Recebido por email.
O “griot” em tradições orais de vários povos africanos é um dos símbolos representativos dos narradores, dos que contam contos, cantam décimas, sábios, avós, mães e todos personagens cênicos ou não, que, em muitas sociedades, são depositários de histórias, de testemunhos ou de tradições que ele conta.
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quarta-feira, 30 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
SEMINÁRIO NACIONA DE DST/AIDS E SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA
Retirado do blog ACMUN.
Seminário sobre a saúde da população negra começa nesta segunda-feira
O V Lai Lai Apejo- Seminário Nacional de DST/AIDS e Saúde da População Negra tem a intenção de debater, durante os três dias do encontro, políticas públicas para esse segmento da sociedade.
A Associação Cultural de Mulheres Negras (ACMUN) juntamente com a Rede Nacional Lai Lai Apejo: População Negra e HIV/Aids realizam nos dias 28, 29 e 30 de junho o V Seminário Nacional Lai Lai Apejo, que significa “Encontro Para Sempre” em expressão iorubá, no Hotel Continental em Porto Alegre.
Com o objetivo de contribuir para a articulação das organizações civil, profissionais e gestores para a proposição, monitoramento e avaliação das políticas públicas, ações, programas e projetos governamentais, na área da saúde, na perspectiva de combate ao racismo institucional, em saúde da população negra. O termo racismo institucional busca dar visibilidade a processos de discriminação indireta que ocorrem no seio das organizações.
Programação consiste em debates, palestras, mini-conferências e apresentações culturais. Os temas abordados durante o seminário serão sobre “Análise de Conjuntura: Políticas Públicas de Saúde no Brasil e no Mundo”, além de “Produção de Conhecimento Científico – População Negra e HIV/Aids”, “ Nascer, Viver e Envelhecer: Pessoas vivendo com HIV/Aids (Situação do Sujeito)” e “Experiências em HIV/Aids e População Negra”.
Lai Lai Apejo é um encontro estratégico que tem como foco principal debater temas sobre a saúde da população negra. Promovido, inicialmente pela ACMUN, da cidade de Porto Alegre/RS, desde 2002, se torna um marco na história da capital gaúcha. Esta iniciativa propicia troca de experiências e saberes entre os participantes e prevê a luta em defesa da equidade de gênero e raça/etnia. O encontro em si, já reuniu centenas de pessoas desde sua criação, que através de troca de experiências procuram encontrar soluções para os problemas existentes na sociedade.
Serviço:
O Quê: V Seminário Nacional Lai Lai Apejo
Onde: Hotel Continental, Largo Vespasiano Julio Veppo, número 77, próximo a estação rodoviária de Porto Alegre.
Quando: 28, 29 e 30 de junho.
PROGRAMAÇÃO
28/06
8h - Credenciamento
9h – Saudação aos participantes - ACMUN
9h30 – Harmonização de Conceitos
Facilitadora: Dra. Fernanda Lopes - Fundo de População das Nações Unidas
12h – Almoço
14h – Cerimônia de Abertura
15h - Conferência: “Análise de Conjuntura: Políticas Públicas de Saúde no Brasil e no Mundo”
Dra. Jurema Werneck – Conselho Nacional de Saúde/Articulação de Mulheres Negras Brasileiras/ AMNB
Coordenação: Elaine Oliveira Soares - Área Técnica de Saúde da População Negra da SMS de Porto Alegre
16h30 – Conferência: “Produção de conhecimento científico – população negra e HIV/AIDS”
Dra. Cristina Possas – Diretora da Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico (UPDT/Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais – MS)
Debatedora: Dra. Maria Inês Barbosa – Pesquisadora Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Coordenadora: Dra. Denise Botelho - Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPNUNB)
29/06
8h30 – HIV/AIDS no Brasil e no mundo (Situação Epidemiológica)
Karen Bruck - Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais – Ministério da Saúde
Debatedor: Celso Ricardo Monteiro – Coordenação Municipal de DST/AIDS de São Paulo
Coordenadora: Cleusa Aparecida da Silva – Casa Laudelina
10h30 – Nascer, Viver e Envelhecer: Pessoas vivendo com HIV/AIDS (Situação do Sujeito)
Micaela Cyrino – Rede Nacional de Jovens Vivendo com HIV/AIDS
Eliana Aparecida dos Santos – Movimento das Cidadãs Posithivas
Maria Aparecida Lemos – Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas
Coordenadora: Michely Ribeiro – Rede de Mulheres Negras do Paraná
12h - Almoço
14h – Identidades, Sexualidades e Aids (Situação Política)
Juliano Gonçalves Pereira – Jovem Homem - Rede Afro Atitude
Angela Donini – Gênero - Fundo de População das Nações Unidas
Verônica Lourenço – Lésbicas – Rede Sapatá
Chindalena Barbosa – Jovem Mulher - Associação Frida Kahlo
Coordenador: Adailton da Silva – Universidade Federal do Amazonas
17h– Experiências em HIV/AIDS e população negra
Miranete Arruda – Gerente da Política de Saúde da População Negra do Recife/PE
Ângela Martins - Rede de Mulheres Negras do Paraná
Coordenadora: Damiana Oliveira – Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais
19h – Momento Cultural
30/06
08h30 - Agenda Comum
Coordenador: Rede de Religiões Afro e Saúde – Jose Marmo da Silva
10h30 – Comemoração dos 100 anos do Primeiro Relato Científico da Doença Falciforme - Transmissão ao Vivo via internet
13h – Encerramento
Contato
ACMUN – (51) 3062-7009 (51) 3062-7009
Heloisa Duarte – (51) 8229-0662 (51) 8229-0662
Camila de Moraes – (51) 8451-6361 (51) 8451-6361
http://acmunrs.blogspot.com/
Seminário sobre a saúde da população negra começa nesta segunda-feira
O V Lai Lai Apejo- Seminário Nacional de DST/AIDS e Saúde da População Negra tem a intenção de debater, durante os três dias do encontro, políticas públicas para esse segmento da sociedade.
A Associação Cultural de Mulheres Negras (ACMUN) juntamente com a Rede Nacional Lai Lai Apejo: População Negra e HIV/Aids realizam nos dias 28, 29 e 30 de junho o V Seminário Nacional Lai Lai Apejo, que significa “Encontro Para Sempre” em expressão iorubá, no Hotel Continental em Porto Alegre.
Com o objetivo de contribuir para a articulação das organizações civil, profissionais e gestores para a proposição, monitoramento e avaliação das políticas públicas, ações, programas e projetos governamentais, na área da saúde, na perspectiva de combate ao racismo institucional, em saúde da população negra. O termo racismo institucional busca dar visibilidade a processos de discriminação indireta que ocorrem no seio das organizações.
Programação consiste em debates, palestras, mini-conferências e apresentações culturais. Os temas abordados durante o seminário serão sobre “Análise de Conjuntura: Políticas Públicas de Saúde no Brasil e no Mundo”, além de “Produção de Conhecimento Científico – População Negra e HIV/Aids”, “ Nascer, Viver e Envelhecer: Pessoas vivendo com HIV/Aids (Situação do Sujeito)” e “Experiências em HIV/Aids e População Negra”.
Lai Lai Apejo é um encontro estratégico que tem como foco principal debater temas sobre a saúde da população negra. Promovido, inicialmente pela ACMUN, da cidade de Porto Alegre/RS, desde 2002, se torna um marco na história da capital gaúcha. Esta iniciativa propicia troca de experiências e saberes entre os participantes e prevê a luta em defesa da equidade de gênero e raça/etnia. O encontro em si, já reuniu centenas de pessoas desde sua criação, que através de troca de experiências procuram encontrar soluções para os problemas existentes na sociedade.
Serviço:
O Quê: V Seminário Nacional Lai Lai Apejo
Onde: Hotel Continental, Largo Vespasiano Julio Veppo, número 77, próximo a estação rodoviária de Porto Alegre.
Quando: 28, 29 e 30 de junho.
PROGRAMAÇÃO
28/06
8h - Credenciamento
9h – Saudação aos participantes - ACMUN
9h30 – Harmonização de Conceitos
Facilitadora: Dra. Fernanda Lopes - Fundo de População das Nações Unidas
12h – Almoço
14h – Cerimônia de Abertura
15h - Conferência: “Análise de Conjuntura: Políticas Públicas de Saúde no Brasil e no Mundo”
Dra. Jurema Werneck – Conselho Nacional de Saúde/Articulação de Mulheres Negras Brasileiras/ AMNB
Coordenação: Elaine Oliveira Soares - Área Técnica de Saúde da População Negra da SMS de Porto Alegre
16h30 – Conferência: “Produção de conhecimento científico – população negra e HIV/AIDS”
Dra. Cristina Possas – Diretora da Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico (UPDT/Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais – MS)
Debatedora: Dra. Maria Inês Barbosa – Pesquisadora Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Coordenadora: Dra. Denise Botelho - Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPNUNB)
29/06
8h30 – HIV/AIDS no Brasil e no mundo (Situação Epidemiológica)
Karen Bruck - Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais – Ministério da Saúde
Debatedor: Celso Ricardo Monteiro – Coordenação Municipal de DST/AIDS de São Paulo
Coordenadora: Cleusa Aparecida da Silva – Casa Laudelina
10h30 – Nascer, Viver e Envelhecer: Pessoas vivendo com HIV/AIDS (Situação do Sujeito)
Micaela Cyrino – Rede Nacional de Jovens Vivendo com HIV/AIDS
Eliana Aparecida dos Santos – Movimento das Cidadãs Posithivas
Maria Aparecida Lemos – Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas
Coordenadora: Michely Ribeiro – Rede de Mulheres Negras do Paraná
12h - Almoço
14h – Identidades, Sexualidades e Aids (Situação Política)
Juliano Gonçalves Pereira – Jovem Homem - Rede Afro Atitude
Angela Donini – Gênero - Fundo de População das Nações Unidas
Verônica Lourenço – Lésbicas – Rede Sapatá
Chindalena Barbosa – Jovem Mulher - Associação Frida Kahlo
Coordenador: Adailton da Silva – Universidade Federal do Amazonas
17h– Experiências em HIV/AIDS e população negra
Miranete Arruda – Gerente da Política de Saúde da População Negra do Recife/PE
Ângela Martins - Rede de Mulheres Negras do Paraná
Coordenadora: Damiana Oliveira – Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais
19h – Momento Cultural
30/06
08h30 - Agenda Comum
Coordenador: Rede de Religiões Afro e Saúde – Jose Marmo da Silva
10h30 – Comemoração dos 100 anos do Primeiro Relato Científico da Doença Falciforme - Transmissão ao Vivo via internet
13h – Encerramento
Contato
ACMUN – (51) 3062-7009 (51) 3062-7009
Heloisa Duarte – (51) 8229-0662 (51) 8229-0662
Camila de Moraes – (51) 8451-6361 (51) 8451-6361
http://acmunrs.blogspot.com/
quarta-feira, 23 de junho de 2010
NEGRO É RETRATADO EM EXPOSIÇÃO
Retirado do site Norte.net.
19/06/2010
Michelle Tondineli
Repórter
Domingo será o último dia da exposição do artista plástico Telêmaco Uga. O vendedor de Cafezinho retrata o dia-a-dia dos negros baianos e a única coisa comum a todos, o cafezinho. De acordo com Telêmaco, estudar jornalismo e estar trabalhando há 10 anos com arte é apenas o começo da transmissão de sentimentos.
- Trabalho com cinegrafia e fazia isso em Salvador. Eu fiz uma exposição em São Romão e o pessoal do centro cultural viu e gostou. Daí surgiu a oportunidade para expor aqui. Esta exposição retrata o vendedor de cafezinho. Em busca de inclusão social, ele vendia com uma caixinha. Isso era costume na Bahia. Eu fiz um quadro e o meu professor de artes na Bahia sugeriu que eu fizesse uma série - diz.
Telêmaco destaca a rotina do rapaz do cafezinho.
- Ele faz uma troca com as pessoas, a do acarajé, troca o cigarro, jogando bola, e tem o concurso do carrinho mais bonito, da diferença de um com o outro. É um pessoal humilde, do subúrbio, pobre, é um folclore. Independente da classe social, todos tomam um cafezinho, é o que fica presente na vida - afirma.
O artista diz que gosta de explorar várias cores. No processo de criação, primeiro ele faz a imagem no papel para depois colocá-la no quadro.
- Esta exposição tem 13 quadros, entre eles xilogravura, papel artesanal de folha de banana, tecido de jeans e quadros - diz.
O vendedor de cafezinho, segundo Telêmaco Uga, é especial porque sempre promove a amizade e um bom relacionamento com as pessoas.
- Acredito que o meu trabalho está enriquecendo a cidade, porque quero que as pessoas reflitam sobre o dia-a-dia. As pessoas falam muito, mas não agem nada. Trabalho com artesanato, cerâmica e papel machê, mas não dá para viver só disso, temos que ter outras funções. Em meus quadros quero passar uma mensagem e não apenas decoração. Os turistas gostam da imagem do negro retratada nos quadros. Um quadro significativo foi dos negros sendo ferrados como se ferra gado, e o barão apenas olhando. O que interessa é fazer uma arte e seguir o nosso caminho de uma maneira diferente - afirma.
No 2º semestre, Telêmaco pretende expor a série que retrata o comportamento humano, com cerca de 20 quadros.
- É uma exposição de pintura moderna. Em cima do comportamento humano, o cidadão se incluiu oficialmente. Se observarmos, nós vivemos na 3ª pessoa, e quimicamente. Deus que faz tudo e o ser humano precisa se enxergar mais. A mulher que ele estupra e engravida joga o feto no esgoto, é bem meu estilo. Uma pintura moderna. É oposto em termo de traços. Eu defino o meu estilo figurativo, me preocupo em colocar a tinta na tela e definir os meus traços no momento. Tem quadro que pinto em duas horas, tem quadro que demoro meses. Depende muito. Sempre fui muito irresponsável, então não tive o costume de catalogar meus trabalhos, mas vendi muito para turistas europeus e para as galerias locais - finaliza.
Outras informações telemacouga@yahoo.com.br ou
(38) 9971-3258
(38) 9971-3258
19/06/2010
Michelle Tondineli
Repórter
Domingo será o último dia da exposição do artista plástico Telêmaco Uga. O vendedor de Cafezinho retrata o dia-a-dia dos negros baianos e a única coisa comum a todos, o cafezinho. De acordo com Telêmaco, estudar jornalismo e estar trabalhando há 10 anos com arte é apenas o começo da transmissão de sentimentos.- Trabalho com cinegrafia e fazia isso em Salvador. Eu fiz uma exposição em São Romão e o pessoal do centro cultural viu e gostou. Daí surgiu a oportunidade para expor aqui. Esta exposição retrata o vendedor de cafezinho. Em busca de inclusão social, ele vendia com uma caixinha. Isso era costume na Bahia. Eu fiz um quadro e o meu professor de artes na Bahia sugeriu que eu fizesse uma série - diz.
Telêmaco destaca a rotina do rapaz do cafezinho.
- Ele faz uma troca com as pessoas, a do acarajé, troca o cigarro, jogando bola, e tem o concurso do carrinho mais bonito, da diferença de um com o outro. É um pessoal humilde, do subúrbio, pobre, é um folclore. Independente da classe social, todos tomam um cafezinho, é o que fica presente na vida - afirma.
O artista diz que gosta de explorar várias cores. No processo de criação, primeiro ele faz a imagem no papel para depois colocá-la no quadro.
- Esta exposição tem 13 quadros, entre eles xilogravura, papel artesanal de folha de banana, tecido de jeans e quadros - diz.
O vendedor de cafezinho, segundo Telêmaco Uga, é especial porque sempre promove a amizade e um bom relacionamento com as pessoas.
- Acredito que o meu trabalho está enriquecendo a cidade, porque quero que as pessoas reflitam sobre o dia-a-dia. As pessoas falam muito, mas não agem nada. Trabalho com artesanato, cerâmica e papel machê, mas não dá para viver só disso, temos que ter outras funções. Em meus quadros quero passar uma mensagem e não apenas decoração. Os turistas gostam da imagem do negro retratada nos quadros. Um quadro significativo foi dos negros sendo ferrados como se ferra gado, e o barão apenas olhando. O que interessa é fazer uma arte e seguir o nosso caminho de uma maneira diferente - afirma.
No 2º semestre, Telêmaco pretende expor a série que retrata o comportamento humano, com cerca de 20 quadros.
- É uma exposição de pintura moderna. Em cima do comportamento humano, o cidadão se incluiu oficialmente. Se observarmos, nós vivemos na 3ª pessoa, e quimicamente. Deus que faz tudo e o ser humano precisa se enxergar mais. A mulher que ele estupra e engravida joga o feto no esgoto, é bem meu estilo. Uma pintura moderna. É oposto em termo de traços. Eu defino o meu estilo figurativo, me preocupo em colocar a tinta na tela e definir os meus traços no momento. Tem quadro que pinto em duas horas, tem quadro que demoro meses. Depende muito. Sempre fui muito irresponsável, então não tive o costume de catalogar meus trabalhos, mas vendi muito para turistas europeus e para as galerias locais - finaliza.
Outras informações telemacouga@yahoo.com.br ou
(38) 9971-3258
(38) 9971-3258
quinta-feira, 17 de junho de 2010
O NEGRO NO FUTEBOL
Por: Reportagem: Cláudia Alexandre, da Assessoria de Imprensa do Museu Afro-Brasil - 3/6/2010
S. Paulo - Em tempos de Copa do Mundo, o Museu Afro-Brasil celebra a presença negra no futebol brasileiro com a exposição "De Friendereich a Edson Arantes do Nascimento", que reune fotografias, esculturas, publicações e filmes. A exposição será aberta no dia 20 de junho. Leia mais
S. Paulo - Para destacar a presença dos jogadores negros na história do futebol brasileiro e homenagear aqueles que verdadeiramente fizeram deste esporte uma paixão nacional, o Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura - e a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo inauguram no dia 20 de junho, domingo, às 12 horas, a exposição “De Arthur Friedenreich a Edson Arantes do Nascimento. O negro no futebol brasileiro”.
A exposição contará com reproduções fotográficas, esculturas, objetos, peças promocionais, caricaturas, textos, publicações e filmes biográficos que incluem personalidades desde Arthur Friedenreich, futebolista negro que brilhou nas décadas de 20 e 30, passando pelos craques Domingos da Guia, Leônidas da Silva, Castilho, Didi, Djalma Santos, Jairzinho, Garrincha e o “rei” Pelé, entre outros .
A mostra é também uma homenagem ao futebol brasileiro, no ensejo da Copa do Mundo da África do Sul, historicamente a primeira realizada em território africano. A curadoria é de Emanoel Araujo, Diretor-Curador do Museu Afro Brasil.
Exposição
A exposição toma como base uma extensa documentação pesquisada em órgãos da imprensa brasileira a partir de 1920 até a Copa do Tri Campeonato Brasileiro em 1970, apresentando textos publicados sobre o assunto como “O negro no Futebol Brasileiro”, de Mário Filho; “Negro, Macumba e Futebol”, do antropólogo alemão Anatol Rosenfeld; as crônicas de futebol “Á Sombra das chuteiras imortais” e “A Pátria em Chuteiras”, de Nelson Rodrigues; “A história do Futebol em São Paulo”, de 1918; biografias dos atletas contemplados na exposição; caricaturas do artista Miécio Caffé, publicadas no jornal A Gazeta Esportiva; do caricaturista Lan; trechos de filmes de Carlos Niemeyer e do cinegrafista Primo Carbonari; filmes biográficos de Mané Garrincha e Pelé; além de poesias de vários poetas brasileiros e músicas relativas ao tema.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
SIMPÓSIO LIMIARESB DA UNIVERSIDADE
Para ampliar clique na imagem

CEAO - Centro de Estudos Afro-Orientais
De 15 a 16 de Junho de 2010 acontecerá o evento Limiares da Universidade que se propõe a discutir as ações afirmativas na educação e diversidade. A conferência de abertura será no dia 15 de junho, terça feira, das 9h às 10h na Reitoria da UFBA. Na programação constam cinco mesas redondas, com os seguintes temas: Ações Afirmativas e Diversidade Étnico-Racial na Educação Superior; Diversidade Religiosa e os Desafios da Convivência Universitária; Periferias Urbanas e Educação Superior: implicações da segregação urbana para o acesso e permanência nas universidades públicas; Gênero e Diversidade Sexual: um enfoque sobre convivência e relações de poder na universidade; Panorama das Ações Afirmativas no Brasil: aspectos históricos e legalidade no cenário atual; Inclusão de Pessoas com Deficiência e Educação: Abordagem sobre acess o e permanência na universidade. Maiores informações: www.limiaresdauniversidade.blogspot.com. |
terça-feira, 1 de junho de 2010
II CURSO DE CAPACITAÇÃO NO ATENDIMENTO ÀS COMUNIDADES QUILOMBOLAS
Retirado do site da Fundação Palmares.
(01/06/2010)
A Defensoria Pública da União (DPU), Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, promovem, a partir do dia 7 de junho, o II Curso de Capacitação no atendimento às comunidades quilombolas. Foram oferecidas 225 vagas para Defensores Públicos Federais e Estaduais e convidados do Superior Tribunal de Justiça, Conselho Nacional de Justiça, Conselho Nacional do Ministério Público e Conselho Federal da OAB, Advocacia-Geral da União, Lideranças Quilombolas e Servidores da União, que se inscreveram no curso.
O objetivo do curso é oferecer conhecimento para o trabalho dos Defensores Públicos e da comunidade jurídica no atendimento aos quilombolas. O programa vai abordar temas como "Racismo no Brasil", "Comunidades quilombolas e políticas públicas", "Marco legal, regularização fundiária e certificação", "Conflitos em territórios quilombolas" e "Experiências institucionais e de entidades da sociedade civil".
Serviço:
Data: 7 a 9 de junho
Horário: Abertura dia 7/6 às 17h
Local: Auditório do Superior Tribunal de Justiça (STJ), SAFS - Quadra 06 - Lote 01 - trecho III - Brasília/DF
Para ampliar clique na imagem
ABERTA ATÉ 15 DE JUNHO INSCRIÇÕES PARA SELEÇÃO DE ESTIAGIÁRIOS NA ONU
Retirado do site da Seppir.
Data: 28/05/2010
A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), abrem de 1º a 15 de junho de 2010, o 2º processo de seleção para 3 estudantes negros (pretos e pardos) cursando mestrado ou doutorado na área de Cuências Humanas ou Sociais, interessados em estagiar na Delegação Permanente do Brasil em Genebra, Suíça e acompanhar as atividades do Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU).
O estágio terá duração de três meses (ano de 2011), não será remunerado e está inserido no Programa de Formação Complementar e Pesquisa na Área de Direitos Humanos da Agência Brasileira de Cooperação, que oferecerá os recursos para passagem, hospedagem, alimentação e transporte dos candidatos selecionados. A análise dos currículos será realizada por Comissão Científica composta por representantes dos Ministérios proponentes e da Sociedade Civil.
Os pré-requisitos para as vagas são:
* Ter idade máxima de 35 anos;
* Ter concluído ou estar em vias de concluir pós-graduação ("stricto sensu") em área conexa aos temas abrangidos pelo programa de formação complementar e pesquisas humanas e sociais;
* Ter domínio comprovado da língua inglesa;
* Ter disponibilidade de dedicar-se em tempo integral.
Para candidatar-se ao programa, o estudante deverá enviar até dia 15 de junho o currículo pelo e-mail seppir.onuestagio@planalto.gov.br
Comunicação Social/ SEPPIR
Data: 28/05/2010
A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), abrem de 1º a 15 de junho de 2010, o 2º processo de seleção para 3 estudantes negros (pretos e pardos) cursando mestrado ou doutorado na área de Cuências Humanas ou Sociais, interessados em estagiar na Delegação Permanente do Brasil em Genebra, Suíça e acompanhar as atividades do Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU).
O estágio terá duração de três meses (ano de 2011), não será remunerado e está inserido no Programa de Formação Complementar e Pesquisa na Área de Direitos Humanos da Agência Brasileira de Cooperação, que oferecerá os recursos para passagem, hospedagem, alimentação e transporte dos candidatos selecionados. A análise dos currículos será realizada por Comissão Científica composta por representantes dos Ministérios proponentes e da Sociedade Civil.
Os pré-requisitos para as vagas são:
* Ter idade máxima de 35 anos;
* Ter concluído ou estar em vias de concluir pós-graduação ("stricto sensu") em área conexa aos temas abrangidos pelo programa de formação complementar e pesquisas humanas e sociais;
* Ter domínio comprovado da língua inglesa;
* Ter disponibilidade de dedicar-se em tempo integral.
Para candidatar-se ao programa, o estudante deverá enviar até dia 15 de junho o currículo pelo e-mail seppir.onuestagio@planalto.gov.br
Comunicação Social/ SEPPIR
Marcadores:
.MOVIMENTO NEGRO,
EVENTOS JUNHO,
INTERNACIONAL,
OPORTUNIDADE/CURSOS
sábado, 22 de maio de 2010
FÁBRICA DE IDÉIAS - PRIMEIRO SEMINÁRIO DO PROJETO DO MUSEU DIGITAL DA MEMÓRIA AFRO
Recebido por email.
Afro – Brasileira
10 e 11 de Junho 2010
Local: Centro de Estudos Afro Orientais / Auditório Milton Santos
Convidamos todos os interessados a participar do Primeiro Seminário do projeto de Museu Digital da Memória Afro-Brasileira que se realizará no CEAO nos dias 10 e 11 de Junho, com o apoio do Programa Pró-Cultura da Capes, que une o PPG em Estudos Étnicos e Africanos da UFBA (programa coordenador do projeto), o PPG em Antropologia da UFPE e o PPG em Ciências Sociais da UFMA. Participam deste seminário, entre outros, Sérgio Ferretti e Carlos Benedito (UFMA), Antônio Motta (UFPE), Myriam Santos (UERJ), e pesquisadores de outras institui ções de Pernambuco, Rio de Janeiro e Bahia.
Neste seminário visamos debater os desafios e as possibilidades proporcionados pelo processo de construção do Museu Digital da Memória Afro-Brasileira, um projeto de abrangência nacional que já dispõe de bases em São Luis , Recife, Salvador e Rio de Janeiro, e recebeu apoio de diferentes entidades (Finep, Prins Claus Foundation, Capes, Faperj, Fapesb e CNPq), e que conta com a colaboração de importantes arquivos no exterior (Smithsonian, Melville Herskovits Library, UNESCO).
Nosso Museu Digital está agora filiado a Rede da Memória Virtual da Fundação Biblioteca Nacional, e pretende se cadastrar na lista de museus digitais mantida pelo Instituto Brasileiro do Museu (IBRAM). Escolhemos a Biblioteca Nacional para ser nosso depositário digital (é lá que será guardada cópia de todos os documentos em formado de alta definição).
Pela manhã o encontro é reservado aos pesquisadores júnior e sênior que já integram as equipes do projeto. Duas sessões do seminário estão abertas ao público, nas tardes de quinta-feira e sexta-feira dias 10 e 11 de Junho.
Programação:
Quinta- feira dia 10 de junho:
9-12.30 hs: Sessão de trabalho sobre o sistema de Arquivação
14.30-18hs: Sessão Pública: Como funciona nosso Museu Digital
Apresentação do trabalho das equipes no Maranhão, Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro
Sexta-feira dia 11 de junho:
9-12.30 hs: Segunda sessão de trabalho dedicada ao termos de cessão e responsabilidade digital.
14.30-18h: Sessão Pública: Política e prática de um museu digital da Memória Afro-Brasileira.
18:00hs:
Coquetel de lançamento do Museu Digital da Memória Afro-Brasileira.
Os interessados em participar podem se inscrever por Email no fabrica@ufba.br
(colocando no título do e-mail: Seminário Museu Digital )
Afro – Brasileira
10 e 11 de Junho 2010
Local: Centro de Estudos Afro Orientais / Auditório Milton Santos
Convidamos todos os interessados a participar do Primeiro Seminário do projeto de Museu Digital da Memória Afro-Brasileira que se realizará no CEAO nos dias 10 e 11 de Junho, com o apoio do Programa Pró-Cultura da Capes, que une o PPG em Estudos Étnicos e Africanos da UFBA (programa coordenador do projeto), o PPG em Antropologia da UFPE e o PPG em Ciências Sociais da UFMA. Participam deste seminário, entre outros, Sérgio Ferretti e Carlos Benedito (UFMA), Antônio Motta (UFPE), Myriam Santos (UERJ), e pesquisadores de outras institui ções de Pernambuco, Rio de Janeiro e Bahia.
Neste seminário visamos debater os desafios e as possibilidades proporcionados pelo processo de construção do Museu Digital da Memória Afro-Brasileira, um projeto de abrangência nacional que já dispõe de bases em São Luis , Recife, Salvador e Rio de Janeiro, e recebeu apoio de diferentes entidades (Finep, Prins Claus Foundation, Capes, Faperj, Fapesb e CNPq), e que conta com a colaboração de importantes arquivos no exterior (Smithsonian, Melville Herskovits Library, UNESCO).
Nosso Museu Digital está agora filiado a Rede da Memória Virtual da Fundação Biblioteca Nacional, e pretende se cadastrar na lista de museus digitais mantida pelo Instituto Brasileiro do Museu (IBRAM). Escolhemos a Biblioteca Nacional para ser nosso depositário digital (é lá que será guardada cópia de todos os documentos em formado de alta definição).
Pela manhã o encontro é reservado aos pesquisadores júnior e sênior que já integram as equipes do projeto. Duas sessões do seminário estão abertas ao público, nas tardes de quinta-feira e sexta-feira dias 10 e 11 de Junho.
Programação:
Quinta- feira dia 10 de junho:
9-12.30 hs: Sessão de trabalho sobre o sistema de Arquivação
14.30-18hs: Sessão Pública: Como funciona nosso Museu Digital
Apresentação do trabalho das equipes no Maranhão, Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro
Sexta-feira dia 11 de junho:
9-12.30 hs: Segunda sessão de trabalho dedicada ao termos de cessão e responsabilidade digital.
14.30-18h: Sessão Pública: Política e prática de um museu digital da Memória Afro-Brasileira.
18:00hs:
Coquetel de lançamento do Museu Digital da Memória Afro-Brasileira.
Os interessados em participar podem se inscrever por Email no fabrica@ufba.br
(colocando no título do e-mail: Seminário Museu Digital )
quarta-feira, 19 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
EXPOSIÇÃO "O BRASIL AFRICANO" ABRE COM VISITAS MONITORADAS
Retirado do site África 21.
12/05/2010
História
A mostra quer ampliar, por meio da visibilidade espacial, as informações e a discussão sobre a territorialidade dos quilombos no Brasil.
Da Redação, com agências
Brasília - Mostrar com o auxílio de mapas temáticos, documentação fotográfica e textos oriundos de pesquisas as interpretações geográficas e historiográficas das estruturas existentes na formação do Brasil e da sua população, tomando como referência os aspectos da herança africana no território brasileiro, este é o objetivo da exposição "O Brasil Africano: Diáspora-Quilombos-Território-População", com pesquisa e organização do professor da Universidade de Brasília Rafael Sanzio.
A abertura da exposição está marcada para hoje (12), às 19 h, na Galeria Térrea do Museu Nacional do Conjunto Cultural da República e fica aberta a visitação até dia 13 de junho. Visitas monitoras para estudantes serão realizadas a partir de amanhã (13) e já podem ser agendadas pelos números (61) 3325-6410 / 3325-5220.
Inaugurada em outubro de 2009 no Museu da História Natural em Luanda, Angola, a exposição é composta de fotografias em preto e branco em grandes formatos, mapas cartográficos e do vídeodocumentário "O Brasil Africano I". Traz ainda documentação cartográfica antiga e fotografias do século XIX, que contribuem de maneira significativa, para o entendimento da dinâmica da diáspora África-Brasil e os territórios de resistência constituídos pelos Quilombos. A pesquisa foi realizada em várias comunidades e espaços africanos no Brasil, em arquivos públicos de instituições em países na Europa e África.
A mostra constitui uma das atividades fundamentais do Projeto "Geografia Afro-Brasileira: Educação & Planejamento do Território", desenvolvido no Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geográfica da UnB. Tem como principal objetivo mostrar as interpretações geográficas e historiográficas das estruturas existentes na formação do Brasil e da sua população, tomando como referência os aspectos da herança africana no território brasileiro.
Pesquisas revelaram a existência de mais de 3 mil registros de Comunidades Quilombolas, distribuídas por todas as grandes regiões geográficas do país. A concentração se processa, principalmente na Região Nordeste, nos estados do Maranhão e Bahia; na Região Norte, no estado do Pará; no Sudeste, nos estados de Minas Gerais e São Paulo e no Sul do Brasil, no Rio Grande do Sul.
Para o professor Rafael Sanzio, o objetivo da exposição é contribuir para a ampliação das informações, sobretudo para minorar o preconceito secular associado aos Quilombos e às Populações de Matriz Africana no Brasil. "Importante não perder de vista que o Brasil Contemporâneo é o que é, porque teve e tem no seu território, na sua sociedade e nas suas manifestações culturais e cotidianas, a referência da África, mantida e resistida pelas populações da diáspora", disse. Com informações da Casa da Cultura da América Latina da Universidade de Brasília.
Serviço:
Inauguração: 12/5, às 19h
Visitação: 13/5 a 13/6/10
Dias de visitação: terça-feira a domingo
Horário de visitação: das 9h às 18h30
Local: Salão Térreo do Museu Nacional da República
Endereço: STRVS - Brasília - DF
Agendamento de visitas monitoradas: (61) 3325-6410 / 3325-5220.
Informações: (61) 3307-2393.
12/05/2010
História
A mostra quer ampliar, por meio da visibilidade espacial, as informações e a discussão sobre a territorialidade dos quilombos no Brasil.
Da Redação, com agências
Brasília - Mostrar com o auxílio de mapas temáticos, documentação fotográfica e textos oriundos de pesquisas as interpretações geográficas e historiográficas das estruturas existentes na formação do Brasil e da sua população, tomando como referência os aspectos da herança africana no território brasileiro, este é o objetivo da exposição "O Brasil Africano: Diáspora-Quilombos-Território-População", com pesquisa e organização do professor da Universidade de Brasília Rafael Sanzio.
A abertura da exposição está marcada para hoje (12), às 19 h, na Galeria Térrea do Museu Nacional do Conjunto Cultural da República e fica aberta a visitação até dia 13 de junho. Visitas monitoras para estudantes serão realizadas a partir de amanhã (13) e já podem ser agendadas pelos números (61) 3325-6410 / 3325-5220.
Inaugurada em outubro de 2009 no Museu da História Natural em Luanda, Angola, a exposição é composta de fotografias em preto e branco em grandes formatos, mapas cartográficos e do vídeodocumentário "O Brasil Africano I". Traz ainda documentação cartográfica antiga e fotografias do século XIX, que contribuem de maneira significativa, para o entendimento da dinâmica da diáspora África-Brasil e os territórios de resistência constituídos pelos Quilombos. A pesquisa foi realizada em várias comunidades e espaços africanos no Brasil, em arquivos públicos de instituições em países na Europa e África.
A mostra constitui uma das atividades fundamentais do Projeto "Geografia Afro-Brasileira: Educação & Planejamento do Território", desenvolvido no Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geográfica da UnB. Tem como principal objetivo mostrar as interpretações geográficas e historiográficas das estruturas existentes na formação do Brasil e da sua população, tomando como referência os aspectos da herança africana no território brasileiro.
Pesquisas revelaram a existência de mais de 3 mil registros de Comunidades Quilombolas, distribuídas por todas as grandes regiões geográficas do país. A concentração se processa, principalmente na Região Nordeste, nos estados do Maranhão e Bahia; na Região Norte, no estado do Pará; no Sudeste, nos estados de Minas Gerais e São Paulo e no Sul do Brasil, no Rio Grande do Sul.
Para o professor Rafael Sanzio, o objetivo da exposição é contribuir para a ampliação das informações, sobretudo para minorar o preconceito secular associado aos Quilombos e às Populações de Matriz Africana no Brasil. "Importante não perder de vista que o Brasil Contemporâneo é o que é, porque teve e tem no seu território, na sua sociedade e nas suas manifestações culturais e cotidianas, a referência da África, mantida e resistida pelas populações da diáspora", disse. Com informações da Casa da Cultura da América Latina da Universidade de Brasília.
Serviço:
Inauguração: 12/5, às 19h
Visitação: 13/5 a 13/6/10
Dias de visitação: terça-feira a domingo
Horário de visitação: das 9h às 18h30
Local: Salão Térreo do Museu Nacional da República
Endereço: STRVS - Brasília - DF
Agendamento de visitas monitoradas: (61) 3325-6410 / 3325-5220.
Informações: (61) 3307-2393.
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