
Apesar de não haver nenhum representante de universidade com cotas, além de membros de movimentos pró-ação afirmativa, o debate foi bom. Limitado aos padrões que o Estadão impõe na sua linha editorial.
O “griot” em tradições orais de vários povos africanos é um dos símbolos representativos dos narradores, dos que contam contos, cantam décimas, sábios, avós, mães e todos personagens cênicos ou não, que, em muitas sociedades, são depositários de histórias, de testemunhos ou de tradições que ele conta.
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Muito axé e militância pessoal e obrigado pelos comentários.