa mais ser técnico para montar seu próprio computador. Acompanhando o crescimento do mercado de informática, a Editora Escala lança este guia que, com uma linguagem simples, ensina passo-a-passo como é feita a montagem de um PC.
Além da estrutura física, abordamos também as etapas de configuração e orientações para torná-lo mais seguro. Confira ainda uma seleção de produtos disponíveis no mercado, desde as máquinas completas até o mais simples periférico.
Autor: Cinthia Ceribelli
Lancamento: 2008
Tamanho: 42.5 Mb
Formato: Zip / Pdf
Idioma: Português
Lancamento: 2008
Tamanho: 42.5 Mb
Formato: Zip / Pdf
Idioma: Português
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
IPEA LANÇA SOFTWARE GRATUITO DE ANÁLISES ESTATÍSTICAS
Retirado do site do IPEA.
11/08/2010
Ferramenta IpeaGEO permite visualizar dados em seu contexto geográfico e está disponível para download
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou nesta quarta-feira, 18 de agosto, o software IpeaGEO, ferramenta de análises estatísticas com foco na análise espacial. O programa permite ao usuário ordenar e visualizar dados em seu contexto geográfico, seja por região, estado, município, ou área do mapa. O lançamento ocorreu às 14h e teve transmissão ao vivo pelo sítío do Ipea.
O programa, gratuito, foi criado pela Assessoria de Métodos Quantitativos da Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais (Dirur). A ideia é fornecer uma alternativa a softwares já existentes no mercado. Além de ser livre (o programa está disponível para download no sítio do Ipea, pelo www.ipea.gov.br/ipeageo ), o IpeaGEO apresenta como diferenciais a inclusão de técnicas espaciais inéditas e o foco no território nacional.
Assim como ocorre em outros programas que possuem a mesma finalidade, no IpeaGEO o usuário seleciona uma malha e a combina com os dados de seu interesse. Uma das malhas disponíveis é a de municípios do Brasil, que pode ser combinada com uma base de dados que incorpora mais de mil variáveis.
Entre as variáveis trazidas pelo IpeaGEO estão estimativa populacional, área da unidade territorial, população e domicílios, censo agropecuário, Produto Interno Bruto, informações de saúde e educação, estatísticas do registro civil, representação política, estatísticas do cadastro central de empresas, instituições financeiras, finanças públicas, frota, pobreza e desigualdade.
O lançamento ocorreu no auditório do Ipea em Brasília (SBS, Quadra 1, Bloco J, Edifício BNDES/Ipea, subsolo). A apresentação foi feita pelo presidente do Instituto, Marcio Pochmann; pela diretora da Dirur, Liana Carleial; pelo coordenador da Assessoria de Métodos Quantitativos, Waldery Rodrigues Junior; e pelo bolsista Pedro Albuquerque. O mediador foi o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea Alexandre Ywata.
Veja os gráficos apresentados por Pedro Albuquerque
Veja os gráficos apresentados por Waldery Rodrigues Júnior
Veja os gráficos apresentados por Alexandre Ywata
11/08/2010
Ferramenta IpeaGEO permite visualizar dados em seu contexto geográfico e está disponível para download
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou nesta quarta-feira, 18 de agosto, o software IpeaGEO, ferramenta de análises estatísticas com foco na análise espacial. O programa permite ao usuário ordenar e visualizar dados em seu contexto geográfico, seja por região, estado, município, ou área do mapa. O lançamento ocorreu às 14h e teve transmissão ao vivo pelo sítío do Ipea.
O programa, gratuito, foi criado pela Assessoria de Métodos Quantitativos da Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais (Dirur). A ideia é fornecer uma alternativa a softwares já existentes no mercado. Além de ser livre (o programa está disponível para download no sítio do Ipea, pelo www.ipea.gov.br/ipeageo ), o IpeaGEO apresenta como diferenciais a inclusão de técnicas espaciais inéditas e o foco no território nacional.
Assim como ocorre em outros programas que possuem a mesma finalidade, no IpeaGEO o usuário seleciona uma malha e a combina com os dados de seu interesse. Uma das malhas disponíveis é a de municípios do Brasil, que pode ser combinada com uma base de dados que incorpora mais de mil variáveis.
Entre as variáveis trazidas pelo IpeaGEO estão estimativa populacional, área da unidade territorial, população e domicílios, censo agropecuário, Produto Interno Bruto, informações de saúde e educação, estatísticas do registro civil, representação política, estatísticas do cadastro central de empresas, instituições financeiras, finanças públicas, frota, pobreza e desigualdade.
O lançamento ocorreu no auditório do Ipea em Brasília (SBS, Quadra 1, Bloco J, Edifício BNDES/Ipea, subsolo). A apresentação foi feita pelo presidente do Instituto, Marcio Pochmann; pela diretora da Dirur, Liana Carleial; pelo coordenador da Assessoria de Métodos Quantitativos, Waldery Rodrigues Junior; e pelo bolsista Pedro Albuquerque. O mediador foi o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea Alexandre Ywata.
Veja os gráficos apresentados por Pedro Albuquerque
Veja os gráficos apresentados por Waldery Rodrigues Júnior
Veja os gráficos apresentados por Alexandre Ywata
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
DOCUMENTÁRIO REVELA DE MÃES DE VÍTIMAS DE CHACINAS DO RIO
Retirado do site da ABONG.
Notícias
Com uma câmera na mão, mulheres revelam que por trás das belezas naturais do Rio de Janeiro se esconde a dor de quem perdeu seus filhos para aqueles que, por ironia, deveriam proteger a segurança da população. Dar visibilidade para essas mães é a proposta do documentário "Luto como mãe", do cineasta Luis Carlos Nascimento, que estreia no próximo dia 20 de agosto no Rio de Janeiro.
O longa retrata chacinas cometidas por policiais repercutidas em todo o país e nomeadas como as "Mães de Acari", "Chacina da Candelária", "Chacina da Baixada" e outras tão importante quanto essas. Durante quatro anos, Luis Carlos Nascimento acompanhou de perto junto com uma equipe de cinema o drama dessas mães, desde a coleta de depoimentos até os desdobramentos dos casos perante a justiça. Com uma "hand cam" nas mãos, as mães documentaram suas passeatas, mobilizações, comemorações familiares e ainda realizaram entrevistas com maridos e familiares contribuindo para a inovação no processo de construção da narrativa do documentário. "Ignora-se que, para cada marido, cada filho, cada homem morto, existe sempre uma mulher por trás", lembra Luis Nascimento no filme.
A visibilidade dessas mortes é passageira, dura enquanto a notícia durar. Seus rostos aparecem nas capas dos jornais, noticiários de TV sempre com uma lágrima demonstrando toda a sua dor. Mas tudo isso é momentâneo, no dia seguinte ninguém lembra mais do fato ocorrido e não sabemos o que essas mães fazem no dia a dia de suas lutas após o momento do luto. É sobre esse rito de passagem do Luto à luta que em 70 min o documentário "Luto como Mãe" vai mostrar com cenas emocionantes e envolventes essas mulheres de força, persistência, vontade de justiça e de mudança.
Notícias
Com uma câmera na mão, mulheres revelam que por trás das belezas naturais do Rio de Janeiro se esconde a dor de quem perdeu seus filhos para aqueles que, por ironia, deveriam proteger a segurança da população. Dar visibilidade para essas mães é a proposta do documentário "Luto como mãe", do cineasta Luis Carlos Nascimento, que estreia no próximo dia 20 de agosto no Rio de Janeiro.
O longa retrata chacinas cometidas por policiais repercutidas em todo o país e nomeadas como as "Mães de Acari", "Chacina da Candelária", "Chacina da Baixada" e outras tão importante quanto essas. Durante quatro anos, Luis Carlos Nascimento acompanhou de perto junto com uma equipe de cinema o drama dessas mães, desde a coleta de depoimentos até os desdobramentos dos casos perante a justiça. Com uma "hand cam" nas mãos, as mães documentaram suas passeatas, mobilizações, comemorações familiares e ainda realizaram entrevistas com maridos e familiares contribuindo para a inovação no processo de construção da narrativa do documentário. "Ignora-se que, para cada marido, cada filho, cada homem morto, existe sempre uma mulher por trás", lembra Luis Nascimento no filme.
A visibilidade dessas mortes é passageira, dura enquanto a notícia durar. Seus rostos aparecem nas capas dos jornais, noticiários de TV sempre com uma lágrima demonstrando toda a sua dor. Mas tudo isso é momentâneo, no dia seguinte ninguém lembra mais do fato ocorrido e não sabemos o que essas mães fazem no dia a dia de suas lutas após o momento do luto. É sobre esse rito de passagem do Luto à luta que em 70 min o documentário "Luto como Mãe" vai mostrar com cenas emocionantes e envolventes essas mulheres de força, persistência, vontade de justiça e de mudança.
NOVO INDICADOR DO RDH RETRATA VIVÊNCIAS NO TRABALHO, NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE
Retirado do site da PNUD.
Brasília, 10/08/2010
IVH (Índice de Valores Humanos), calculado para o Brasil e as cinco regiões do país, é inédito no mundo e tem escala igual à do IDH
Leia o estudo
Versão inicial do RDH Brasil 2009/2010
Leia também
Tire suas dúvidas sobre o IVH
Políticas de valor têm de incluir cidadão
Saiba mais
Educação é o que mais preocupa o Brasil
Para brasileiros, país carece de 'valores'
Violência cresce, dizem 90% dos brasileiros
da PrimaPagina
Foi divulgado nesta terça-feira um indicador inédito no mundo, o IVH (Índice de Valores Humanos), que retrata as vivências dos brasileiros nas áreas de saúde, educação e trabalho. Ele faz parte da versão inicial do terceiro caderno do Relatório de Desenvolvimento Humano Brasil 2009/2010.
O IVH indica o grau de respeito a valores nas áreas de saúde, conhecimento e padrão de vida — as mesmas categorias levadas em conta no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), criado em 1990 e calculado para mais de 180 países. Assim como o indicador divulgado anualmente pelo PNUD, ele varia de 0 a 1 (quanto mais próximo de 1, maior).
“O novo índice busca dar materialidade à discussão sobre a importância dos valores para o desenvolvimento humano”, afirma o coordenador do RDH Brasil 2009/2010, Flávio Comim. “O IDH concentra-se nos resultados. O IVH desloca a atenção para os processos que levam a um pior ou melhor desenvolvimento humano. Os dois índices são complementares”, acrescenta.
Os dados foram coletados em pesquisa feita no início deste ano com parceria do Instituto Paulo Montenegro, ligado ao Ibope, com 2.002 entrevistados em 148 municípios de 24 unidades da Federação. Os valores abordados estão entre os destacados na pesquisa Perfil dos Valores dos Brasileiros, que fez parte do segundo caderno do relatório: respeito, liberdade, reciprocidade e convivência.
A elaboração do IVH partiu do conceito de que os valores são formados a partir das experiências das pessoas — por isso, o índice capta a percepção dos indivíduos sobre situações vivenciadas no dia a dia.
Brasília, 10/08/2010
IVH (Índice de Valores Humanos), calculado para o Brasil e as cinco regiões do país, é inédito no mundo e tem escala igual à do IDH
Leia o estudo
Versão inicial do RDH Brasil 2009/2010
Leia também
Tire suas dúvidas sobre o IVH
Políticas de valor têm de incluir cidadão
Saiba mais
Educação é o que mais preocupa o Brasil
Para brasileiros, país carece de 'valores'
Violência cresce, dizem 90% dos brasileiros
da PrimaPagina
Foi divulgado nesta terça-feira um indicador inédito no mundo, o IVH (Índice de Valores Humanos), que retrata as vivências dos brasileiros nas áreas de saúde, educação e trabalho. Ele faz parte da versão inicial do terceiro caderno do Relatório de Desenvolvimento Humano Brasil 2009/2010.
O IVH indica o grau de respeito a valores nas áreas de saúde, conhecimento e padrão de vida — as mesmas categorias levadas em conta no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), criado em 1990 e calculado para mais de 180 países. Assim como o indicador divulgado anualmente pelo PNUD, ele varia de 0 a 1 (quanto mais próximo de 1, maior).
“O novo índice busca dar materialidade à discussão sobre a importância dos valores para o desenvolvimento humano”, afirma o coordenador do RDH Brasil 2009/2010, Flávio Comim. “O IDH concentra-se nos resultados. O IVH desloca a atenção para os processos que levam a um pior ou melhor desenvolvimento humano. Os dois índices são complementares”, acrescenta.
Os dados foram coletados em pesquisa feita no início deste ano com parceria do Instituto Paulo Montenegro, ligado ao Ibope, com 2.002 entrevistados em 148 municípios de 24 unidades da Federação. Os valores abordados estão entre os destacados na pesquisa Perfil dos Valores dos Brasileiros, que fez parte do segundo caderno do relatório: respeito, liberdade, reciprocidade e convivência.
A elaboração do IVH partiu do conceito de que os valores são formados a partir das experiências das pessoas — por isso, o índice capta a percepção dos indivíduos sobre situações vivenciadas no dia a dia.
domingo, 8 de agosto de 2010
MAPA DA VIOLÊNCIA NO BASIL: MEIO MILHÃO DE HOMICÍDIOS EM UMA DÉCADA
ESPECIAL
29/07/2010
29/07/2010
Realizado pelo Instituto Sangari, o Mapa da Violência 2010: Anatomia dos Homicídios no Brasil comprovou queda no índice de assassinatos entre 1997 e 2007. Ainda assim, mais de 500 mil pessoas foram vítimas desse tipo de crime no país na década analisada. O que mais preocupa, segunda alerta o estudo, é a crescente incidência de mortes violentas entre jovens de 15 a 24 anos. Em 2007, apenas 18,6% da população brasileira situava-se nessa faixa etária, que, em contrapartida, concentrou 36,6% dos homicídios registrados naquele ano. O Brasil é o sexto país no ranking mundial de assassinatos de jovens.
Se a taxa de homicídios entre os não-jovens apresentou uma tendência de declínio entre 1980 e 2007, passando de 21,1 para 19,8 em cada 100 mil habitantes, movimento contrário foi observado entre a juventude. O índice de assassinatos entre a população de 15 a 24 anos, que era de 30 em cada 100 mil jovens, em 1980, saltou para 50,1 em 2007 (veja no gráfico).
E o que estaria por trás do crescimento das mortes violentas entre os jovens? Segundo o Mapa da Violência 2010, quase metade dos homicídios está relacionada à concentração de renda. E são justamente os jovens os mais afetados pelos efeitos perversos desse indicador. Mais do que a pobreza absoluta ou generalizada, o estudo adverte que é a pobreza dentro da riqueza que mais influencia os níveis de homicídio de um país.
Negros e interiorização da violência
Não bastasse a fragilidade juvenil evidenciada por esses dados da violência letal no país, a edição 2010 do Mapa da Violência trouxe uma triste novidade: o avanço das mortes violentas sobre a população negra. Enquanto se constatou a redução de 18.852 para 14.308 (queda de 24,1%) dos homicídios entre os brancos no período de 2002 a 2007, o inverso ocorreu entre os brasileiros negros, faixa populacional onde o número de vítimas subiu de 26.915 para 30.193 (crescimento de 12,2%) nestes cinco anos.
"Em 2002, considerando as magnitudes populacionais, morriam proporcionalmente 45,8% mais negros que brancos. Em 2004 essa proporção eleva-se para 73,1%, para, em 2007, chegar à casa de 107,6%. Assim, proporcionalmente, em 2007 morre mais que o dobro de negros do que brancos, numa escalada que tem graves e preocupantes significações", detalha o estudo, comandado pelo sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz.
A distribuição espacial desses homicídios também experimentou mudanças ao longo da década descrita. De acordo com essa última edição do estudo, as taxas de assassinatos nas capitais caíram de 45,7 por 100 mil habitantes, em 1997, para 36,6 em 2007. Em compensação, no mesmo período, as ocorrências em municípios do interior subiram de 13,5 para 18,5. Descrito como "interiorização da violência", o fenômeno não significa que os registros de homicídios no interior dos estados são maiores que os dos grandes centros urbanos. Demonstra, entretanto, um movimento de expansão naquelas localidades.
A distribuição espacial desses homicídios também experimentou mudanças ao longo da década descrita. De acordo com essa última edição do estudo, as taxas de assassinatos nas capitais caíram de 45,7 por 100 mil habitantes, em 1997, para 36,6 em 2007. Em compensação, no mesmo período, as ocorrências em municípios do interior subiram de 13,5 para 18,5. Descrito como "interiorização da violência", o fenômeno não significa que os registros de homicídios no interior dos estados são maiores que os dos grandes centros urbanos. Demonstra, entretanto, um movimento de expansão naquelas localidades.
O estudo observa ainda que esses elevados níveis de violência homicida colocaram o Brasil bem à frente de países que enfrentaram conflitos armados na década 1997/2007. O Mapa da Violência 2010 rebate a tese da violência juvenil como fenômeno mundial, atestando que os índices de vitimização juvenil no Brasil são "anormalmente" elevados dentro do contexto internacional.
"Morrem, aqui, por homicídio, proporcionalmente, 2,6 jovens para cada não-jovem, índice pouco comum no mundo. Metade dos 79 países analisados não parece apresentar tais problemas de violência em sua juventude: ou porque morre, proporcionalmente, a mesma quantidade de jovens que não-jovens, ou porque morrem menos jovens que pessoas fora dessa faixa etária", relata o estudo.
Esse cenário levaria a crer que, longe de ser um fenômeno universal, a violência homicida juvenil tem, na verdade, um viés social e cultural.
Simone Franco / Agência Senadoterça-feira, 3 de agosto de 2010
NA ERA DAS NOTÍCIAS ONLINE, JORNALISTAS ESTÃO SOFRENDO EXAUSTÃO
Retirado do site Jornalismo nas Americas.
Blog de Notícias
O New York Times observa esta semana que os jornalistas estão sofrendo cada vez mais cedo de fadiga e exaustão. Enquanto nos jornais impressos a adrenalina se concentrava na hora do fechamento, os jovens repórteres das redações online produzem o dia inteiro numa velocidade frenética.
A matéria cita o exemplo do site Politico, muito influente na política de Washington: repórteres extenuados costumam encontrar e-mails enviados de madrugada pelos seus chefes, reclamando de matérias que saíram só na concorrência. Novos tipos de cobrança aumentam a tensão.
Na redação da Gawker em Manhattan, uma televisão mostra as matérias mais lidas em tempo real, com o nome do autor e o número de vezes que a página foi acessada. O resultado desse ambiente é um alto índice de rotatividade em algumas redações.
Duy Linh Tu, coordenadora do programa de mídia digital da Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, afirmou ao NYT que está preocupada com o “burnout”: “Quando meus alunos aparecem para uma visita, eles carregam a exaustão de uma pessoa que vem trabalhando há uma década, não um par de anos.”
Talvez outro motivo da fadiga seja o tipo de notícias que muitos repórteres são obrigados a buscar para preencher as necessidades do ambiente digital. Ao invés de bater perna em busca de uma boa história, aponta o NYT, eles ficam na frente do computador procurando qualquer coisa que possa impressionar os algoritmos do Google e chamar a atenção do leitor.
Volta e meia, esse clima de descontentamento se reflete em sátiras na internet. A revista de humor americana The Onion publicou um texto ironizando, do ponto de vista de um repórter, a cobertura das novas ferramentas digitais. O título diz: “Novo site de rede social muda a forma em que Oh, Jesus, esquece – deixe alguém mais escrever sobre essa droga”. No blog “Salvar um Jornalista”, um ex-repórter espanhol criou depoimentos fictícios sobre os problemas nas redações e uma página de denúncias.
O site Editorsweblog argumenta que, se os jornais querem sobreviver, eles devem sim acompanhar o ritmo das notícias, mas também cuidar bem de seus funcionários. E cita uma pesquisa do Pew Research Center: 20% dos editores nos EUA acham que as redações estão pequenas demais para produzir além do mínimo necessário.
Outras notícias relacionadas:
» Jornalistas estão ficando exaustos com as exigências das novas tecnologias (Centro Knight)
» Analisando o site de notícias "Politico" no mundo do "jornalismo pós-impresso" (Centro Knight)
Publicado por Maira Magro at 07/22/2010
Blog de Notícias
O New York Times observa esta semana que os jornalistas estão sofrendo cada vez mais cedo de fadiga e exaustão. Enquanto nos jornais impressos a adrenalina se concentrava na hora do fechamento, os jovens repórteres das redações online produzem o dia inteiro numa velocidade frenética.
A matéria cita o exemplo do site Politico, muito influente na política de Washington: repórteres extenuados costumam encontrar e-mails enviados de madrugada pelos seus chefes, reclamando de matérias que saíram só na concorrência. Novos tipos de cobrança aumentam a tensão.
Na redação da Gawker em Manhattan, uma televisão mostra as matérias mais lidas em tempo real, com o nome do autor e o número de vezes que a página foi acessada. O resultado desse ambiente é um alto índice de rotatividade em algumas redações.
Duy Linh Tu, coordenadora do programa de mídia digital da Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, afirmou ao NYT que está preocupada com o “burnout”: “Quando meus alunos aparecem para uma visita, eles carregam a exaustão de uma pessoa que vem trabalhando há uma década, não um par de anos.”
Talvez outro motivo da fadiga seja o tipo de notícias que muitos repórteres são obrigados a buscar para preencher as necessidades do ambiente digital. Ao invés de bater perna em busca de uma boa história, aponta o NYT, eles ficam na frente do computador procurando qualquer coisa que possa impressionar os algoritmos do Google e chamar a atenção do leitor.
Volta e meia, esse clima de descontentamento se reflete em sátiras na internet. A revista de humor americana The Onion publicou um texto ironizando, do ponto de vista de um repórter, a cobertura das novas ferramentas digitais. O título diz: “Novo site de rede social muda a forma em que Oh, Jesus, esquece – deixe alguém mais escrever sobre essa droga”. No blog “Salvar um Jornalista”, um ex-repórter espanhol criou depoimentos fictícios sobre os problemas nas redações e uma página de denúncias.
O site Editorsweblog argumenta que, se os jornais querem sobreviver, eles devem sim acompanhar o ritmo das notícias, mas também cuidar bem de seus funcionários. E cita uma pesquisa do Pew Research Center: 20% dos editores nos EUA acham que as redações estão pequenas demais para produzir além do mínimo necessário.
Outras notícias relacionadas:
» Jornalistas estão ficando exaustos com as exigências das novas tecnologias (Centro Knight)
» Analisando o site de notícias "Politico" no mundo do "jornalismo pós-impresso" (Centro Knight)
Publicado por Maira Magro at 07/22/2010
sábado, 31 de julho de 2010
WIKILEAKS VAZA HISTÓRIAS ESCABROSAS
Retirado do site Observatória da Imprensa.
A GUERRA POR DENTRO
Por Leticia Nunes (edição e tradução) em 27/7/2010
A organização online WikiLeaks tem como objetivo divulgar documentos secretos de governos e corporações para revelar comportamentos antiéticos. Desde que foi fundada, em dezembro de 2006, a organização já vazou, entre outros documentos, um memorando sobre o despejo de lixo tóxico na costa africana e um manual do Exército americano sobre as operações na prisão da Baía de Guantánamo.
O site costuma ser criticado por membros do Exército americano, que afirmam que a divulgação de documentos sigilosos põe em risco operações militares, e também por defensores do governo, que alegam que a organização prejudica o direito à privacidade de outros em favor de sua auto-promoção. Steven Aftergood, especialista em sigilo governamental na Federação de Cientistas Americanos, acusa a WikiLeaks de "vandalismo da informação". Para ele, o site deve ser considerado um "inimigo da sociedade livre porque não respeita as leis ou honra os direitos dos cidadãos".
Afeganistão
No último domingo [25/7], a WikiLeaks fez o maior "vazamento" de sua história: postou em seu site mais de 92 mil relatórios militares confidenciais sobre a guerra do Afeganistão. Em entrevista ao New York Times, o fundador da organização, Julian Assange, afirmou que os documentos revelam um nível mais amplo e denso de violência no Afeganistão do que já foi divulgado pelos militares ou reportado pela mídia. "Eles mostram não apenas incidentes graves como também a sordidez da guerra, [com informações que vão] da morte de algumas crianças a grandes operações que matam centenas de pessoas", resume. Segundo Assange, cerca de 15 mil documentos não entraram no relatório por conta de questões de segurança e passariam por nova avaliação.
A organização funciona com menos de dez voluntários trabalhando em tempo integral, mas conta com uma rede de cerca de 900 colaboradores. O site é operado de servidores em diversos países, entre eles Bélgica e Suécia, onde as leis oferecem mais proteção aos vazamentos. O mote da WikiLeaks é a busca pela transparência com o objetivo de reduzir a corrupção, melhorar a atuação dos governos e fortalecer a democracia. Com informações do New York Times [25/7/10] e do Guardian [26/7/10].
Leia também
Projetos na Web ganham visibilidade na investigação de documentos secretos – Carlos Castilho
A GUERRA POR DENTRO
Por Leticia Nunes (edição e tradução) em 27/7/2010
A organização online WikiLeaks tem como objetivo divulgar documentos secretos de governos e corporações para revelar comportamentos antiéticos. Desde que foi fundada, em dezembro de 2006, a organização já vazou, entre outros documentos, um memorando sobre o despejo de lixo tóxico na costa africana e um manual do Exército americano sobre as operações na prisão da Baía de Guantánamo.
O site costuma ser criticado por membros do Exército americano, que afirmam que a divulgação de documentos sigilosos põe em risco operações militares, e também por defensores do governo, que alegam que a organização prejudica o direito à privacidade de outros em favor de sua auto-promoção. Steven Aftergood, especialista em sigilo governamental na Federação de Cientistas Americanos, acusa a WikiLeaks de "vandalismo da informação". Para ele, o site deve ser considerado um "inimigo da sociedade livre porque não respeita as leis ou honra os direitos dos cidadãos".
Afeganistão
No último domingo [25/7], a WikiLeaks fez o maior "vazamento" de sua história: postou em seu site mais de 92 mil relatórios militares confidenciais sobre a guerra do Afeganistão. Em entrevista ao New York Times, o fundador da organização, Julian Assange, afirmou que os documentos revelam um nível mais amplo e denso de violência no Afeganistão do que já foi divulgado pelos militares ou reportado pela mídia. "Eles mostram não apenas incidentes graves como também a sordidez da guerra, [com informações que vão] da morte de algumas crianças a grandes operações que matam centenas de pessoas", resume. Segundo Assange, cerca de 15 mil documentos não entraram no relatório por conta de questões de segurança e passariam por nova avaliação.
A organização funciona com menos de dez voluntários trabalhando em tempo integral, mas conta com uma rede de cerca de 900 colaboradores. O site é operado de servidores em diversos países, entre eles Bélgica e Suécia, onde as leis oferecem mais proteção aos vazamentos. O mote da WikiLeaks é a busca pela transparência com o objetivo de reduzir a corrupção, melhorar a atuação dos governos e fortalecer a democracia. Com informações do New York Times [25/7/10] e do Guardian [26/7/10].
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quinta-feira, 29 de julho de 2010
GOVERNO AUTORIZA ACÚMULO DE BOLSA COM ATIVIDADE REMUNERADA
Retirado do blog InovaBrasil.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Portaria conjunta assinada pelo CNPq e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) permite aos bolsistas dessas agências matriculados em programas de pós-graduação no país receberem complementação financeira proveniente de outras fontes. O texto foi publicado na última sexta-feira (16), no Diário Oficial da União, e entrou em vigor na data de publicação.
Para receber a complementação financeira, o bolsista deverá obter autorização, concedida por seu orientador, registrada no Cadastro Discente da Capes. A portaria também estabelece que os bolsistas realizem atividades relacionadas à sua área de atuação e de interesse para sua formação acadêmica, científica e tecnológica.
A Portaria Nº. 1, disponível neste link, veta, entretanto, a acumulação de bolsas provenientes de agências públicas de fomento. Se comprovado desrespeito às condições estabelecidas na legislação, o beneficiado será obrigado a devolver os valores recebidos para as duas instituições.
Produtividade em Pesquisa
Também na sexta-feira foi publicada a Portaria Conjunta Nº. 2, que autoriza o recebimento da Bolsa de Produtividade em Pesquisa (PQ) ou de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora (DT) do CNPq, assim como dos recursos financeiros relativos ao Adicional de Bancada a elas vinculados, pelos bolsistas beneficiários destas modalidades que estejam participando do Programa de Professor Visitante Nacional Sênior (PVNS) da Capes.
O nível das bolsas e sua vigência ficam inalterados. Cabe ao interessado solicitar a renovação nos prazos regulares de acordo com o calendário do CNPq. O texto pode ser consultado na íntegra neste link. (Com informações do CNPq)
Fonte: Gestão CT
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Portaria conjunta assinada pelo CNPq e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) permite aos bolsistas dessas agências matriculados em programas de pós-graduação no país receberem complementação financeira proveniente de outras fontes. O texto foi publicado na última sexta-feira (16), no Diário Oficial da União, e entrou em vigor na data de publicação.
Para receber a complementação financeira, o bolsista deverá obter autorização, concedida por seu orientador, registrada no Cadastro Discente da Capes. A portaria também estabelece que os bolsistas realizem atividades relacionadas à sua área de atuação e de interesse para sua formação acadêmica, científica e tecnológica.
A Portaria Nº. 1, disponível neste link, veta, entretanto, a acumulação de bolsas provenientes de agências públicas de fomento. Se comprovado desrespeito às condições estabelecidas na legislação, o beneficiado será obrigado a devolver os valores recebidos para as duas instituições.
Produtividade em Pesquisa
Também na sexta-feira foi publicada a Portaria Conjunta Nº. 2, que autoriza o recebimento da Bolsa de Produtividade em Pesquisa (PQ) ou de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora (DT) do CNPq, assim como dos recursos financeiros relativos ao Adicional de Bancada a elas vinculados, pelos bolsistas beneficiários destas modalidades que estejam participando do Programa de Professor Visitante Nacional Sênior (PVNS) da Capes.
O nível das bolsas e sua vigência ficam inalterados. Cabe ao interessado solicitar a renovação nos prazos regulares de acordo com o calendário do CNPq. O texto pode ser consultado na íntegra neste link. (Com informações do CNPq)
Fonte: Gestão CT
quarta-feira, 21 de julho de 2010
SETE ESTADOS ATINGEM ODM CONTRA A POBREZA
Retirado do site do PNUD.
Reportagens
São Paulo, 12/07/2010
Ciclo de seminários regionais de acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio debate dados regionais de metas da ONU
Leia mais
Desigualdade entre negros e brancos cai na educação, mas com pouco impacto na renda
ODM: o que Brasil já fez e o que falta fazer
A 5 anos dos ODM, Brasil atinge duas metas
DANIELLE BRANT
da PrimaPagina
Das 27 unidades federativas brasileiras, sete conseguiram reduzir pelo menos à metade, entre 1991 e 2008, a proporção da população com renda familiar inferior a R$ 255 (meio salário mínimo), meta estabelecida pelo primeiro dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), cujos cumprimentos são previstos até 2015, revela o coordenador do Orbis (Observatório Regional Base de Indicadores de Sustentabilidade), Alby Rocha, que participou do 3º ciclo de Seminários Estaduais de Acompanhamento dos ODM, entre 23 de abril e 10 de junho.
Dos sete estados, seis ficam no eixo Sul-Sudeste: Santa Catarina lidera os avanços, com 67%, seguido de Paraná (60%), Rio Grande do Sul (54%), Minas Gerais (53%), Espírito Santo (51%) e Rio de Janeiro (50%). Goiás é o único de outra região a alcançar o objetivo 1, com progresso de 53%.
"Já São Paulo não avançou tão rapidamente", explica Rocha. A maior metrópole do país teve resultados bem inferiores: reduziu a pobreza em 30%. O estado possui 5,7 milhões de pobres, sendo que 1,63 milhão de pessoas possuem renda familiar mensal menor que R$ 127,5.
Se Santa Catarina foi o estado que apresentou melhor resultado, Roraima seguiu a direção inversa, com queda de apenas 4% no indicador de pobreza no período analisado. Em compensação, é o que apresenta o menor número de pobres no Brasil: 160 mil. Na região Norte, o Tocantins ficou perto de alcançar a meta, com avanço de 46% no objetivo 1.
Com exceção do Distrito Federal (25%), as outras três unidades federativas do Centro-Oeste fizeram progresso considerável. Goiás ultrapassou a meta, enquanto Mato Grosso (49%) e Mato Grosso do Sul (48%) quase chegaram lá. Por outro lado, o DF é quem possui menos pessoas sob a linha de pobreza na região, com 465 mil.
Já o Nordeste continua apresentando os menores avanços do país. O estado que mais se aproximou da meta 1 foi o Rio Grande do Norte (39%), enquanto o que ficou menos perto foi Alagoas. Em todas as unidades federativas nordestinas, cerca de metade da população se encontra abaixo da linha de pobreza, indicam os dados das sínteses estaduais da região, quando confrontados com estimativas populacionais do IBGE de 2007.
Ciclo de seminários estaduais
O 3º ciclo de seminários estaduais terminou no dia 10 de junho com quatro reuniões estaduais – em Curitiba, Natal, Vitória e Rio Branco. Cada unidade federativa abrigou uma edição do evento, durante as quais foram apresentados os dados contidos na respectiva síntese estadual.
Ao todo, sete mil pessoas participaram dos seminários. Para Maria Aparecida Zago Udenal, que faz a articulação do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade na Paraíba, o ciclo foi muito positivo. "Foi interessante para as pessoas poderem conhecer como estão os seus estados. O círculo de diálogos ajuda a engajar a sociedade no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio", afirma.
Os seminários também discutiram como trabalhar os ODM na gestão municipal e como a indústria e o setor privado podem atuar mediante seus projetos de responsabilidade social. Ao fim do terceiro ciclo, ficou definido que Curitiba abrigará um projeto-piloto de workshop, em 17 de agosto, que terá apoio do PNUD e buscará mostrar às indústrias paranaenses como elas podem ajudar a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
Já a coordenadora da unidade de planejamento do PNUD, Maria Celina Arraes, afirma que os seminários ajudam a enfrentar o desafio da municipalização dos ODMs, levando em consideração as diferenças locais para o cumprimento das metas.
Por sua vez, o assessor da Secretaria Geral da Presidência Davi Schmidt acredita que os núcleos estaduais de auxílio aos ODM, representados por movimentos como o Nós Podemos, saem fortalecidos com a iniciativa. Ele também elogiou a quantidade de informação disponível para planejar ações que ajudem a atingir os objetivos fixados pela ONU até 2015.
Reportagens
São Paulo, 12/07/2010
Ciclo de seminários regionais de acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio debate dados regionais de metas da ONU
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A 5 anos dos ODM, Brasil atinge duas metas
DANIELLE BRANT
da PrimaPagina
Das 27 unidades federativas brasileiras, sete conseguiram reduzir pelo menos à metade, entre 1991 e 2008, a proporção da população com renda familiar inferior a R$ 255 (meio salário mínimo), meta estabelecida pelo primeiro dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), cujos cumprimentos são previstos até 2015, revela o coordenador do Orbis (Observatório Regional Base de Indicadores de Sustentabilidade), Alby Rocha, que participou do 3º ciclo de Seminários Estaduais de Acompanhamento dos ODM, entre 23 de abril e 10 de junho.
Dos sete estados, seis ficam no eixo Sul-Sudeste: Santa Catarina lidera os avanços, com 67%, seguido de Paraná (60%), Rio Grande do Sul (54%), Minas Gerais (53%), Espírito Santo (51%) e Rio de Janeiro (50%). Goiás é o único de outra região a alcançar o objetivo 1, com progresso de 53%.
"Já São Paulo não avançou tão rapidamente", explica Rocha. A maior metrópole do país teve resultados bem inferiores: reduziu a pobreza em 30%. O estado possui 5,7 milhões de pobres, sendo que 1,63 milhão de pessoas possuem renda familiar mensal menor que R$ 127,5.
Se Santa Catarina foi o estado que apresentou melhor resultado, Roraima seguiu a direção inversa, com queda de apenas 4% no indicador de pobreza no período analisado. Em compensação, é o que apresenta o menor número de pobres no Brasil: 160 mil. Na região Norte, o Tocantins ficou perto de alcançar a meta, com avanço de 46% no objetivo 1.
Com exceção do Distrito Federal (25%), as outras três unidades federativas do Centro-Oeste fizeram progresso considerável. Goiás ultrapassou a meta, enquanto Mato Grosso (49%) e Mato Grosso do Sul (48%) quase chegaram lá. Por outro lado, o DF é quem possui menos pessoas sob a linha de pobreza na região, com 465 mil.
Já o Nordeste continua apresentando os menores avanços do país. O estado que mais se aproximou da meta 1 foi o Rio Grande do Norte (39%), enquanto o que ficou menos perto foi Alagoas. Em todas as unidades federativas nordestinas, cerca de metade da população se encontra abaixo da linha de pobreza, indicam os dados das sínteses estaduais da região, quando confrontados com estimativas populacionais do IBGE de 2007.
Ciclo de seminários estaduais
O 3º ciclo de seminários estaduais terminou no dia 10 de junho com quatro reuniões estaduais – em Curitiba, Natal, Vitória e Rio Branco. Cada unidade federativa abrigou uma edição do evento, durante as quais foram apresentados os dados contidos na respectiva síntese estadual.
Ao todo, sete mil pessoas participaram dos seminários. Para Maria Aparecida Zago Udenal, que faz a articulação do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade na Paraíba, o ciclo foi muito positivo. "Foi interessante para as pessoas poderem conhecer como estão os seus estados. O círculo de diálogos ajuda a engajar a sociedade no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio", afirma.
Os seminários também discutiram como trabalhar os ODM na gestão municipal e como a indústria e o setor privado podem atuar mediante seus projetos de responsabilidade social. Ao fim do terceiro ciclo, ficou definido que Curitiba abrigará um projeto-piloto de workshop, em 17 de agosto, que terá apoio do PNUD e buscará mostrar às indústrias paranaenses como elas podem ajudar a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
Já a coordenadora da unidade de planejamento do PNUD, Maria Celina Arraes, afirma que os seminários ajudam a enfrentar o desafio da municipalização dos ODMs, levando em consideração as diferenças locais para o cumprimento das metas.
Por sua vez, o assessor da Secretaria Geral da Presidência Davi Schmidt acredita que os núcleos estaduais de auxílio aos ODM, representados por movimentos como o Nós Podemos, saem fortalecidos com a iniciativa. Ele também elogiou a quantidade de informação disponível para planejar ações que ajudem a atingir os objetivos fixados pela ONU até 2015.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
CENTRO KNIGHT OFERECE "WEBINAR" SOBRE COBERTURA ELEITORAL NO BRASIL
Retirado do site Jornalismo nas Americas.
Blog de Notícias
Com as eleições de outubro se aproximando no Brasil, o Centro Knight para o Jornalismo nas Américas fará na terça-feira, 13 de julho, seu primeiro webinar (seminário ao vivo na internet): “Técnicas de cobertura eleitoral: como entender e analisar pesquisas eleitorais”.
O webinar, que será gratuito, terá duração de duas horas, das 10h às 12h (horário de Brasília), e será conduzido pelo jornalista José Roberto de Toledo, um dos fundadores da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e autor de um blog sobre cobertura eleitoral no site do jornal O Estado de S. Paulo.
Toledo irá ensinar os jornalistas a ler e interpretar as estatísticas eleitorais, identificando tendências de subida ou queda das candidaturas. Os tópicos de discussão incluem como são elaboradas as pesquisas, por que elas funcionam mesmo com amostras relativamente pequenas, quais os problemas mais comuns em sua interpretação, margens de erro e de segurança, como analisar tabelas e gráficos, entre outros temas. Também haverá discussões e atividades interativas com os participantes.
O webinar terá um número limitado de vagas, destinadas especificamente a jornalistas brasileiros que trabalhem em tempo integral para veículos impressos, eletrônicos ou online, e que tenham sido escalados para cobrir as eleições. Terão prioridade os candidatos que demonstrarem interesse em usar técnicas de jornalismo investigativo na cobertura eleitoral.
Faça aqui sua inscrição até o dia 4 de julho, às 19h (horário de Brasília).
Publicado por Knight Center at 06/28/2010
Blog de Notícias
Com as eleições de outubro se aproximando no Brasil, o Centro Knight para o Jornalismo nas Américas fará na terça-feira, 13 de julho, seu primeiro webinar (seminário ao vivo na internet): “Técnicas de cobertura eleitoral: como entender e analisar pesquisas eleitorais”.
O webinar, que será gratuito, terá duração de duas horas, das 10h às 12h (horário de Brasília), e será conduzido pelo jornalista José Roberto de Toledo, um dos fundadores da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e autor de um blog sobre cobertura eleitoral no site do jornal O Estado de S. Paulo.
Toledo irá ensinar os jornalistas a ler e interpretar as estatísticas eleitorais, identificando tendências de subida ou queda das candidaturas. Os tópicos de discussão incluem como são elaboradas as pesquisas, por que elas funcionam mesmo com amostras relativamente pequenas, quais os problemas mais comuns em sua interpretação, margens de erro e de segurança, como analisar tabelas e gráficos, entre outros temas. Também haverá discussões e atividades interativas com os participantes.
O webinar terá um número limitado de vagas, destinadas especificamente a jornalistas brasileiros que trabalhem em tempo integral para veículos impressos, eletrônicos ou online, e que tenham sido escalados para cobrir as eleições. Terão prioridade os candidatos que demonstrarem interesse em usar técnicas de jornalismo investigativo na cobertura eleitoral.
Faça aqui sua inscrição até o dia 4 de julho, às 19h (horário de Brasília).
Publicado por Knight Center at 06/28/2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
A DINÂMICA DAS NOVAS MÍDIAS
Retirado do site Observatório da Imprensa.
REDES SOCIAIS Por Luciano Martins Costa em 25/5/2010 | |
| A Folha de S.Paulo reproduz resultado de estudo distribuído nesta semana pelo instituto Pew Research Center, dos Estados Unidos, no qual são analisados os conteúdos jornalísticos das chamadas redes sociais da internet. A constatação principal é de que ainda não há um padrão pelo qual se possa definir as escolhas de blogs e de mídias instantâneas como Twitter e Youtube. Outra evidência revela que as notícias e sua hierarquia nas novas mídias mudam muito rapidamente, quase tão velozmente quanto a dinâmica de sua propagação, mas grande parte delas tem origem nas mídias tradicionais, como jornais e emissoras de televisão. Essa dependência é maior nos blogs, que têm 99% de suas histórias copiadas de jornais ou da TV. No caso das mídias americanas, 80% vêm da BBC, CNN, The New York Times e The Washington Post. No Twitter, metade do conteúdo considerado jornalístico vem das mídias tradicionais. Apesar dessa relação complementar, que revela a maior capacidade de coleta e processamento de informações do sistema estabelecido, também fica claro que as novas mídias dão uma sobrevida maior ao noticiário de jornais e emissoras de TV, na medida em que, ao reproduzir seu conteúdo, acrescentam dados e contribuições de milhões de protagonistas, diversificando as possibilidades de interpretação dos mesmos fatos. | |
domingo, 27 de junho de 2010
HOMENS E BRANCOS CONSOMEM MAIS QUE MULHERES E NEGROS
Retirado do site do Economia UOL.
23/06/2010
Da Redação, em São Paulo
Os homens têm mais poder de gasto do que as mulheres, e os brancos consomem mais que os negros. A diferença de gênero e raça, já determinada por estudos e pela prática, também foi quantificada pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008/2009, divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A despesa de famílias com brancos fica 28% acima da média nacional, e 89% acima das despesas das famílias com negros, e 79% acima das famílias com pardos.
Em relação à POF anterior, de 2002/03, as diferenças percentuais entre famílias com brancos branca e negros cresceram (de 82% para 89%). Já a diferença entre famílias com pessoa de referência branca e parda teve redução (de 84% para 79%).
As famílias brasileiras com homens como responsáveis pelos principais gastos têm despesa média mensal (R$ 2.800,16) em torno de 7% acima da média nacional (R$ 2.626,31).
As famílias que têm mulheres nesse papel possuem despesas médias (R$ 2.237,14) 15% menores.
LEIA MAIS SOBRE A PESQUISA E O CONSUMO DO BRASILEIRO
23/06/2010
Da Redação, em São Paulo
Os homens têm mais poder de gasto do que as mulheres, e os brancos consomem mais que os negros. A diferença de gênero e raça, já determinada por estudos e pela prática, também foi quantificada pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008/2009, divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A despesa de famílias com brancos fica 28% acima da média nacional, e 89% acima das despesas das famílias com negros, e 79% acima das famílias com pardos.
Em relação à POF anterior, de 2002/03, as diferenças percentuais entre famílias com brancos branca e negros cresceram (de 82% para 89%). Já a diferença entre famílias com pessoa de referência branca e parda teve redução (de 84% para 79%).
As famílias brasileiras com homens como responsáveis pelos principais gastos têm despesa média mensal (R$ 2.800,16) em torno de 7% acima da média nacional (R$ 2.626,31).
As famílias que têm mulheres nesse papel possuem despesas médias (R$ 2.237,14) 15% menores.
LEIA MAIS SOBRE A PESQUISA E O CONSUMO DO BRASILEIRO
- Um terço passa fome "às vezes" ou "normalmente"
- Gasto de rico com comida é seis vezes maior
- Despesa média no Sudeste é quase o dobro da do Nordeste
- Homens e brancos consomem mais que mulheres e negros
- 75% têm dificuldade de esticar o salário até o fim do mês
- Brasileiro gasta menos com comida e mais com saúde
- Famílias têm despesas maiores conforme escolaridade, diz IBGE
- Entenda como é feita a Pesquisa de Orçamentos Familiares
Marcadores:
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OUTROS
sábado, 26 de junho de 2010
GAME SOBRE REVOLTA DOS ALFAIATES ESTÁ DISPONÍVEL PARA DOWNLOAD
Retirado do site da UNEB. Iniciativa muito interessante, vamos todos baixar e nos divertir?
16 jun 2010
Revolta dos Alfaiates
Carol Soledade
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação
Jogo é financiado pela Fapesb, pelo programa Pró-Forte UNEB e tem apoio do CNPq. Imagens: Divulgação
Simular o cenário da sociedade baiana no fim do século XVIII, durante a Revolta dos Alfaiates (ou Revolta dos Búzios), resgatando a história e criando um espaço virtual no qual estudantes e professores podem discutir conceitos e significados sobre esse importante momento histórico.
Esses são os objetivos do novo game pedagógico Búzios: Ecos da Liberdade, que já está disponível para download no site www.comunidadesvirtuais.pro.br/buzios. A iniciativa foi desenvolvida pelo grupo de pesquisa Comunidades Virtuais de Aprendizagem, do Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade (PPGEduC) da UNEB.
A professora da universidade Lynn Alves, coordenadora do grupo de pesquisa, explica que o jogo é em versão 2D, no estilo adventure, desenvolvido em um software específico para animação, chamado Flash.
Classes sociais menos favorecidas estão destacadas
“O personagem principal, Francisco Vilar, que é ficcional, é um mulato brasileiro que vai estudar Direito em Portugal. Ao concluir seus estudos, retorna para sua cidade natal, Salvador. O enredo, aliado ao conteúdo histórico da Revolta dos Alfaiates, busca imergir o game na atmosfera soteropolitana dos anos de 1798 e 1799, abordando o contexto econômico, político e social da época e temas como a escravidão”, conta Lynn.
Além de acesso ao jogo, Lynn explica que os usuários também podem ter contato com todo o material produzido para o game, a exemplo de orientações pedagógicas, memorial técnico e artigos produzidos pelo grupo.
“A Revolta dos Alfaiates é considerada o levante do fim do período colonial mais incisivo na defesa dos ideais de liberdade e igualdade dos cidadãos, propagados pela Revolução Francesa. O mais importante é que diferentes camadas da sociedade participaram do movimento, principalmente representantes de classes mais pobres e afrodescendentes”, reforça Lynn.
A coordenadora explica ainda que o jogo cria situações que favorecem a reflexão, a problematização e o confronto com a realidade atual.
Game retrata personagens marcantes da época
“É importante ressaltar que Salvador foi a primeira capital do Brasil a adotar oficialmente o ensino da cultura negra. Todavia, continua ostentando uma realidade em que faltam respeito e valorização à etnia de sua população pobre”, observa a coordenadora.
O projeto do game - que retrata alguns personagens marcantes do acontecimento histórico, como Cipriano Barata, Lucas Dantas, Manuel Faustino e Luiz Gonzaga - é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) e pelo programa Pró-Forte UNEB, além de contar com bolsas de iniciação científica oferecidas pelo CNPq.
Além de Búzios: Ecos da Liberdade, o grupo de pesquisa Comunidades Virtuais de Aprendizagem já desenvolveu outros games, a exemplo do Tríade, que trata sobre a Revolução Francesa, e Aventura no Polo, no qual os usuários aprendem sobre as matérias-primas produzidas por 15 empresas do Polo Industrial de Camaçari.
Informações: Comunidades Virtuais de Aprendizagem/Campus I – Tel.: (71) 3117-2458 (71) 3117-2458
16 jun 2010
Revolta dos Alfaiates
Carol Soledade
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação
Jogo é financiado pela Fapesb, pelo programa Pró-Forte UNEB e tem apoio do CNPq. Imagens: Divulgação
Simular o cenário da sociedade baiana no fim do século XVIII, durante a Revolta dos Alfaiates (ou Revolta dos Búzios), resgatando a história e criando um espaço virtual no qual estudantes e professores podem discutir conceitos e significados sobre esse importante momento histórico.
Esses são os objetivos do novo game pedagógico Búzios: Ecos da Liberdade, que já está disponível para download no site www.comunidadesvirtuais.pro.br/buzios. A iniciativa foi desenvolvida pelo grupo de pesquisa Comunidades Virtuais de Aprendizagem, do Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade (PPGEduC) da UNEB.
A professora da universidade Lynn Alves, coordenadora do grupo de pesquisa, explica que o jogo é em versão 2D, no estilo adventure, desenvolvido em um software específico para animação, chamado Flash.
Classes sociais menos favorecidas estão destacadas
“O personagem principal, Francisco Vilar, que é ficcional, é um mulato brasileiro que vai estudar Direito em Portugal. Ao concluir seus estudos, retorna para sua cidade natal, Salvador. O enredo, aliado ao conteúdo histórico da Revolta dos Alfaiates, busca imergir o game na atmosfera soteropolitana dos anos de 1798 e 1799, abordando o contexto econômico, político e social da época e temas como a escravidão”, conta Lynn.
Além de acesso ao jogo, Lynn explica que os usuários também podem ter contato com todo o material produzido para o game, a exemplo de orientações pedagógicas, memorial técnico e artigos produzidos pelo grupo.
“A Revolta dos Alfaiates é considerada o levante do fim do período colonial mais incisivo na defesa dos ideais de liberdade e igualdade dos cidadãos, propagados pela Revolução Francesa. O mais importante é que diferentes camadas da sociedade participaram do movimento, principalmente representantes de classes mais pobres e afrodescendentes”, reforça Lynn.
A coordenadora explica ainda que o jogo cria situações que favorecem a reflexão, a problematização e o confronto com a realidade atual.
Game retrata personagens marcantes da época
“É importante ressaltar que Salvador foi a primeira capital do Brasil a adotar oficialmente o ensino da cultura negra. Todavia, continua ostentando uma realidade em que faltam respeito e valorização à etnia de sua população pobre”, observa a coordenadora.
O projeto do game - que retrata alguns personagens marcantes do acontecimento histórico, como Cipriano Barata, Lucas Dantas, Manuel Faustino e Luiz Gonzaga - é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) e pelo programa Pró-Forte UNEB, além de contar com bolsas de iniciação científica oferecidas pelo CNPq.
Além de Búzios: Ecos da Liberdade, o grupo de pesquisa Comunidades Virtuais de Aprendizagem já desenvolveu outros games, a exemplo do Tríade, que trata sobre a Revolução Francesa, e Aventura no Polo, no qual os usuários aprendem sobre as matérias-primas produzidas por 15 empresas do Polo Industrial de Camaçari.
Informações: Comunidades Virtuais de Aprendizagem/Campus I – Tel.: (71) 3117-2458 (71) 3117-2458
quarta-feira, 23 de junho de 2010
COMISSÕES NA TERRA DE NINGUÉM
Retirado do site do Observatório da Imprensa.
RÁDIO E TV
Por Venício A. de Lima em 22/6/2010
O problema não é novo. Já foi tratado neste Observatório inúmeras vezes. O que estarrece é a cara de pau de autoridades que insistem em afirmar que ele não existe: o cidadão comum não tem acesso ao cadastro dos concessionários de emissoras de rádio e televisão no país.
Com o "desaparecimento" de cadastro geral que esteve por alguns meses no site do MiniCom em 2003, resta ao interessado recorrer às informações disponíveis no site da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Lá se encontram dois bancos de dados: o Sistema de Acompanhamento de Controle Societário (SIACCO) e o Sistema de Informação dos Serviços de Comunicação de Massa (SISCOM).
No SIACCO pode-se pesquisar o "perfil das empresas" por nome (razão social ou nome de fantasia?) ou CNPJ e, a partir daí, chega-se ao quadro societário e/ou à diretoria das entidades, em geral, incompletos. Vale dizer: aquele que já souber o nome e/ou o CNPJ de concessionários de rádio e televisão no Brasil (?!) poderá confirmar dados complementares.
No SISCOM, totalmente desatualizado e facilmente burlado por controladores mal intencionados, a busca pode ser feita por localidade e por serviço. Vale dizer: aquele que quiser compor um cadastro com nomes de empresas que não necessariamente correspondem àqueles sob os quais elas operam publicamente, deverá pesquisar os 5.564 municípios brasileiros, um por um (?!) [ver, neste OI, "Onde está a informação oficial?"].
PO: um caso emblemático
O recente escândalo denominado Caixa de Pandora ou "mensalão do DEM", envolvendo a cúpula do Governo do Distrito Federal (GDF), recolocou na pauta o império de comunicação construído em Brasília por seu maior empresário (construção e aluguel de imóveis, hotelaria, shopping centers, seguros, concessionárias de veículos e agencia de publicidade), o ex-deputado federal, ex-senador, ex-vice-governador e governador Paulo Octávio (PO). Mas, exatamente, quais são as emissoras de rádio e televisão controladas pelo empresário/político?
RÁDIO E TV
Por Venício A. de Lima em 22/6/2010
O problema não é novo. Já foi tratado neste Observatório inúmeras vezes. O que estarrece é a cara de pau de autoridades que insistem em afirmar que ele não existe: o cidadão comum não tem acesso ao cadastro dos concessionários de emissoras de rádio e televisão no país.
Com o "desaparecimento" de cadastro geral que esteve por alguns meses no site do MiniCom em 2003, resta ao interessado recorrer às informações disponíveis no site da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Lá se encontram dois bancos de dados: o Sistema de Acompanhamento de Controle Societário (SIACCO) e o Sistema de Informação dos Serviços de Comunicação de Massa (SISCOM).
No SIACCO pode-se pesquisar o "perfil das empresas" por nome (razão social ou nome de fantasia?) ou CNPJ e, a partir daí, chega-se ao quadro societário e/ou à diretoria das entidades, em geral, incompletos. Vale dizer: aquele que já souber o nome e/ou o CNPJ de concessionários de rádio e televisão no Brasil (?!) poderá confirmar dados complementares.
No SISCOM, totalmente desatualizado e facilmente burlado por controladores mal intencionados, a busca pode ser feita por localidade e por serviço. Vale dizer: aquele que quiser compor um cadastro com nomes de empresas que não necessariamente correspondem àqueles sob os quais elas operam publicamente, deverá pesquisar os 5.564 municípios brasileiros, um por um (?!) [ver, neste OI, "Onde está a informação oficial?"].
PO: um caso emblemático
O recente escândalo denominado Caixa de Pandora ou "mensalão do DEM", envolvendo a cúpula do Governo do Distrito Federal (GDF), recolocou na pauta o império de comunicação construído em Brasília por seu maior empresário (construção e aluguel de imóveis, hotelaria, shopping centers, seguros, concessionárias de veículos e agencia de publicidade), o ex-deputado federal, ex-senador, ex-vice-governador e governador Paulo Octávio (PO). Mas, exatamente, quais são as emissoras de rádio e televisão controladas pelo empresário/político?
DEBATE NA CÂMARA DOS DEPUTADOS SOBRE DESENVOLVIMENTO DA MÍDIA
Retirado do site da ABONG.
Notícias
Indicadores sobre desenvolvimento da mídia serão debatidos em audiência na Comissão de Direitos Humanos da Câmara
http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/cdhm/noticias/indicadores-sobre-desenvolvimento-da-midia-serao-debatidos-em-audiencia-na-comissao-de-direitos-humanos-da-camara
Brasília(DF) – A Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados realizará, nesta quarta-feira (23), a partir de 14h, audiência pública sobre o tema “Indicadores de Desenvolvimento de Mídia”.
A atividade, que ocorrerá no plenário 9 da Câmara, servirá também como lançamento de publicação sobre o tema, elaborada pelo Programa Internacional para o Desenvolvimento da Comunicação (IPDC) da Unesco.
A deputada Iriny Lopes (PT-ES), presidente da CDHM e autora do requerimento para a realização da audiência pública, ressalta a importância desse debate, ainda mais no contexto pós-Confecom.
“O debate sobre a democratização da comunicação e a promoção direito humano à comunicação tem ganhado força a cada ano e iniciativas como esta, da Unesco, contribuem muito para o avanço desse processo. Com a realização da I Conferência Nacional de Comunicação, é importante que o poder público disponha de subsídios que facilitem a elaboração e a implementação das políticas públicas nesta área, e o trabalho da Unesco e seus parceiros sobre indicadores para o desenvolvimento da mídia é um exemplo disso”, afirmou a parlamentar.
Confira os expositores convidados para a audiência pública:
- Gilda Carvalho, Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal (PFDC/MPF);
- Cláudia de Abreu - Jornalista e Diretora da TV Comunitária de Niterói(RJ);
- Guilherme Canela - Coordenador de Comunicação e Informação da UNESCO e
- José Carlos dos Santos e Félix Garcia Lopez Júnior, representantes do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).
A publicação a ser lançada na audiência, com o título “Indicadores de Desenvolvimento da Mídia: marco para a avaliação do desenvolvimento dos meios de comunicação” é a versão em português de “Media development indicators: a framework for assessing media development”, lançada em 2008, e está disponível para download no site de publicações da Unesco:
http://unesdoc.unesco.org/images/0016/001631/163102por.pdf
Acompanhe a CDHM no Twitter: http://twitter.com/cdhcamara
Notícias
Indicadores sobre desenvolvimento da mídia serão debatidos em audiência na Comissão de Direitos Humanos da Câmara
http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/cdhm/noticias/indicadores-sobre-desenvolvimento-da-midia-serao-debatidos-em-audiencia-na-comissao-de-direitos-humanos-da-camara
Brasília(DF) – A Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados realizará, nesta quarta-feira (23), a partir de 14h, audiência pública sobre o tema “Indicadores de Desenvolvimento de Mídia”.
A atividade, que ocorrerá no plenário 9 da Câmara, servirá também como lançamento de publicação sobre o tema, elaborada pelo Programa Internacional para o Desenvolvimento da Comunicação (IPDC) da Unesco.
A deputada Iriny Lopes (PT-ES), presidente da CDHM e autora do requerimento para a realização da audiência pública, ressalta a importância desse debate, ainda mais no contexto pós-Confecom.
“O debate sobre a democratização da comunicação e a promoção direito humano à comunicação tem ganhado força a cada ano e iniciativas como esta, da Unesco, contribuem muito para o avanço desse processo. Com a realização da I Conferência Nacional de Comunicação, é importante que o poder público disponha de subsídios que facilitem a elaboração e a implementação das políticas públicas nesta área, e o trabalho da Unesco e seus parceiros sobre indicadores para o desenvolvimento da mídia é um exemplo disso”, afirmou a parlamentar.
Confira os expositores convidados para a audiência pública:
- Gilda Carvalho, Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal (PFDC/MPF);
- Cláudia de Abreu - Jornalista e Diretora da TV Comunitária de Niterói(RJ);
- Guilherme Canela - Coordenador de Comunicação e Informação da UNESCO e
- José Carlos dos Santos e Félix Garcia Lopez Júnior, representantes do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).
A publicação a ser lançada na audiência, com o título “Indicadores de Desenvolvimento da Mídia: marco para a avaliação do desenvolvimento dos meios de comunicação” é a versão em português de “Media development indicators: a framework for assessing media development”, lançada em 2008, e está disponível para download no site de publicações da Unesco:
http://unesdoc.unesco.org/images/0016/001631/163102por.pdf
Acompanhe a CDHM no Twitter: http://twitter.com/cdhcamara
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