Recebido por email. Para ampliar clique na imagem.
O “griot” em tradições orais de vários povos africanos é um dos símbolos representativos dos narradores, dos que contam contos, cantam décimas, sábios, avós, mães e todos personagens cênicos ou não, que, em muitas sociedades, são depositários de histórias, de testemunhos ou de tradições que ele conta.
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
EXPOSIÇÃO "O BRASIL AFRICANO" ABRE COM VISITAS MONITORADAS
Retirado do site África 21.
12/05/2010
História
A mostra quer ampliar, por meio da visibilidade espacial, as informações e a discussão sobre a territorialidade dos quilombos no Brasil.
Da Redação, com agências
Brasília - Mostrar com o auxílio de mapas temáticos, documentação fotográfica e textos oriundos de pesquisas as interpretações geográficas e historiográficas das estruturas existentes na formação do Brasil e da sua população, tomando como referência os aspectos da herança africana no território brasileiro, este é o objetivo da exposição "O Brasil Africano: Diáspora-Quilombos-Território-População", com pesquisa e organização do professor da Universidade de Brasília Rafael Sanzio.
A abertura da exposição está marcada para hoje (12), às 19 h, na Galeria Térrea do Museu Nacional do Conjunto Cultural da República e fica aberta a visitação até dia 13 de junho. Visitas monitoras para estudantes serão realizadas a partir de amanhã (13) e já podem ser agendadas pelos números (61) 3325-6410 / 3325-5220.
Inaugurada em outubro de 2009 no Museu da História Natural em Luanda, Angola, a exposição é composta de fotografias em preto e branco em grandes formatos, mapas cartográficos e do vídeodocumentário "O Brasil Africano I". Traz ainda documentação cartográfica antiga e fotografias do século XIX, que contribuem de maneira significativa, para o entendimento da dinâmica da diáspora África-Brasil e os territórios de resistência constituídos pelos Quilombos. A pesquisa foi realizada em várias comunidades e espaços africanos no Brasil, em arquivos públicos de instituições em países na Europa e África.
A mostra constitui uma das atividades fundamentais do Projeto "Geografia Afro-Brasileira: Educação & Planejamento do Território", desenvolvido no Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geográfica da UnB. Tem como principal objetivo mostrar as interpretações geográficas e historiográficas das estruturas existentes na formação do Brasil e da sua população, tomando como referência os aspectos da herança africana no território brasileiro.
Pesquisas revelaram a existência de mais de 3 mil registros de Comunidades Quilombolas, distribuídas por todas as grandes regiões geográficas do país. A concentração se processa, principalmente na Região Nordeste, nos estados do Maranhão e Bahia; na Região Norte, no estado do Pará; no Sudeste, nos estados de Minas Gerais e São Paulo e no Sul do Brasil, no Rio Grande do Sul.
Para o professor Rafael Sanzio, o objetivo da exposição é contribuir para a ampliação das informações, sobretudo para minorar o preconceito secular associado aos Quilombos e às Populações de Matriz Africana no Brasil. "Importante não perder de vista que o Brasil Contemporâneo é o que é, porque teve e tem no seu território, na sua sociedade e nas suas manifestações culturais e cotidianas, a referência da África, mantida e resistida pelas populações da diáspora", disse. Com informações da Casa da Cultura da América Latina da Universidade de Brasília.
Serviço:
Inauguração: 12/5, às 19h
Visitação: 13/5 a 13/6/10
Dias de visitação: terça-feira a domingo
Horário de visitação: das 9h às 18h30
Local: Salão Térreo do Museu Nacional da República
Endereço: STRVS - Brasília - DF
Agendamento de visitas monitoradas: (61) 3325-6410 / 3325-5220.
Informações: (61) 3307-2393.
12/05/2010
História
A mostra quer ampliar, por meio da visibilidade espacial, as informações e a discussão sobre a territorialidade dos quilombos no Brasil.
Da Redação, com agências
Brasília - Mostrar com o auxílio de mapas temáticos, documentação fotográfica e textos oriundos de pesquisas as interpretações geográficas e historiográficas das estruturas existentes na formação do Brasil e da sua população, tomando como referência os aspectos da herança africana no território brasileiro, este é o objetivo da exposição "O Brasil Africano: Diáspora-Quilombos-Território-População", com pesquisa e organização do professor da Universidade de Brasília Rafael Sanzio.
A abertura da exposição está marcada para hoje (12), às 19 h, na Galeria Térrea do Museu Nacional do Conjunto Cultural da República e fica aberta a visitação até dia 13 de junho. Visitas monitoras para estudantes serão realizadas a partir de amanhã (13) e já podem ser agendadas pelos números (61) 3325-6410 / 3325-5220.
Inaugurada em outubro de 2009 no Museu da História Natural em Luanda, Angola, a exposição é composta de fotografias em preto e branco em grandes formatos, mapas cartográficos e do vídeodocumentário "O Brasil Africano I". Traz ainda documentação cartográfica antiga e fotografias do século XIX, que contribuem de maneira significativa, para o entendimento da dinâmica da diáspora África-Brasil e os territórios de resistência constituídos pelos Quilombos. A pesquisa foi realizada em várias comunidades e espaços africanos no Brasil, em arquivos públicos de instituições em países na Europa e África.
A mostra constitui uma das atividades fundamentais do Projeto "Geografia Afro-Brasileira: Educação & Planejamento do Território", desenvolvido no Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geográfica da UnB. Tem como principal objetivo mostrar as interpretações geográficas e historiográficas das estruturas existentes na formação do Brasil e da sua população, tomando como referência os aspectos da herança africana no território brasileiro.
Pesquisas revelaram a existência de mais de 3 mil registros de Comunidades Quilombolas, distribuídas por todas as grandes regiões geográficas do país. A concentração se processa, principalmente na Região Nordeste, nos estados do Maranhão e Bahia; na Região Norte, no estado do Pará; no Sudeste, nos estados de Minas Gerais e São Paulo e no Sul do Brasil, no Rio Grande do Sul.
Para o professor Rafael Sanzio, o objetivo da exposição é contribuir para a ampliação das informações, sobretudo para minorar o preconceito secular associado aos Quilombos e às Populações de Matriz Africana no Brasil. "Importante não perder de vista que o Brasil Contemporâneo é o que é, porque teve e tem no seu território, na sua sociedade e nas suas manifestações culturais e cotidianas, a referência da África, mantida e resistida pelas populações da diáspora", disse. Com informações da Casa da Cultura da América Latina da Universidade de Brasília.
Serviço:
Inauguração: 12/5, às 19h
Visitação: 13/5 a 13/6/10
Dias de visitação: terça-feira a domingo
Horário de visitação: das 9h às 18h30
Local: Salão Térreo do Museu Nacional da República
Endereço: STRVS - Brasília - DF
Agendamento de visitas monitoradas: (61) 3325-6410 / 3325-5220.
Informações: (61) 3307-2393.
Marcadores:
EVENTOS JUNHO,
EVENTOS MAIO,
INTERNACIONAL,
Teatro.Poema.Foto.Exposição
domingo, 9 de maio de 2010
EXPOSIÇÃO BRASIL AFRICANO
A Associação Brasileira de Pesquisadores( as) Negros(as) convida para:
"O BRASIL AFRICANO" Rafael_Sanzio
Diáspora - quilombos - território - população
Exposição geográfica tinerante, organizada pelo Prof. Dr. Rafael Sanzio dos Anjos
Promovida pelo Museu Nacional da República, pela Universidade de Brasília e pela Petrobras
Abertura 12 de maio de 2010, às 19h, na Galeria Térrea do Museu Nacional da República
Confira abaixo a divulgação!
Lançamento do Vídeo-Documentá rio
21 de maio de 2010, às 19 h - Auditório II
Museu Nacional do Conjunto Cultural da República
Assista aqui ao vídeo-documentá rio: O Brasil Africano 1
"O BRASIL AFRICANO" Rafael_Sanzio
Diáspora - quilombos - território - população
Exposição geográfica tinerante, organizada pelo Prof. Dr. Rafael Sanzio dos Anjos
Promovida pelo Museu Nacional da República, pela Universidade de Brasília e pela Petrobras
Abertura 12 de maio de 2010, às 19h, na Galeria Térrea do Museu Nacional da República
Confira abaixo a divulgação!
Lançamento do Vídeo-Documentá rio
21 de maio de 2010, às 19 h - Auditório II
Museu Nacional do Conjunto Cultural da República
Assista aqui ao vídeo-documentá rio: O Brasil Africano 1
terça-feira, 6 de abril de 2010
OS CRESPOS: NEGROS NA ESCOLA E NO PALCO
Retirado do site Géledes.
Em Debate
carolina_crespos
Paulo Betti*/Especial para BR Press
Está em cartaz na Fundição Progresso, aqui no Rio, um lindo espetáculo baseado no livro de Carolina Maria de Jesus, Quarto de Despejo. Trata-se de Ensaio sobre Carolina, com a Cia Teatral Os Crespos.
Veja o que diz a jornalista Beth Nespoli, do jornal O Estado de São Paulo: "Impossível negar que o primeiro aspecto a chamar a atenção vem do fato de todo o elenco ser negro. Logo nas primeiras cenas tal característica transforma-se em potência pela forma como é trabalhada - uma busca consciente em harmonizar força poética e consciência crítica."
Quatro atrizes e um ator, muito talentosos, formam o elenco da peça. Todos recém-saídos da Escola de Arte Dramática da USP, onde se juntaram ao perceber a situação inédita de serem cinco negros numa turma.
A EAD reflete o que acontece nos outros cursos da USP: maioria de brancos, privilegiados pela possibilidade econômica de obter ensino pago nas escolas primária e secundária, consegue entrar com mais facilidade na melhor escola do país, que é gratuita. Essa herança perversa da ditadura militar, que desmontou o ensino publico primário, então excelente, ainda não foi extirpada de nossa educação.
Mas voltemos aos Crespos. Eles compreenderam logo ser uma exceção - eram negros e estavam na melhor escola de teatro do país - e não deixaram a oportunidade passar. Montaram uma peça poderosa baseada num livro que foi um grande sucesso.
Catadora de papel
O incrível diário de uma catadora de papel nos anos 50 serve como uma luva para eles discutirem o preconceito e a condição dos negros no Brasil de hoje.
Os atores são excelentes e o espetáculo é sutil e muito bem encenado, com projeções em DVD de imagens raras da escritora Carolina andando por São Paulo, fazendo compras, dando autógrafos.
O que mais me impressionou foi a qualidade técnica dos atores. Todos com excelente trabalho de corpo, projeção e timbre de voz. Não se perde uma palavra do que dizem com voz aveludada pelo trabalho de preparação vocal. Além de terem total compreensão e domínio do que dizem - pois o texto é uma criação coletiva.
Bem formados
Nota-se que passaram por uma escola de teatro com bons professores. São muito bem formados. Fiquei pensando em meu colega de EAD nos anos 70, o único negro de minha turma, Waterloo Gregório, já falecido. Waterloo também não desperdiçou sua condição de excepcional naquela escola.
Durante o dia trabalhava como escrivão num cartório - foi o datilógrafo mais ágil que já vi, ele era o responsável pela datilografia das peças que montávamos, vê-lo trabalhando com stencil (alguém se lembra?) era uma beleza. À noite, freqüentava a EAD, onde era um aluno brilhante.
Formou-se e foi para Unicamp onde se aposentou como professor da escola de teatro que ajudou a criar.
E ainda tem gente que é contra as cotas!
Esta mais do que provado que quando existe oportunidade elas são muito bem aproveitadas. O pessoal de cor sabe o valor do que não tem fácil: boas escolas.
Não vou esquecer de nomear as feras que saíram da EAD e estão ganhando mundo: Joyce Barbosa, Lucélia Sérgio, Maria Gal, Mawusi Tulani e Sidney Santiago. O talentoso diretor convidado é José Fernando Azevedo. Longa vida aos Crespos e ao seu belíssimo Ensaio sobre Carolina.
(*) Paulo Betti é ator e diretor.
Fonte: brpress
Em Debate
carolina_crespos
Paulo Betti*/Especial para BR Press
Está em cartaz na Fundição Progresso, aqui no Rio, um lindo espetáculo baseado no livro de Carolina Maria de Jesus, Quarto de Despejo. Trata-se de Ensaio sobre Carolina, com a Cia Teatral Os Crespos.
Veja o que diz a jornalista Beth Nespoli, do jornal O Estado de São Paulo: "Impossível negar que o primeiro aspecto a chamar a atenção vem do fato de todo o elenco ser negro. Logo nas primeiras cenas tal característica transforma-se em potência pela forma como é trabalhada - uma busca consciente em harmonizar força poética e consciência crítica."
Quatro atrizes e um ator, muito talentosos, formam o elenco da peça. Todos recém-saídos da Escola de Arte Dramática da USP, onde se juntaram ao perceber a situação inédita de serem cinco negros numa turma.
A EAD reflete o que acontece nos outros cursos da USP: maioria de brancos, privilegiados pela possibilidade econômica de obter ensino pago nas escolas primária e secundária, consegue entrar com mais facilidade na melhor escola do país, que é gratuita. Essa herança perversa da ditadura militar, que desmontou o ensino publico primário, então excelente, ainda não foi extirpada de nossa educação.
Mas voltemos aos Crespos. Eles compreenderam logo ser uma exceção - eram negros e estavam na melhor escola de teatro do país - e não deixaram a oportunidade passar. Montaram uma peça poderosa baseada num livro que foi um grande sucesso.
Catadora de papel
O incrível diário de uma catadora de papel nos anos 50 serve como uma luva para eles discutirem o preconceito e a condição dos negros no Brasil de hoje.
Os atores são excelentes e o espetáculo é sutil e muito bem encenado, com projeções em DVD de imagens raras da escritora Carolina andando por São Paulo, fazendo compras, dando autógrafos.
O que mais me impressionou foi a qualidade técnica dos atores. Todos com excelente trabalho de corpo, projeção e timbre de voz. Não se perde uma palavra do que dizem com voz aveludada pelo trabalho de preparação vocal. Além de terem total compreensão e domínio do que dizem - pois o texto é uma criação coletiva.
Bem formados
Nota-se que passaram por uma escola de teatro com bons professores. São muito bem formados. Fiquei pensando em meu colega de EAD nos anos 70, o único negro de minha turma, Waterloo Gregório, já falecido. Waterloo também não desperdiçou sua condição de excepcional naquela escola.
Durante o dia trabalhava como escrivão num cartório - foi o datilógrafo mais ágil que já vi, ele era o responsável pela datilografia das peças que montávamos, vê-lo trabalhando com stencil (alguém se lembra?) era uma beleza. À noite, freqüentava a EAD, onde era um aluno brilhante.
Formou-se e foi para Unicamp onde se aposentou como professor da escola de teatro que ajudou a criar.
E ainda tem gente que é contra as cotas!
Esta mais do que provado que quando existe oportunidade elas são muito bem aproveitadas. O pessoal de cor sabe o valor do que não tem fácil: boas escolas.
Não vou esquecer de nomear as feras que saíram da EAD e estão ganhando mundo: Joyce Barbosa, Lucélia Sérgio, Maria Gal, Mawusi Tulani e Sidney Santiago. O talentoso diretor convidado é José Fernando Azevedo. Longa vida aos Crespos e ao seu belíssimo Ensaio sobre Carolina.
(*) Paulo Betti é ator e diretor.
Fonte: brpress
terça-feira, 23 de março de 2010
GRUPO TEATRAL OS CRESPOS APRESENTAM: ENSAIOS SOBRE CAROLINA
Recebido por email.
Chega ao Rio de Janeiro a peça “Ensaio sobre Carolina”, da Cia. Teatral Os Crespos. O texto aborda questões como fome, miséria, preconceito e relações raciais, criado a partir do “Quarto de Despejo”, da escritora negra Carolina Maria de Jesus.
A Cia. Teatral Os Crespos surgiu, em 2.005, nas dependências da mais tradicional escola de interpretação, a Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (USP), em atividade desde 1948. Era um grupo de alunos-atores negros dentro de uma instituição com modelo elitista e desconectada da realidade étnico-racial do país.
A montagem, sob a direção de José Fernando de Azevedo – especialmente convidado pelo grupo -, utiliza a dança, o canto e o corpo como linguagem. A Cia surgiu na EAD (Escola de Arte Dramática da USP), numa turma de alunos onde cinco integrantes eram negros. Houve uma organização desses alunos, que tinham em comum a vontade de discutir a sua formação e como foco estudar a história do negro nas artes cênicas no Brasil, numa instituição em que essa discussão não existia.O elenco é todo formando por negr@s desde o diretor até o iluminador
O Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus, pareceu um bom ponto de partida para trazer à cena questões que, na história, são apresentadas através da fala de uma negra favelada: o olhar e o discurso da catadora de papel sobre sua realidade e o convívio na sociedade brasileira. Para o grupo, Ensaio Sobre Carolina “é o discurso de atores negros sobre os vestígios dos dias na vida das Carolinas na cidade”.
Serviço :
Temporada: 6 de março à 25 de abril
Local Espaço 1 Teatro do Anônimo- Fundição Progresso
Rua dos Arcos, 24 -Lapa
Informações 2524-0930 /2240-2478
Sábados às 20h Domingo às 19h
Valor : R$ 10,00
Elenco – Cia. Teatral Os Crespos (Gal Quaresma, Lucélia Sérgio, Mawusi Tulani, Sidney Santiago e Tairone Porto)
Chega ao Rio de Janeiro a peça “Ensaio sobre Carolina”, da Cia. Teatral Os Crespos. O texto aborda questões como fome, miséria, preconceito e relações raciais, criado a partir do “Quarto de Despejo”, da escritora negra Carolina Maria de Jesus.
A Cia. Teatral Os Crespos surgiu, em 2.005, nas dependências da mais tradicional escola de interpretação, a Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (USP), em atividade desde 1948. Era um grupo de alunos-atores negros dentro de uma instituição com modelo elitista e desconectada da realidade étnico-racial do país.
A montagem, sob a direção de José Fernando de Azevedo – especialmente convidado pelo grupo -, utiliza a dança, o canto e o corpo como linguagem. A Cia surgiu na EAD (Escola de Arte Dramática da USP), numa turma de alunos onde cinco integrantes eram negros. Houve uma organização desses alunos, que tinham em comum a vontade de discutir a sua formação e como foco estudar a história do negro nas artes cênicas no Brasil, numa instituição em que essa discussão não existia.O elenco é todo formando por negr@s desde o diretor até o iluminador
O Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus, pareceu um bom ponto de partida para trazer à cena questões que, na história, são apresentadas através da fala de uma negra favelada: o olhar e o discurso da catadora de papel sobre sua realidade e o convívio na sociedade brasileira. Para o grupo, Ensaio Sobre Carolina “é o discurso de atores negros sobre os vestígios dos dias na vida das Carolinas na cidade”.
Serviço :
Temporada: 6 de março à 25 de abril
Local Espaço 1 Teatro do Anônimo- Fundição Progresso
Rua dos Arcos, 24 -Lapa
Informações 2524-0930 /2240-2478
Sábados às 20h Domingo às 19h
Valor : R$ 10,00
Elenco – Cia. Teatral Os Crespos (Gal Quaresma, Lucélia Sérgio, Mawusi Tulani, Sidney Santiago e Tairone Porto)
Trailer no Youtube:
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
ÓTIMA ENTREVISTA SOBRE NEGRITUDE COM CHICO CÉSAR
Retirado do canal do STF no youtube.
Voltar para o youtube tem dessas surpresas. Dando uma "surfada" encontramos está entrevista do Chico César que revela uma alma antenada, embasada e muito bem articulada quanto aos seus argumentos pro-negritude e reparação.
A base da entrevista é a música "Respeite meus cabelos brancos".
Confira clicando nas janelas abaixo.
A edição de estreia do programa Refrão, exibido pela TV Justiça, recebe o artista Chico César, cantor e compositor que interpreta a música Respeitem meus cabelos brancos, sobre o preconceito racial. Chico acredita que nos dias atuais ainda existe a relação casa grande e senzala, e conta experiências nas quais foi vítima de preconceito. O presidente da Fundação Palmares, Zulu Araújo, fala da relação da letra da música com a realidade.
Refrão aborda legislação brasileira sobre racismo (1/3)
Refrão aborda legislação brasileira sobre racismo (2/3)
Refrão aborda legislação brasileira sobre racismo (3/3)
Voltar para o youtube tem dessas surpresas. Dando uma "surfada" encontramos está entrevista do Chico César que revela uma alma antenada, embasada e muito bem articulada quanto aos seus argumentos pro-negritude e reparação.
A base da entrevista é a música "Respeite meus cabelos brancos".
Confira clicando nas janelas abaixo.
A edição de estreia do programa Refrão, exibido pela TV Justiça, recebe o artista Chico César, cantor e compositor que interpreta a música Respeitem meus cabelos brancos, sobre o preconceito racial. Chico acredita que nos dias atuais ainda existe a relação casa grande e senzala, e conta experiências nas quais foi vítima de preconceito. O presidente da Fundação Palmares, Zulu Araújo, fala da relação da letra da música com a realidade.
Refrão aborda legislação brasileira sobre racismo (1/3)
Refrão aborda legislação brasileira sobre racismo (2/3)
Refrão aborda legislação brasileira sobre racismo (3/3)
EDIÇÃO DE FEVEREIRO DA REVISTA AFRICA E AFRICANIDADES
Recebido por email pela maravilhosa Editora Nagila Oliveira que produz essa senasacional revista digital Africa e africanidades.
Prezados,
Encaminho abaixo a relação de textos publicados na nova (Fevereiro / 2010) edição da Revista África e Africanidades.
Para acessar todo o conteúdo on-line visitar o site www.africaeafricanidades.com.
Lembro a todos que agora o site possui uma ferramenta de busca localizada acima da logo que permite que o usuário pesquise por autor, assunto ou palavra-chave dentro de todas as edições, agilizando e facilitando a disseminação de informação.
Os interessados em participar da próxima edição (Maio / 2010) deverão encaminhar artigos, resenhas, relatórios de pesquisa, opiniões até o dia 30 de março. O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 30 de abril no site da Revista África e Africanidades. Vejam normas e linhas de pesquisa em nossa página na seção Normas.
Atenciosamente,
Nágila Oliveira dos Santos
Diretora / Editora
ARTIGOS
A construção da identidade afrodescendente
Helenise da Cruz Conceição - FAVIC / Brasil
Antônio Carlos Lima da Conceição - UFBA / Brasil
Águas de Oxum para um corpo contemporâneo
Nadir Nóbrega Oliveira - UFBA / Brasil
Axé-Axé: o megafenômeno baiano
Ianá Souza Pereira - UFBA / Brasil
Conhecimentos tradicionais de matriz africana e afro-brasileira no ensino de Ciências: um grande desafio
Douglas Verrangia - UFSCar / Brasil
Contribuições contra a invisibilidade e o silenciamento afro-descendente
Alexandre de Oliveira Fernandes - UNEB / Brasil
Cruzando olhares: figurações do narrador em “As duas sombras do rio”
Luana Antunes Costa - USP / Brasil
Direito e moral em “Ualalapi”
Esmeralda Simões Martinez - Universidade Clássica de Lisboa / Portugal
E quem disse que Chapeuzinho Vermelho não pode ser negra?
Paulo de Tássio Borges da Silva -UESB / Brasil
Identidade cultural: comunidades quilombolas do extremo sul da Bahia em questão
Eduardo Luis Biazzi de Abreu - FACTEF / Brasil
Jongo e resistência cultural
Luciana da Conceição Figueiredo - UCAM / Brasil
Lições da Mãe – África: uma performance desconhecida do ambientalismo africano
Maurício Waldman - UNICAMP / Brasil
Marias que venceram na vida: uma análise da ascensão da mulher negra via escolarização em Salvador, BA
Edilene Machado Pereira - PUC-SP / Brasil
O basquete de rua como manifestação da cultura corporal étnica em Salvador
Ruy J. Braga Duarte - UFBA / Brasil
O samba como resistência e reafirmação
Larissa Lisboa - UNICAMP / Brasil
Representações identitárias luso-angolana no tempo dos flamengos: A ressignificação histórico-ficcional e sócio-cultural em “A gloriosa família”
Isabel Leslie Figueirêdo de Menezes Lima - UFBA / Brasil
Tensões e desafios para a implantação da lei 10.639/03 no município de Itapetinga – BA
José Valdir Jesus de Santana - UFSCar / Brasil
Joeslei Santos Alves - UESB / Brasil
RESENHAS
A carne mais barata do mercado é a carne negra
Alex Santana França - UFBA / Brasil
O narrador oblíquo de Mia Couto: Venenos de Deus, Remédios do Diabo
Anselmo Peres Alôs - ISCTEM / Moçambique
COLUNAS
- CINEMA
À procura da felicidade
Roberto de Oliveira – Eddi MC
- CORPO: SOM E MOVIMENTO
Acalantos afro-brasileiros
Denise Guerra - SME de Queimados / Brasil
- CRÍTICA LITERÁRIA
“Praianas - Revisitações do Tempo e da Cidade”
Ricardo Riso - Universidade Estácio de Sá / Brasil
- LITERATURA AFRO-BRASILEIRA
Por dentro do "Caroço de dendê: a sabedoria dos terreiros", de Mãe Beata de Yemonjá
Assunção de Maria Sousa e Silva - UESPI e UFPI / Brasil
- MITOLOGIA AFRICANA
Mitos de Exu: entre ordenamento da estrutura e conduta social e história exemplar
Nágila Oliveira dos Santos - ESFLUP / Brasil
- PSICOLOGIA
Qualquer forma de amar vale a pena
Ana Luiza dos Santos Julio - Abrapso / Brasil
SALA DE AULA
- ATITUDE FILOSÓFICA
Filosofia de raiz africana como um pensamento da complementaridade
Luis Carlos Ferreira dos Santos - UFBA / Brasil
- POR DENTRO DA HISTÓRIA
O teatro de bonecos: uma metodologia de inserção da história das populações negras na sala de aula
Waldeci Ferreira Chagas - UEPB / Brasil
- PLANO DE AULA
Cooperação e Solidariedade
Luis Carlos Ferreira dos Santos - UFBA / Brasil
RELATÓRIO DE PESQUISA
Negros estão fora do parlamento brasileiro: balanço eleitoral do voto étnico negro presença dos negros no parlamento
Alexandre Braga e Adilson Nascimento - UNEGRO / Brasil
OPINIÃO
A guerra civil no Equador
Alexandre Braga - UNEGRO / Brasil
Cadernos África e Africanidades
Adquira já o seu em www.lojaafricaeafricanidades.com
Prezados,
Encaminho abaixo a relação de textos publicados na nova (Fevereiro / 2010) edição da Revista África e Africanidades.
Para acessar todo o conteúdo on-line visitar o site www.africaeafricanidades.com.
Lembro a todos que agora o site possui uma ferramenta de busca localizada acima da logo que permite que o usuário pesquise por autor, assunto ou palavra-chave dentro de todas as edições, agilizando e facilitando a disseminação de informação.
Os interessados em participar da próxima edição (Maio / 2010) deverão encaminhar artigos, resenhas, relatórios de pesquisa, opiniões até o dia 30 de março. O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 30 de abril no site da Revista África e Africanidades. Vejam normas e linhas de pesquisa em nossa página na seção Normas.
Atenciosamente,
Nágila Oliveira dos Santos
Diretora / Editora
ARTIGOS
A construção da identidade afrodescendente
Helenise da Cruz Conceição - FAVIC / Brasil
Antônio Carlos Lima da Conceição - UFBA / Brasil
Águas de Oxum para um corpo contemporâneo
Nadir Nóbrega Oliveira - UFBA / Brasil
Axé-Axé: o megafenômeno baiano
Ianá Souza Pereira - UFBA / Brasil
Conhecimentos tradicionais de matriz africana e afro-brasileira no ensino de Ciências: um grande desafio
Douglas Verrangia - UFSCar / Brasil
Contribuições contra a invisibilidade e o silenciamento afro-descendente
Alexandre de Oliveira Fernandes - UNEB / Brasil
Cruzando olhares: figurações do narrador em “As duas sombras do rio”
Luana Antunes Costa - USP / Brasil
Direito e moral em “Ualalapi”
Esmeralda Simões Martinez - Universidade Clássica de Lisboa / Portugal
E quem disse que Chapeuzinho Vermelho não pode ser negra?
Paulo de Tássio Borges da Silva -UESB / Brasil
Identidade cultural: comunidades quilombolas do extremo sul da Bahia em questão
Eduardo Luis Biazzi de Abreu - FACTEF / Brasil
Jongo e resistência cultural
Luciana da Conceição Figueiredo - UCAM / Brasil
Lições da Mãe – África: uma performance desconhecida do ambientalismo africano
Maurício Waldman - UNICAMP / Brasil
Marias que venceram na vida: uma análise da ascensão da mulher negra via escolarização em Salvador, BA
Edilene Machado Pereira - PUC-SP / Brasil
O basquete de rua como manifestação da cultura corporal étnica em Salvador
Ruy J. Braga Duarte - UFBA / Brasil
O samba como resistência e reafirmação
Larissa Lisboa - UNICAMP / Brasil
Representações identitárias luso-angolana no tempo dos flamengos: A ressignificação histórico-ficcional e sócio-cultural em “A gloriosa família”
Isabel Leslie Figueirêdo de Menezes Lima - UFBA / Brasil
Tensões e desafios para a implantação da lei 10.639/03 no município de Itapetinga – BA
José Valdir Jesus de Santana - UFSCar / Brasil
Joeslei Santos Alves - UESB / Brasil
RESENHAS
A carne mais barata do mercado é a carne negra
Alex Santana França - UFBA / Brasil
O narrador oblíquo de Mia Couto: Venenos de Deus, Remédios do Diabo
Anselmo Peres Alôs - ISCTEM / Moçambique
COLUNAS
- CINEMA
À procura da felicidade
Roberto de Oliveira – Eddi MC
- CORPO: SOM E MOVIMENTO
Acalantos afro-brasileiros
Denise Guerra - SME de Queimados / Brasil
- CRÍTICA LITERÁRIA
“Praianas - Revisitações do Tempo e da Cidade”
Ricardo Riso - Universidade Estácio de Sá / Brasil
- LITERATURA AFRO-BRASILEIRA
Por dentro do "Caroço de dendê: a sabedoria dos terreiros", de Mãe Beata de Yemonjá
Assunção de Maria Sousa e Silva - UESPI e UFPI / Brasil
- MITOLOGIA AFRICANA
Mitos de Exu: entre ordenamento da estrutura e conduta social e história exemplar
Nágila Oliveira dos Santos - ESFLUP / Brasil
- PSICOLOGIA
Qualquer forma de amar vale a pena
Ana Luiza dos Santos Julio - Abrapso / Brasil
SALA DE AULA
- ATITUDE FILOSÓFICA
Filosofia de raiz africana como um pensamento da complementaridade
Luis Carlos Ferreira dos Santos - UFBA / Brasil
- POR DENTRO DA HISTÓRIA
O teatro de bonecos: uma metodologia de inserção da história das populações negras na sala de aula
Waldeci Ferreira Chagas - UEPB / Brasil
- PLANO DE AULA
Cooperação e Solidariedade
Luis Carlos Ferreira dos Santos - UFBA / Brasil
RELATÓRIO DE PESQUISA
Negros estão fora do parlamento brasileiro: balanço eleitoral do voto étnico negro presença dos negros no parlamento
Alexandre Braga e Adilson Nascimento - UNEGRO / Brasil
OPINIÃO
A guerra civil no Equador
Alexandre Braga - UNEGRO / Brasil
Cadernos África e Africanidades
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
MUSEU AFRO BRASIL GANHA APCA 2009
Retirado do site Afropress.
Por: Redação:
Cláudia Alexandre, da Assessoria de Imprensa do Museu Afro Brasil - Fonte: Afropress - 9/12/2009
S. Paulo - O Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura é o vencedor do Prêmio APCA 2009 - “Melhor Iniciativa Cultural” da Categoria Artes Visuais. O Museu se destacou pelo conjunto de exposições apresentadas com contribuição de grande importância para a história e a memória da cultura afro- brasileira.
Esta é a segunda vez que o Museu Afro Brasil é eleito pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Em 2005 ele foi o ganhador na mesma categoria. A comissão de votação contou com seis dos principais jornalistas que cobrem a área de cultura e variedades em veículos de imprensa de São Paulo: Rubens Fernandes Júnior; José Henrique Fabre Rolim; João Spinelli; Dalva Abrantes; Luiz Ernesto Kawall; Enock Sacramento; Emília Okubo.
A cerimônia de premiação está prevista para o dia 06 de abril de 2010, no SESC Pinheiros.
O Museu
Localizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, o Museu Afro Brasil foi fundado em 2004 e tem como Diretor-Curador o artista plástico Emanoel Araújo. A sede ocupa três andares do suntuoso Pavilhão Manoel da Nóbrega, abrigando exposições simultâneas, de longa duração e temporárias.
Até 25 de janeiro de 2010, o público visitante poderá conferir as seguintes exposições: “Os Mágicos Olhos das Américas”; “Eu Tenho Um Sonho: De King a Obama – A Saga Negra do Norte”; “África em Nós”; “110 Telas, 60 Dias e Um Diário de Viagem – Amazonas 1975” , de José Claudio da Silva e “Francisco de Paula Britto (1809 – 2009) - 200 Anos do Primeiro Editor Brasileiro”.
Ainda no primeiro piso estão as mostras de longa duração “Deoscoredes Maximiliano dos Santos – O Escultor do Sagrado”, homenagem aos 90 anos do Mestre Didi”; “Formas e Pulos – O Saci no Imaginário”.
Há 54 anos a APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) escolhe os melhores nas seguintes categorias: Artes Visuais, Cinema, Dança, Literatura, Música Erudita, Música Popular, Rádio, Teatro, Teatro Infantil e Televisão. No total participaram da votação 2009, cerca de 50 jornalistas.
Por: Redação:
Cláudia Alexandre, da Assessoria de Imprensa do Museu Afro Brasil - Fonte: Afropress - 9/12/2009
S. Paulo - O Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura é o vencedor do Prêmio APCA 2009 - “Melhor Iniciativa Cultural” da Categoria Artes Visuais. O Museu se destacou pelo conjunto de exposições apresentadas com contribuição de grande importância para a história e a memória da cultura afro- brasileira.
Esta é a segunda vez que o Museu Afro Brasil é eleito pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Em 2005 ele foi o ganhador na mesma categoria. A comissão de votação contou com seis dos principais jornalistas que cobrem a área de cultura e variedades em veículos de imprensa de São Paulo: Rubens Fernandes Júnior; José Henrique Fabre Rolim; João Spinelli; Dalva Abrantes; Luiz Ernesto Kawall; Enock Sacramento; Emília Okubo.
A cerimônia de premiação está prevista para o dia 06 de abril de 2010, no SESC Pinheiros.
O Museu
Localizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, o Museu Afro Brasil foi fundado em 2004 e tem como Diretor-Curador o artista plástico Emanoel Araújo. A sede ocupa três andares do suntuoso Pavilhão Manoel da Nóbrega, abrigando exposições simultâneas, de longa duração e temporárias.
Até 25 de janeiro de 2010, o público visitante poderá conferir as seguintes exposições: “Os Mágicos Olhos das Américas”; “Eu Tenho Um Sonho: De King a Obama – A Saga Negra do Norte”; “África em Nós”; “110 Telas, 60 Dias e Um Diário de Viagem – Amazonas 1975” , de José Claudio da Silva e “Francisco de Paula Britto (1809 – 2009) - 200 Anos do Primeiro Editor Brasileiro”.
Ainda no primeiro piso estão as mostras de longa duração “Deoscoredes Maximiliano dos Santos – O Escultor do Sagrado”, homenagem aos 90 anos do Mestre Didi”; “Formas e Pulos – O Saci no Imaginário”.
Há 54 anos a APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) escolhe os melhores nas seguintes categorias: Artes Visuais, Cinema, Dança, Literatura, Música Erudita, Música Popular, Rádio, Teatro, Teatro Infantil e Televisão. No total participaram da votação 2009, cerca de 50 jornalistas.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
sábado, 31 de janeiro de 2009
LIVROS E CARTILHAS AFRO A VENDA
Não é comum anunciarmos venda no blog, mas o material é muito bom e tem a assinatura do Pestana, grande cartunista.
Para acessar o site da Editora EcramBooks clique aqui.
Negros: O Brasil Nos Deve Milhões
Autora: Claudete Alves
Páginas: 360
Preço: R$ 50,00
Para acessar o site da Editora EcramBooks clique aqui.
Negros: O Brasil Nos Deve Milhões
Autora: Claudete AlvesPáginas: 360
Preço: R$ 50,00
Violência Histórica
Autor: Maurício Pestana
Totalmente ilustrado e colorido
Preço: R$ 30,00
Racista? Eu? De jeito nenhum!
Autor: Maurício PestanaTotalmente ilustrado e colorido
Preço: R$ 30,00
Racista? Eu? De jeito nenhum!
Manual de Sobrevivência do Negro no Brasil
Autor: Maurício Pestana
Totalmente ilustrado e colorido
Preço: R$ 30,00
Autor: Maurício PestanaTotalmente ilustrado e colorido
Preço: R$ 30,00
A Revolta do Búzios
Autor: Maurício Pestana
Totalmente ilustrado e colorido
Preço: R$ 20,00
Lendas dos Orixás para Crianças: EXU
Autor: Maurício PestanaTotalmente ilustrado e colorido
Preço: R$ 20,00
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
FESTIVAL CARA E CULTURA NEGRA
Recebido por email.
Chegou a hora! Quarta-feira, 05/11, começa a programação do Cara e Cultura Negra, quinze dias com atrações para todos os gostos. Música, moda, oficinas, palestras, mostras educacionais, campeonato de rimas e mostras fotográficas vão ocupar o Teatro Nacional Claudio Santoro e a Praça Zumbi dos Palmares de 05 a 20 de novembro. Atrações do Cara e Cultura Negra 2008 Quarta-feira, 05/11, Teatro Nacional Cláudio Santoro, Foyer da Sala Villa Lobos e Mezanino, às 18h - desfile de moda e beleza negra KanimandoSala Villa Lobos, às 21h - apresentação do Balé Folclórico da Bahia
Quinta-feira, 06/11, Teatro Nacional Cláudio Santoro, Foyer da Sala Villa Lobos, às 15h - Palestra "A influência da cultura negra na moda brasileira", com Dr. Samuel Abrantes
Sexta-feira, 07/11, Área Externa Teatro Nacional Claudio Santoro - apresentações musicais com entrada livre
19h – Máximo Mansur (DF)
19h30min – Cesar de Paula DF)
20h - Sérgio Magalhães (DF)
20h30min – Ellen Oléria (DF)
21h– Caiana dos Crioulos (PB)
Sábado, 08/11, Área Externa Teatro Nacional Claudio Santoro - apresentações musicais com entrada livre
19h – Congo Nya (DF)
20h – Babilak Bah (BH)
21h – Peu Meurray (BA)
22h – Mamour Ba (Senegal)
23h – Fanta Konatê e Petit Mamady Keita (República da Guiné)
Veja Programação completa e inscrições para oficinas no site: http://www.caraeculturanegra.com.br/index.htm
Quinta-feira, 06/11, Teatro Nacional Cláudio Santoro, Foyer da Sala Villa Lobos, às 15h - Palestra "A influência da cultura negra na moda brasileira", com Dr. Samuel Abrantes
Sexta-feira, 07/11, Área Externa Teatro Nacional Claudio Santoro - apresentações musicais com entrada livre
19h – Máximo Mansur (DF)
19h30min – Cesar de Paula DF)
20h - Sérgio Magalhães (DF)
20h30min – Ellen Oléria (DF)
21h– Caiana dos Crioulos (PB)
Sábado, 08/11, Área Externa Teatro Nacional Claudio Santoro - apresentações musicais com entrada livre
19h – Congo Nya (DF)
20h – Babilak Bah (BH)
21h – Peu Meurray (BA)
22h – Mamour Ba (Senegal)
23h – Fanta Konatê e Petit Mamady Keita (República da Guiné)
Veja Programação completa e inscrições para oficinas no site: http://www.caraeculturanegra.com.br/index.htm
sábado, 11 de outubro de 2008
ENCONTRO COM A LITERATURA NEGRA INFANTO-JUVENIL
Recebido por email.
Palestra com a cientista social doutoranda na área de Antropologia Social pela Universidade de São Paulo
(Atendendo às determinações da Lei 10.639 / 03)
HELOISA PIRES LIMA,
escritora, autora de livros infanto-juvenis
criadora da Selo Negro Edições, da qual foi editora,
DATA: terça-feira, dia 14 de outubro de 2008
HORÁRIO: às 19 HORAS
LOCAL: Memorial do Rio Grande do Sul (Rua 7 de Setembro, nº 1020)
Praça da Alfândega
ENTRADA FRANCA
Será fornecido Certificado de Presença
A HISTÓRIA E CULTURA AFRO NOS PALCOS DE BRASÍLIA
Recbido por email.
A história e a cultura afro-brasileira no palco do teatro da Caixa
Contribuir para a preservação da memória e da história da cultura afro-brasileira. Esta é a intenção da CAIXA Cultural com o projeto Pontes sobre o Atlântico – África Viva, que chega à Brasília para uma série de atividades gratuitas entre 10 e 12 de outubro. Os guineanos Fanta Konatê e Petit Mamady Keita mostram, na sexta e sábado, a partir das 21h, uma mistura musical, envolvendo voz, instrumentos e dança. Além disso, ministram no sábado e no domingo dois workshops sobre dança, percussão e vivência africana.
Fruto da parceria entre o Instituto África Viva e a Eclética Produtora, o projeto Pontes sobre o Atlântico – África Viva intenciona contribuir na difusão dos saberes tradicionais que constituíram a formação histórica do Brasil na sua diversidade, identidade, ancestralidade e cultura a partir do amplo legado africano. Para isso, montou uma ampla programação.
Na sexta e sábado, Fanta Konatê e Petit Mamady Keita, acompanhados pelos brasileiros da Troupe Djembedon, apresentam show baseado em três pilares: voz, instrumento e danças. A voz representa a musicalidade das tradições africanas, herdeira do Império Mandinga (séc. XIII). O instrumento, representado pelo Djembê, é uma ferramenta social, um tambor milenar originário da Etnia Malinkê (Guiné/Mali), confeccionado em forma de taça a partir do tronco de uma árvore sagrada. Já as danças expressam a alegria e a vitalidade de um povo que se reúne diariamente para celebrar os ritos de passagem de um indivíduo, desde a gestação até a idade adulta, abordando a fertilidade, o batismo, a circuncisão, o trabalho no campo, o casamento e ritos de passagem.
Meia hora antes de cada espetáculo, fotografias digitalizadas serão apresentadas em uma tela de 8x8 metros. As imagens projetadas contextualizam a música e a dança com as belas imagens captadas na África, mais exatamente na República da Guiné, ou mais conhecida como Guiné - Conakry. Esta região foi um dos lugares inspiradores do projeto.
Para completar o objetivo de contribui para o enriquecimento sócio-cultural, principalmente de estudantes da rede pública de ensino, os artistas Fanta Konatê e Petit Mamady também apresentaram dois workshops gratuitos para o público brasiliense. O primeiro será uma oficina de dança e percussão para músicos e bailarinos no sábado, dia 11, das 14h às 17h. Serão oferecidas 40 vagas para a área de percussão e 100 vagas para as de dança. O segundo é um workshop de vivência africana aberta para o público em geral, no domingo, dia 12, domingo, das 15h às 17h. As inscrições devem ser feitas pelo telefone: 3206- 9752.
Fanta Konatê
A cantora e bailarina guineana Fanta Konatê é filha do Mestre Djembefolá Famoudou Konatê e sua voz tem a beleza e força das divas africanas. Sua família é uma das mais representativas da arte tradicional Malinkê, da Região do Hamaná, nas savanas da Guiné, de onde surgiram o tambor Djembê e a música dos Griots.
Fanta Konatê é fundadora do Instituto África Viva e teve sua formação nos Balés "Hamaná", "Faretá", "Bolontá" e "Solei d´Afrique" na Guiné. Foi coreógrafa e bailarina do Grupo Baratzil; professora do Teatro Escola Brincante de Antônio Nóbrega; e, arte-educadora das ONGs Médicos sem Fronteiras e "Enfants Refugiees du Monde", nos quais trabalhou com adolescentes de rua e refugiados de guerra.
Acompanhada pela Troupe Djembedon, conta com sua irmã Fadima Konatê em duetos de voz e dança, eventualmente nos tambores também, com grande destreza. A "marcagem" dos passos das duas bailarinas pelo Mestre Percussionista Petit Mamady Keita torna som e movimento uma única manifestação, telepática, simbiótica , feliz e muito vigorosa. Ouvir e ver uma apresentação de Fanta Konatê é experimentar uma viagem às raízes culturais da Guiné.
Petit Mamady Keita
Iniciado na música pelo pai de Fanta Konatê, o Mestre Famoudou Konatê, ficou internacionalmente conhecido como "Petit Mamady" (Pequeno Mamady) aos 3 anos de idade quando participou do documentário "Djembefolá", de Laurent Chevalier em 1991, sobre a vida de seu homônimo "Mamady Keita Kargus".
Petit Mamady Keita é um dos poucos conhecedores da cultura tradicional das aldeias Malinkês de diferentes regiões, (Hamaná, Gberedu, Sankaran) e também da contemporaneidade dos melhores balés da Capital da Guiné – Conakry.
Gravou os CDs dos percussionistas Amadou Diakite, Djara Konatê, em 2007, e o DVD do Ballet Waterfree, em 2006. Excursionou pela Alemanha e Dinamarca em 2002, como solista dos estágios de dança de MaFanta Kaba, sua mãe e coreógrafa do Balé Nacional da Guiné.
Mamady chegou ao Brasil em 2007 para integrar a Troupe Djembedon, trazendo a alegria e a precisão da melhor música percussiva da República da Guiné. A integração deste incomparável solista com as danças maravilhosas de Fanta e Fadima Konatê é um espetáculo de rara beleza.
Serviço:
Espetáculo Pontes sobre o Atlântico – África Viva, com Fanta Konatê e Petit Mamady Keita
Dias: 10 e 11 de outubro de 2008
Horários: às 21h
Local: Teatro da Caixa - SBS Qd 4 lote 3/4, anexo do edifício Matriz da Caixa
Recepção: 3206-9448 / Administração: 3206-9450
Bilheteria: 3206-6456 (aberta de terça-feira a domingo, das 12h às 21h)
Entrada Franca (mediante retida de ingresso na bilheteria)
Classificação etária: livre
Workshops
Tema: Dança e percussão para músicos e bailarinos
Data: 11 de outubro de 2008
Horário: das 14h às 17h
Ministrantes: Fanta Konatê e Petit Mamady
Tema: Vivência africana – aberta ao público
Data: 12 de outubro de 2008
Horário: das 15h às 17h
Ministrantes: Fanta Konatê e Petit Mamady
Local: Teatro da Caixa
Endereço: SBS Qd 4 lote 3/4, anexo do edifício Matriz da Caixa
Inscrições gratuitas pelo telefone: 3206-9752
Classificação etária: livre
Informações e entrevistas:
Rogério (Eclética Produtora): (16) 3620- 7032
Luis Kinugawa (diretor artístico): (11) 3368-6049 / 9671-1477
Instituto África Viva – www.fantakonate.com
Assessoria de Imprensa
Caixa Econômica Federal
CAIXA Cultural - Brasília/ DF
(61) 3206-8030/ 9895
(61) 9202- 2144/ 8101-9902
imprensa.cultura@caixa.gov.br
Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. www.caixa.gov.br/caixacultural
A história e a cultura afro-brasileira no palco do teatro da CaixaContribuir para a preservação da memória e da história da cultura afro-brasileira. Esta é a intenção da CAIXA Cultural com o projeto Pontes sobre o Atlântico – África Viva, que chega à Brasília para uma série de atividades gratuitas entre 10 e 12 de outubro. Os guineanos Fanta Konatê e Petit Mamady Keita mostram, na sexta e sábado, a partir das 21h, uma mistura musical, envolvendo voz, instrumentos e dança. Além disso, ministram no sábado e no domingo dois workshops sobre dança, percussão e vivência africana.
Fruto da parceria entre o Instituto África Viva e a Eclética Produtora, o projeto Pontes sobre o Atlântico – África Viva intenciona contribuir na difusão dos saberes tradicionais que constituíram a formação histórica do Brasil na sua diversidade, identidade, ancestralidade e cultura a partir do amplo legado africano. Para isso, montou uma ampla programação.
Na sexta e sábado, Fanta Konatê e Petit Mamady Keita, acompanhados pelos brasileiros da Troupe Djembedon, apresentam show baseado em três pilares: voz, instrumento e danças. A voz representa a musicalidade das tradições africanas, herdeira do Império Mandinga (séc. XIII). O instrumento, representado pelo Djembê, é uma ferramenta social, um tambor milenar originário da Etnia Malinkê (Guiné/Mali), confeccionado em forma de taça a partir do tronco de uma árvore sagrada. Já as danças expressam a alegria e a vitalidade de um povo que se reúne diariamente para celebrar os ritos de passagem de um indivíduo, desde a gestação até a idade adulta, abordando a fertilidade, o batismo, a circuncisão, o trabalho no campo, o casamento e ritos de passagem.
Meia hora antes de cada espetáculo, fotografias digitalizadas serão apresentadas em uma tela de 8x8 metros. As imagens projetadas contextualizam a música e a dança com as belas imagens captadas na África, mais exatamente na República da Guiné, ou mais conhecida como Guiné - Conakry. Esta região foi um dos lugares inspiradores do projeto.
Para completar o objetivo de contribui para o enriquecimento sócio-cultural, principalmente de estudantes da rede pública de ensino, os artistas Fanta Konatê e Petit Mamady também apresentaram dois workshops gratuitos para o público brasiliense. O primeiro será uma oficina de dança e percussão para músicos e bailarinos no sábado, dia 11, das 14h às 17h. Serão oferecidas 40 vagas para a área de percussão e 100 vagas para as de dança. O segundo é um workshop de vivência africana aberta para o público em geral, no domingo, dia 12, domingo, das 15h às 17h. As inscrições devem ser feitas pelo telefone: 3206- 9752.
Fanta Konatê
A cantora e bailarina guineana Fanta Konatê é filha do Mestre Djembefolá Famoudou Konatê e sua voz tem a beleza e força das divas africanas. Sua família é uma das mais representativas da arte tradicional Malinkê, da Região do Hamaná, nas savanas da Guiné, de onde surgiram o tambor Djembê e a música dos Griots.
Fanta Konatê é fundadora do Instituto África Viva e teve sua formação nos Balés "Hamaná", "Faretá", "Bolontá" e "Solei d´Afrique" na Guiné. Foi coreógrafa e bailarina do Grupo Baratzil; professora do Teatro Escola Brincante de Antônio Nóbrega; e, arte-educadora das ONGs Médicos sem Fronteiras e "Enfants Refugiees du Monde", nos quais trabalhou com adolescentes de rua e refugiados de guerra.
Acompanhada pela Troupe Djembedon, conta com sua irmã Fadima Konatê em duetos de voz e dança, eventualmente nos tambores também, com grande destreza. A "marcagem" dos passos das duas bailarinas pelo Mestre Percussionista Petit Mamady Keita torna som e movimento uma única manifestação, telepática, simbiótica , feliz e muito vigorosa. Ouvir e ver uma apresentação de Fanta Konatê é experimentar uma viagem às raízes culturais da Guiné.
Petit Mamady Keita
Iniciado na música pelo pai de Fanta Konatê, o Mestre Famoudou Konatê, ficou internacionalmente conhecido como "Petit Mamady" (Pequeno Mamady) aos 3 anos de idade quando participou do documentário "Djembefolá", de Laurent Chevalier em 1991, sobre a vida de seu homônimo "Mamady Keita Kargus".
Petit Mamady Keita é um dos poucos conhecedores da cultura tradicional das aldeias Malinkês de diferentes regiões, (Hamaná, Gberedu, Sankaran) e também da contemporaneidade dos melhores balés da Capital da Guiné – Conakry.
Gravou os CDs dos percussionistas Amadou Diakite, Djara Konatê, em 2007, e o DVD do Ballet Waterfree, em 2006. Excursionou pela Alemanha e Dinamarca em 2002, como solista dos estágios de dança de MaFanta Kaba, sua mãe e coreógrafa do Balé Nacional da Guiné.
Mamady chegou ao Brasil em 2007 para integrar a Troupe Djembedon, trazendo a alegria e a precisão da melhor música percussiva da República da Guiné. A integração deste incomparável solista com as danças maravilhosas de Fanta e Fadima Konatê é um espetáculo de rara beleza.
Serviço:
Espetáculo Pontes sobre o Atlântico – África Viva, com Fanta Konatê e Petit Mamady Keita
Dias: 10 e 11 de outubro de 2008
Horários: às 21h
Local: Teatro da Caixa - SBS Qd 4 lote 3/4, anexo do edifício Matriz da Caixa
Recepção: 3206-9448 / Administração: 3206-9450
Bilheteria: 3206-6456 (aberta de terça-feira a domingo, das 12h às 21h)
Entrada Franca (mediante retida de ingresso na bilheteria)
Classificação etária: livre
Workshops
Tema: Dança e percussão para músicos e bailarinos
Data: 11 de outubro de 2008
Horário: das 14h às 17h
Ministrantes: Fanta Konatê e Petit Mamady
Tema: Vivência africana – aberta ao público
Data: 12 de outubro de 2008
Horário: das 15h às 17h
Ministrantes: Fanta Konatê e Petit Mamady
Local: Teatro da Caixa
Endereço: SBS Qd 4 lote 3/4, anexo do edifício Matriz da Caixa
Inscrições gratuitas pelo telefone: 3206-9752
Classificação etária: livre
Informações e entrevistas:
Rogério (Eclética Produtora): (16) 3620- 7032
Luis Kinugawa (diretor artístico): (11) 3368-6049 / 9671-1477
Instituto África Viva – www.fantakonate.com
Assessoria de Imprensa
Caixa Econômica Federal
CAIXA Cultural - Brasília/ DF
(61) 3206-8030/ 9895
(61) 9202- 2144/ 8101-9902
imprensa.cultura@caixa.gov.br
Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. www.caixa.gov.br/caixacultural
sábado, 20 de setembro de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
NEGRO OLHAR LEITURAS DRAMATIZADAS
domingo, 20 de julho de 2008
EVENTO RITMO E SONS DA MÃE ÁFRICA - FESTIVAL INTRNACIONAL DE CAPOEIRA
Retirado do site do Diário do Nordeste
FESTIVAL (19/7/2008)
A partir de amanhã, Fortaleza sediará o I Festival Internacional de Capoeira e Tradições Afro-descendentes. (Foto: Divulgação)
A capoeira será a base do Festival. Oficinas e palestras abordam aspectos culturais da arte herdada dos africanos (Foto: Patrícia Oliveira)
O som do berimbau dará início à primeira edição do Festival Internacional de Capoeira e Tradições afro-descendentes, que acontece de domingo, dia 20, à sexta-feira, 25. O evento reúne dança, gastronomia, teatro, música, além de pessoas de vários países
Uma vasta programação cultural marca a primeira edição ´Tribos, Berimbaus e Tambores - I Festival Internacional de Capoeira e Tradições Afro-descendentes´, que acontece a partir de amanhã e se
estende até a próxima sexta-feira, 25. Seminários, oficinas, feira gastronômica e apresentações culturais reunirão estudiosos, pesquisadores, artistas e capoeiristas da América Latina e Europa.
Segundo o organizador do Festival, Robério Batista (Mestre Ratto), o evento é inspirado no Festival Internacional de Tradições Afro-Americanas(Fita), que acontece na Venezuela. ´Há quatro anos vou ao Fita. Em 2007 fui eleito membro honorário e resolvi trazer um pouco do espírito desse evento pra cá. É incrível como o povo de lá se envolve. Minhas expectativas são as melhores, tanto que pensamos que ele aconteça em outros anos´, comenta.
Aqui, a capoeira ganha um destaque maior na programação com oficinas, palestras, rodas e apresentações. ´A gente quer trabalhar a capoeira como um todo. Nosso objetivo é resgatar nossa raiz cultural, ou seja, nossa identidade´, defende.
Além disso, haverá show de reggae, na quinta-feira, com Banda Leões de Pedra, Dub Foundation Soundsystem e Selecta. No último dia, uma maratona de apresentações que incluem os espetáculos de danças afrobrasileiras Vozes Nago ( Valéria Pinheiro) e Quilombos (Bia Duarte), Cortejo dos Batuqueiros da Caravana Cultural, o Hip Hop do grupo MH2O e o show Tambores Venezuelanos.
Discussão cultural
Com a expectativa de atrair cerca de 600 participantes, o evento deve integrar artistas brasileiros e pesquisadores provenientes de sete países: Venezuela, Espanha, Hungria, Israel, Portugal, França e Holanda. Uma das convidadas é a coordenadora do Fita, a venezuelana Victória Lopez.
Na quarta-feira, o Professor-Doutor Fred Abreu - historiador da Universidade Federal da Bahia e uma das maiores referências no assunto, chega a Fortaleza para participar de um debate sobre Culturas afro-descendentes e Cidadania ao lado do antropólogo cearense Osvald Barroso. ´O que a gente quer é que a maior contribuição do evento seja um estudo estendido à pratica sobre a herança africana na América´,completa Mestre Ratto.
Para atrair ainda mais pessoas para celebrar a cultura afro, há várias opções gratuitas. Confira a programação completa do evento no site www.diariodonordeste.com.br
Mais informações:
Tribos, Berimbaus e Tambores - I Festival Internacional de Capoeira e Tradições afro-descendentes, de 20 a 27 de julho, no Centro Cultural Capoeira Água de Beber (Av. Pessoa Anta, 218 - Praia de Iracema). (3254.7817 e 8866.5835).
Karine Zaranza
Repórter
Domingo
16h - Cortejo de Berimbaus no trajeto Praia de Iracema -Dragão do Mar. Concentração, às 15h, em frente ao Náutico Atlético Clube.
17h - Abertura dos Jogos Comunitários de Capoeira do CECAB, na Praça Verde do Centro Cultural Dragão do Mar.
18h - Abertura Oficial do I Festival Internacional de Capoeira e Tradições Afrodescendentes no Centro Cultural Capoeira Água de Beber (CECAB).
A partir de amanhã, Fortaleza sediará o I Festival Internacional de Capoeira e Tradições Afro-descendentes. (Foto: Divulgação)A capoeira será a base do Festival. Oficinas e palestras abordam aspectos culturais da arte herdada dos africanos (Foto: Patrícia Oliveira)
O som do berimbau dará início à primeira edição do Festival Internacional de Capoeira e Tradições afro-descendentes, que acontece de domingo, dia 20, à sexta-feira, 25. O evento reúne dança, gastronomia, teatro, música, além de pessoas de vários países
Uma vasta programação cultural marca a primeira edição ´Tribos, Berimbaus e Tambores - I Festival Internacional de Capoeira e Tradições Afro-descendentes´, que acontece a partir de amanhã e se
estende até a próxima sexta-feira, 25. Seminários, oficinas, feira gastronômica e apresentações culturais reunirão estudiosos, pesquisadores, artistas e capoeiristas da América Latina e Europa.Segundo o organizador do Festival, Robério Batista (Mestre Ratto), o evento é inspirado no Festival Internacional de Tradições Afro-Americanas(Fita), que acontece na Venezuela. ´Há quatro anos vou ao Fita. Em 2007 fui eleito membro honorário e resolvi trazer um pouco do espírito desse evento pra cá. É incrível como o povo de lá se envolve. Minhas expectativas são as melhores, tanto que pensamos que ele aconteça em outros anos´, comenta.
Aqui, a capoeira ganha um destaque maior na programação com oficinas, palestras, rodas e apresentações. ´A gente quer trabalhar a capoeira como um todo. Nosso objetivo é resgatar nossa raiz cultural, ou seja, nossa identidade´, defende.
Além disso, haverá show de reggae, na quinta-feira, com Banda Leões de Pedra, Dub Foundation Soundsystem e Selecta. No último dia, uma maratona de apresentações que incluem os espetáculos de danças afrobrasileiras Vozes Nago ( Valéria Pinheiro) e Quilombos (Bia Duarte), Cortejo dos Batuqueiros da Caravana Cultural, o Hip Hop do grupo MH2O e o show Tambores Venezuelanos.
Discussão cultural
Com a expectativa de atrair cerca de 600 participantes, o evento deve integrar artistas brasileiros e pesquisadores provenientes de sete países: Venezuela, Espanha, Hungria, Israel, Portugal, França e Holanda. Uma das convidadas é a coordenadora do Fita, a venezuelana Victória Lopez.
Na quarta-feira, o Professor-Doutor Fred Abreu - historiador da Universidade Federal da Bahia e uma das maiores referências no assunto, chega a Fortaleza para participar de um debate sobre Culturas afro-descendentes e Cidadania ao lado do antropólogo cearense Osvald Barroso. ´O que a gente quer é que a maior contribuição do evento seja um estudo estendido à pratica sobre a herança africana na América´,completa Mestre Ratto.
Para atrair ainda mais pessoas para celebrar a cultura afro, há várias opções gratuitas. Confira a programação completa do evento no site www.diariodonordeste.com.br
Mais informações:
Tribos, Berimbaus e Tambores - I Festival Internacional de Capoeira e Tradições afro-descendentes, de 20 a 27 de julho, no Centro Cultural Capoeira Água de Beber (Av. Pessoa Anta, 218 - Praia de Iracema). (3254.7817 e 8866.5835).
Karine Zaranza
Repórter
Domingo
16h - Cortejo de Berimbaus no trajeto Praia de Iracema -Dragão do Mar. Concentração, às 15h, em frente ao Náutico Atlético Clube.
17h - Abertura dos Jogos Comunitários de Capoeira do CECAB, na Praça Verde do Centro Cultural Dragão do Mar.
18h - Abertura Oficial do I Festival Internacional de Capoeira e Tradições Afrodescendentes no Centro Cultural Capoeira Água de Beber (CECAB).
domingo, 29 de junho de 2008
EXPOSIÇÃO SOBRE ÁFRICA CHEGA A SANTARÉM
Retirado do site PortalamazoniaNOTICIAS
25 de junho de 2008.
25 de junho de 2008.
SANTARÉM - A Fundação Curro Velho com apoio da Universidade Federal do Pará está realizando no Terminal Turístico de Santarém a exposição Guiné Bissau, ‘Múltiplos olhares da África’.
Professores da Ufpa participaram de uma caapcitação na cidade africana e decidiram divulgar o que presenciaram naquela região. O projeto conta com o apoio da Seduc (Secretaria de Estado de Educação) e Semed (Secretaria Municipal de Educação) e provem de uma iniciativa da Unicef. De acordo com a coordenadora de educação e diversidade étnica e racial da Semed, Willivane Melo, a exposição também visa tornar conhecida a nova lei 1639/2003 que trata da inclusão da temática da educação, história e cultura afro-brasileira e africana, no currículo da educação básica.
A exposição vai ficar no Terminal até o dia 11 de julho. A partir de agosto, com o retorno das aulas, o material será divulgado nas escolas da rede pública da cidade.
Para assistir a vídeos com notícias e informações sobre a Amazônia, acesse www.portalamazonia.com/videosdaamazonia.
Fonte: No Tapajós - JK
Fonte: No Tapajós - JK
terça-feira, 3 de junho de 2008
EXPOSIÇÃO DA CULTURA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA
Retirado do site do Correio Nagô
Data: 05/06/1995
Horário: 16:30
Local: Universidade Estadual de Maringá
Endereço: Museu da Bacia do Paraná. - Maringá - PR
Entrada: R$ Gratuito
Contatos: 44 3028-5210
Mais informações sobre o evento:
IV ECA – EXPOSIÇÃO DA CULTURA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA.
Majestades: Reis e Rainhas africanas e celebridades negras
A exposição exibirá uma coleção de fotos que cobrem os sucessos de Majestades: Reis e Rainhas africanas e celebridades negras, ainda, curiosidades e inventos africanos, aspectos da história que não constam nos livros didáticos, à intenção da mostra, édesmistificar a história de flagelos do Continente Africano, e destacar a sobrevivência e promoção desta cultura, assim, a mostra serádividida em cinco seções:
I-seção: “Antiguidade: o Negro na história bíblica”Serão apresentadas Majestades Negras bíblicas, como: os Três Reis Magos, a Rainha de Sabá, e outros;
II-seção, "Idade Média a Idade Moderna, Majestades africanas e a Colonização do Continente Africano”.Aponta a brutalização, africanos escravizados embarcados para serem vendidos nas Américas e Europa, este período terá como expoente: Rainha Nghinga de Angola, ainda,Sunni Ali Ber rei deSonghay, - Samory, Napoleão Negro do Sudão, - Shaka: Rei dos Zulus - África do Sul, e outros;
III-seção denominado "Reinados no Continente Africano na atualidade”. Países africanos monárquicos que sobreviveram à colonização, Marrocos, Rei Mohammed VI, Suazilandia Rei MswatiIII, e outros.
IV-seção “Exaltação as personalidades africanas e afro brasileiros: Malcolm X, ou El-Hajj Malik El-Shabazz, Nelson Mandela, Martin Luther King, Amílcar Cabral, Zumbi dos Palmares, Luiz Gama eoutros.
V - seção: “África: da Antiguidade á Qualidade total” Curiosidades e inventos científicos africanos de pouca divulgação.
Curadora: Maria Vergínia Gonçalves dos Santos
Colaboração: Membros do ProjetoContato: mariaverginiagdossantos@msn.com
Data: 05/06/1995
Horário: 16:30
Local: Universidade Estadual de Maringá
Endereço: Museu da Bacia do Paraná. - Maringá - PR
Entrada: R$ Gratuito
Contatos: 44 3028-5210
Mais informações sobre o evento:
IV ECA – EXPOSIÇÃO DA CULTURA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA.
Majestades: Reis e Rainhas africanas e celebridades negras
A exposição exibirá uma coleção de fotos que cobrem os sucessos de Majestades: Reis e Rainhas africanas e celebridades negras, ainda, curiosidades e inventos africanos, aspectos da história que não constam nos livros didáticos, à intenção da mostra, édesmistificar a história de flagelos do Continente Africano, e destacar a sobrevivência e promoção desta cultura, assim, a mostra serádividida em cinco seções:
I-seção: “Antiguidade: o Negro na história bíblica”Serão apresentadas Majestades Negras bíblicas, como: os Três Reis Magos, a Rainha de Sabá, e outros;
II-seção, "Idade Média a Idade Moderna, Majestades africanas e a Colonização do Continente Africano”.Aponta a brutalização, africanos escravizados embarcados para serem vendidos nas Américas e Europa, este período terá como expoente: Rainha Nghinga de Angola, ainda,Sunni Ali Ber rei deSonghay, - Samory, Napoleão Negro do Sudão, - Shaka: Rei dos Zulus - África do Sul, e outros;
III-seção denominado "Reinados no Continente Africano na atualidade”. Países africanos monárquicos que sobreviveram à colonização, Marrocos, Rei Mohammed VI, Suazilandia Rei MswatiIII, e outros.
IV-seção “Exaltação as personalidades africanas e afro brasileiros: Malcolm X, ou El-Hajj Malik El-Shabazz, Nelson Mandela, Martin Luther King, Amílcar Cabral, Zumbi dos Palmares, Luiz Gama eoutros.
V - seção: “África: da Antiguidade á Qualidade total” Curiosidades e inventos científicos africanos de pouca divulgação.
Curadora: Maria Vergínia Gonçalves dos Santos
Colaboração: Membros do ProjetoContato: mariaverginiagdossantos@msn.com
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