terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

REVISTAS INFO EXAME

Revista Info Exame de Janeiro e Fevereiro. Retirado do Blog downloadscopyleft.
Para baixar clique nas imagens abaixo.













Download pelo Rapidshare

Parte 1
parte 2

domingo, 17 de fevereiro de 2008

EXIBIÇÃO DO FILME FAMÍLIA ALCÂNTARA

Recebido por email. Para ir para a pagína do Estimativa clique aqui. Local: Sesc Madureira
Filme: Família Alcântara
Direção: Daniel Solá Santiago e Lilian Solá Santiago
Classificação Livre

Sinopse: O documentário que conta a história de uma família descendente de africanos escravizados em Minas Gerais trabalha com a integração e a resistência cultural, misturando realidade e ficção.
Com o coral, as peças de teatro e as guardas de congada - atividades artísticas e religiosas - a Família Alcântara preserva a sua história e a mantém por gerações, uma família formada por 78 pessoas.
O filme explora a cultura única criada pelos africanos escravizados no Brasil da etnia bantu - origem da maioria dos africanos trazidos para a América durante o período de escravidão, e seus descendentes demonstram como as questões históricas e sociológicas mais gerais influem na vida de cada um.
Segundo o diretor Daniel Solá, a proposta do filme é mostrar quem são essas pessoas e apresentar a sua história: "O filme Família Alcântara retrata o olhar de pessoas negras sobre a questão negra no Brasil", conta.
Sem mesmo estar na África eles recriam a história e demonstram como fragmentos de memória podem proporcionar conexões históricas e espirituais, tornando-se uma fonte de resistência cultural e de identidade.

Realização: Estimativa em parceira com Sesc Rio
Apoio:DSS Produções
Caras do Brasil Produções
Étnica Comunição e Produçã

JOVENS NEGROS PROCESSAM XEROX DO BRASIL

O texto abaixo foi recebido por email. Para quem lembra deste projeto sabe que estes jovens que estão processando a Xerox estão corretissímos. A xerox fez muita propaganda na época, além de ter repassado muito dinheiro iludindo esses garotos com promessas de responsabilidade social corporativa. Esperamos que tenham sucesso. Clique aqui para ter acesso a uma apresentação em slides do projeto com números do grupo de jovens do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Jovens negros entram com ação judicial contra Xerox do Brasil

Jovens negros entram com ação judicial contra Xerox do BrasilUm grupo formado por 16 jovens, que participaram do projeto de ações afirmativas Afro-Ascendentes, ingressaram com ação judicial contra a Xerox do Brasil, empresa responsável pelo projeto.
O Afro-Ascendentes, iniciado em meados de 2003, teve como principal objetivo a inserção e formação de vinte jovens afro-descendentes de baixa renda em universidades públicas e privadas de excelência da cidade de São Paulo. Com o projeto a empresa Xerox do Brasil tinha o intuito de fortalecer sua imagem de empresa cidadã junto ao mercado.
Amplamente divulgado pelos meios de comunicação à época, o projeto previa bolsa de estudos, atividades culturais, apoio psicológico, acompanhamento familiar e escolar individualizado, oficinas, curso de línguas; acesso à informática e internet na residência de cada participante, bem como facilitação de estágios profissionais para os jovens.
No entanto, o projeto não durou sequer 1 ano. Os 20 jovens que foram selecionados, após um intenso processo seletivo que contou com mais 400 inscritos, não receberam qualquer tipo de apoio após o ingresso nas universidades.
De fato, a empresa Xerox do Brasil decidiu de forma repentina encerrar o programa, não dando qualquer suporte aos jovens participantes. Apesar da desistência, a empresa continuou divulgando o projeto como um exemplo de responsabilidade social.
A maioria dos jovens participantes indignados com o descaso com que foram tratados e com as promessas não cumpridas, decidiram ingressar com uma ação judicial por danos contra a empresa, processo 2007.241399- 0, que tramita na 16ª Vara Cível do Fórum Central de São Paulo.
Os jovens alegam que o projeto foi conduzido de forma irresponsável e que a empresa Xerox do Brasil apenas usou os participantes como uma "jogada de marketing", visando construir sua reputação de empresa de responsabilidade social junto ao mercado, desprezando a dignidade humana dos envolvidos.
A decisão por entrar com uma ação judicial contra a empresa se deu na expectativa de evitar que outros órgãos tenham a mesma iniciativa, qual seja: utilizar a pobreza e a desigualdade social como uma forma de obter lucro (direta ou indiretamente) , sem qualquer responsabilidade com as expectativas de futuro que criam nas pessoas envolvidas, e fazer com que a Xerox do Brasil seja responsabilizada pelos seus atos, ressarcindo os danos causados.

Jovens ex-participantes do projeto Afro-Ascendentes
São Paulo, 27 de janeiro de 2008.

Alguns links sobre o projeto:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u13114.shtml
http://www.justica.sp.gov.br/Imprimir.asp?CodNoticia=264

ARTIGOS SOBRE CASAMENTOS E RELAÇÕES AMOROSAS INTERRACIAIS

Pensando na matéria anterior sobre casamentos e relacionamentos interraciais foi feito uma busca de links com estudos sobre este tema.

É claro que não poderiamos esquecer do livro "Mulher Negra, Homem Branco. Um breve estudo do feminino negro", da professora da UNESP Gislene Aparecida dos Santos. Este livro não está digitalizando (quem sabe um dia?), mas podemos sugerir dois textos dela abaixo e a capa do livro com link para a editora. Podem comprar que não vão se arrepender.

Textos sugeridos:

Brasil à maneira filosófica. Consciência negra versus políticas afirmativas

Medos e preconceitos no Paraíso

sábado, 16 de fevereiro de 2008

JUDEUS ETÍOPES PROTESTAM CONTRA A DISCRIMINAÇÃO RACIAL EM ISRAEL

Matéria interessante que mostra que mesmo quando existe um discurso de diáspora judaico forte que busca juntar todos os judeus espalhados pelo mundo certos iracionalismos como o racismo ainda impera nas cabeças de muitas pessoas. A "webmaster preferida" do aldeiagriot falou algo que resume acertadamente está matéria: "Até em Israel acabamos sendo discriminados enquanto pretos".

No wipédia tem muito poucas informações sobre os judeus etiópes, clique aqui para conferir. No blog do Rizolo têm a matéria abaixo e comentários interessantes, além da imagem ao lado.


Retirado do jornal Hora do Povo

Em matéria publicada no dia 6, o jornal israelense Haaretz denuncia a discriminação racial que atinge estudantes judias negras, vindas da Etiópia, em colégio primário na cidade de Petach Tikva, para onde foram enviados a maioria dos que emigraram do país africano para Israel.
O colégio, Escola Elementar Lamerchav, de orientação religiosa, aceitou receber quatro estudantes etíopes. Oitenta crianças em idade escolar não conseguiram matrícola para este ano letivo na mesma cidade.
As crianças que foram recebidas, estão tendo aulas em salas separadas, têm recreio em horário separado e a diretoria da escola alugou um carro para levá-las para casa, longe das demais que viajam em um ônibus escolar.
“Eles sempre souberam, e nós sempre acreditamos, que nós somos um único povo”, afirmou Shula Hula, que estuda na Universidade Hebraica, em Jerusalém. “Agora provaram que estão mentindo”.
As crianças etíopes estão também sendo manipuladas pelas diretorias das escolas. As ‘seculares’ dizem que não podem inscrevê-las porque ainda não foram convertidas ao judaísmo pelo rabinato (os etíopes que mantiveram tradições hebréias com uma liturgia diferente das demais correntes judaicas, são considerados “não inteiramente judeus” pelo stablishment rabí-nico de Israel). As religiosas, onde as crianças deveriam tomar aulas para se prepararem para a conversão, tampouco querem recebê-las, alegando que os pais das demais crianças (não negras) se afastariam das mesmas escolas que recebessem os etíopes.
“O Ministério da Educação abandonou os filhos de imigrantes da Etiópia. Todos os cidadãos merecem receber educação igual”, afirmou Abraham Nagosa, líder da comunidade dos etíopes em Petach Tikva.
O Banco de Israel liberou um informe onde se diz que os trabalhadores de origem etíope ganham, em média, metade dos salários da média dos trabalhadores do país. 52% das famílias dos etíopes são pobres. A maioria de seus integrantes em idade de trabalhar está desempregada. A comunidade etíope, que está em 1,4% da população, contribui com mais de 16% do total de israelenses abaixo da linha de pobreza.
O informe do Banco de Israel sugere uma forma original de enfrentar a discriminação: escolas que recebessem etíopes receberiam fundos extras!

O ex-presidente Mo-she Katsav – afastado por escândalos de corrupção e de assédio sexual – declarou, pouco antes de se afastar: “Israel talvez tenha errado em trazer os judeus da Etiópia para cá”.
Manifestação recente dos etíopes de Petach Tikva foi recebida por cargas de cavalaria da polícia.

ESTUDO DIZ QUE CASAMENTOS INTERRACIAIS AUMENTAM NO BRASIL

Matéria publicada no dia 14 de fevereiro de 2008.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PREOT ADOTA COTAS PARA ESCOLA PÚBLICA

Mais uma universidade adotando cotas, mas infelizmente não é para negros. Retirado do site G1. Segue abaixo também os comentários iniciais. Acho que deveríamos todos ir no site e colocarmos nossa opinião dafalta que as cotas raciais vai fazer na federal de Ouro Preto

14/02/2008 - 11h29 - Atualizado em 14/02/2008 - 11h39
Federal de Ouro Preto aprova cotas sociais no vestibular
30% das vagas ficarão reservadas para estudantes de escolas públicas.Medida já vale no vestibular do meio do ano.


A Universidade Federal Ouro Preto (
Ufop ) aprovou nesta quarta-feira (13) a adoção de cotas sociais no processo seletivo para ingresso de novos alunos. A reserva de vagas já valerá para o vestibular do meio do ano, com início das aulas no segundo semestre de 2008.

Pela decisão do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da instituição, ficam reservados 30% das vagas disponíveis em cada curso para candidatos aprovados que tenham estudado o ensino médio integralmente em escolas públicas. No vestibular do meio do ano, a Ufop disponibiliza 1.113 vagas em 29 graduações. Dos cursos, oito são novos e outros 17 tiveram aumento de vagas.

Em Minas, a universidade é a segunda instituição federal a adotar a reserva de vagas. Apenas a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) já havia implantado cotas sociais e raciais no estado.

Saiba mais

» 'Não há modelos piores e melhores', diz Ronaldo Mota sobre as cotas
» 13,8% das vagas das universidades federais são para cotas
» Justiça determina 50% de cotas nas federais de Minas

» escreva o seu comentário
Guilherme14/02/200817h25
A DECISÃO DA JUSTIÇA EM MINAS É QUE AS UNIVERSIDADES RESERVEM 50% DAS VAGAS PARA ESTUDANTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS. A DECISÃO DA UFOP É POSITIVA, MAS CUMPRIR A DECISÃO DA JUSTIÇA É MAIS CONSEQUENTE NO SENTIDO DE AVANÇAR NO RUMO DA INCLUSÃO SOCIAL.

Amanda14/02/200813h49
Acho que adotar esse tipo de cotas e totalmente coerente com a situação social brasileira.Pois a cota para negros e inegavelmente inaceitavel, negros e brancos são iguais , porém o ensino em escolas públicas é totalmente defasado perante as escolas particulares.

PROCESSO DE SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIO(A)S NO IBASE

Processo de Seleção Estagiário(a) Observatório da Cidadania: Direitos e Diversidades

*O Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE), uma entidade sem fins lucrativos, sem vinculação religiosa ou partidária, cuja missão é a construção da democracia, combatendo as desigualdades e estimulando a participação cidadã, está selecionando:
*Estagiário para atuar na linha* Observatório da Cidadania: Direitos e Diversidades.

*Descrição:* Estudante do 3º ao 5º período de Ciências Sociais, História ou áreas afins; Ter familiaridade com dados estatísticos e indicadores; Interesse em políticas públicas e Direitos Humanos; Bom conhecimento de inglês; Conhecimentos avançados de editor de texto, planilha eletrônica, apresentação gráfica e banco de dados, Internet.
*Contrato: *A organização oferece bolsa-auxílio variando entre R$ 540,00 a R$ 810,65 + seguro de vida obrigatório, para 04 e ou 06h diárias.
*Local de trabalho/: /*Rio de Janeiro.

Candidatos(as) afrodescendentes, pessoas com mais de 45 anos e pessoas com deficiência, estão especialmente convidados(as) a participar do processo de seleção.

Poderão participar do processo seletivo, prestadores( as) de serviços que estejam atuando no Ibase e em caso de empate entre os(as) candidatos(as) , estes terão prioridade na escolha do(a) candidato(a) para ocupar a vaga.
Os currículos deverão ser remetidos até o dia 29 de fevereiro de 2008, para o endereço eletrônico*: rh_ibase@ibase. br, aos cuidados da Sra. Maria de Fátima

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

ESCRAVISTAS TÊM APOIO PARA SAIR DE LISTA

Retirado do site da revista Rolling Stonnes.

Carlos Juliano Barros
Empregadores brasileiros que usam o trabalho escravo encontram apoio dentro do Congresso para saírem da chamada Lista Suja
Os trabalhadores chegam à fazenda no lombo de um caminhão, depois de horas de viagem. Tão logo avistam a área a desmatar, iniciam a primeira tarefa: construir o próprio alojamento. Só aí podem descansar seus corpos esgotados em redes, protegidos do sol e da chuva por uma lona preta esticada em pedaços de pau. O dia-a-dia é duro e requer energia. Mas a fome jamais se sacia somente pelo arroz e feijão ingeridos religiosamente no almoço e no jantar. A água para cozinhar, lavar o corpo e matar a sede provém da mesma fonte utilizada pelos animais que procuram aliviar o calor. Os maços de cigarro e os litros de aguardente comprados a preços superfaturados na venda vão corroendo o esperado salário do fim do mês. Também está devidamente registrado em um caderninho o custo do transporte, que parecia gentileza do patrão. No final das contas, invertem-se os papéis. É o empregado quem deve ao empregador. Então, só restam duas alternativas: labutar ou fugir.
No aniversário de 120 anos da canetada da Princesa Isabel, que acabou legalmente com a escravidão no Brasil, o número de pessoas que ainda hoje trabalham de maneira forçada em fazendas do interior do país não é nada desprezível.
Desde 1995, quando o governo federal reconheceu perante a Organização das Nações Unidas (ONU) a existência de escravos em seu território, mais de 27 mil pessoas já foram literalmente libertadas em operações dos chamados “grupos móveis” do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Composta por fiscais e procuradores do Trabalho, além de policiais federais que garantem a segurança da expedição, uma blitz como essa é feita de surpresa e pode durar vários dias. Geralmente é motivada pela denúncia de alguém que escapou de uma fazenda a um sindicato ou a um centro de defesa de direitos humanos, que alertam as autoridades em Brasília. No ano passado, os números oficiais bateram recordes: 5.877 resgatados. Estatística que não deixa dúvida quanto à atualidade do problema.
Os escravagistas modernos não são pequenos produtores sem dinheiro para bancar o gasto com seus funcionários, como se poderia pensar apressadamente. Ao contrário, investidores capitalizados e grupos empresariais de porte ainda teimam em recrutar trabalhadores desesperados, deixando de honrar seus direitos básicos. O objetivo é simples: elevar os lucros à enésima potência. Até representantes da linha de frente do poder público têm o dedo metido nessa ferida. É o caso do senador João Ribeiro (PR-TO) e do deputado federal Inocêncio Oliveira (PR-PE), para citar gente de peso na cena política nacional. Ambos estão envolvidos em processos na Justiça decorrentes de fiscalizações do grupo móvel que encontraram escravos em suas terras.
A identidade desses maus e às vezes ilustres patrões só vem à tona graças à temida “Lista Suja” do MTE. Regulamentada pela portaria 540/2004, ela consiste num cadastro de empregadores flagrados pela prática desse crime, e é atualizada em média a cada seis meses. Na sua edição mais recente, disponível no site do ministério, ela torna públicos os dados de 189 pessoas físicas e jurídicas que incidiram nessas irregularidades. Para se ter noção do poder de fogo desses empregadores, uma das dez maiores fabricantes de produtos lácteos do país, a Leitbom, está na última divulgação. Assim como o Grupo Soares Penido, que controla a viação Pássaro Marrom, entre outras empresas.
Uma vez citado na Lista Suja, o infrator permanece por pelo menos dois anos. Se todas as pendências forem resolvidas, durante esse período, seu nome pode enfim ser retirado. “Não se tem notícia de outro lugar do mundo em que haja um cadastro como esse. Ele é o principal instrumento de combate ao trabalho escravo no Brasil porque, a partir dele, é possível construir uma série de políticas para erradicar o problema”, afirma Andrea Bolzon, coordenadora da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

ESPETÁCULO SOBRE RAINHAS NEGRAS EM BRASÍLIA.

Retirado do AFROPRESS

Rainhas Negras
Por: Foto do Espetáculo - Assessora de Imprensa, Liana Gesteira. - 1/2/2008
Brasília - Espetáculo Rainha, do Grupo Margaridas, de Brasília, inspirado em poemas de artistas brasileiras e americanas, aborda o universo da mulher negra contemporânea, sua força, seu seu trabalho, seu passado e dignidade. Leia Mais.O grupo de dança Margaridas estréia em fevereiro seu mais novo trabalho, intitulado “Rainha”. O espetáculo aborda e reflete sobre a mulher negra em sua condição contemporânea. Sua força e fragilidade, sua condição sócio-cultural; seu trabalho; sua invisibilidade; sua beleza, sua dignidade e seu passado. Esta é a quarta montagem do grupo brasiliense Margaridas que convidou o artista Édi Oliveira para criação das coreografias deste trabalho, em conjunto com as interpretes Cleani Marques e Laura Virgínia.

Para se informar sobre dias e contatos para a peça clique aqui.

REPORTAGEM SOBRE FARÓS NEGROS NA NATIONAL GEOGRAFHIC

Faraós negros
Um capítulo esquecido da história fala de um tempo em que reis do interior da África conquistaram o Antigo Egito
No ano de 730 a.C., um homem chamado Piye chegou à conclusão de que a única maneira de salvar o Egito de si mesmo era invadi-lo. E muito sangue iria correr antes de chegar o momento da redenção.
"Preparem as melhores montarias de seus estábulos", ordenou ele a seus comandantes. A magnífica civilização que construíra as grandes pirâmides havia perdido o rumo, destroçada por medíocres chefes guerreiros.
Durante duas décadas, Piye estivera à frente do próprio reino na Núbia, um trecho da África situado quase todo no atual Sudão. Mas ele também se via como o verdadeiro Senhor do Egito, o legítimo herdeiro das tradições espirituais mantidas por faraós, como Ramsés II e Tutmés III. Como Piye provavelmente jamais colocara de fato os pés no Baixo Egito, houve quem não levasse a sério suas reivindicações. Agora, contudo, Piye iria testemunhar com os próprios olhos a submissão do Egito decadente.
Suas tropas seguiram para o norte, navegando pelo rio Nilo. E desembarcaram em Tebas, capital do Alto Egito. Convencido de que havia uma maneira apropriada de travar guerras santas, Piye ordenou aos soldados que, antes do combate, se purificassem com um banho no Nilo, vestissem panos de qualidade e aspergissem sobre o corpo a água do templo em Karnak, um local santo para Amon, o deus solar com cabeça de carneiro, considerado por Piye como a sua divindade pessoal. Assim consagrados, o comandante e suas tropas passaram a enfrentar todos os exércitos que cruzavam pelo caminho.
No fim de uma campanha de um ano, todos os chefes guerreiros do Egito haviam capitulado - incluindo Tefnakht, o líder do delta, que enviou uma mensagem a Piye: "Seja clemente! Não posso contemplar o teu semblante nos dias de vergonha nem me erguer diante de tua chama, pois temo a tua grandeza". Em troca da própria vida, os derrotados conclamaram Piye a adorar em seus templos, a ficar com suas jóias mais refulgentes e a apoderar-se de seus bons cavalos.
O conquistador não se fez de rogado. E então, diante de seus vassalos que tremiam de medo, o recém-sagrado Senhor das Duas Terras fez algo extraordinário: após embarcar seu exército e seu butim, içou velas rumo ao sul, navegou de volta para casa, na Núbia, e jamais voltou ao Egito.
Em 715 a.C., quando Piye morreu, encerrando um reinado de 35 anos, seus súditos atenderam a seu desejo e o enterraram em uma pirâmide de estilo egípcio, juntamente com quatro de seus amados cavalos. Piye foi o primeiro faraó a ser sepultado dessa maneira em mais de 500 anos. É uma pena, portanto, que nada do semblante literal desse grande núbio tenha sobrevivido. As imagens de Piye nos elaborados blocos de granito, conhecidos como estelas, e que registram sua conquista do Egito, há muito foram apagadas. Em um relevo no templo da capital núbia de Napata, restaram apenas as pernas de Piye. Só temos certeza de um único detalhe físico do faraó: a cor de sua pele, que era negra.
Piye foi o primeiro dos chamados "faraós negros" - uma série de soberanos núbios que reinaram sobre todo o Egito durante três quartos de século, constituindo a 25a dinastia. Graças a inscrições entalhadas em estelas tanto pelos núbios como por seus inimigos, podemos ter idéia da imensa área do continente controlada por esses governantes. Os faraós negros reunificaram um Egito fragmentado e marcaram sua paisagem com monumentos gloriosos, criando um império que se estendia desde a divisa meridional na atual Cartum, seguindo na direção norte, até o Mediterrâneo. Eram poderosos o bastante para enfrentar os sanguinolentos assírios, e talvez com isso tenham salvo a cidade de Jerusalém.
Clique aqui para ir para o site e ler a matéria na integra.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

PROJETO DE LEI REGULAMENTA ATUAÇÃO DE ONGS NO BRASIL

Retirado do site da Portal da Câmara.

Projeto - 11/02/2008 19h14
Gilberto Nascimento


Lira Maia: atuação de ONGs compromete gravemente a soberania nacional.


A Câmara analisa o Projeto de Lei 1880/07, do deputado Lira Maia (DEM-PA), que regulamenta o funcionamento das organizações não-governamentais (ONG) no Brasil e, entre outras determinações, obriga instituições estrangeiras a obter autorização prévia do Congresso Nacional para desenvolver atividades no País. Além disso, todas elas (nacionais ou não) serão obrigadas a prestar contas, anualmente, dos recursos recebidos por convênios ou subvenções - independentemente da prestação de contas aos respectivos doadores -, aos tribunais de contas e ao Ministério Público.
De acordo com Lira Maia, as ONGs estrangeiras vêm atuando no País, principalmente na Amazônia, "com grave comprometimento" da soberania nacional. "A pretexto de pesquisa ou de ativismo ambiental, elas patrocinam os mais diversos interesses de empresas estrangeiras em nosso território", acrescentou.
O projeto cria ainda o cadastro nacional de ONGs, administrado pelo Ministério da Justiça, no qual todas as ONGs serão obrigadas a inscrever-se para prestar uma série de informações, como suas fontes de recursos, linhas de ação, tipos de atividade que pretendam realizar no Brasil, modo de utilização de seus recursos e política de contratação de pessoal.
Todos os órgãos governamentais que detenham informações sobre as ONGs, inclusive de natureza fiscal ou financeira, deverão repassá-las ao cadastro.

Benefícios
A proposta restringe a concessão de benefícios governamentais - como subvenções, financiamentos ou transferências orçamentárias - apenas às ONGs que também sejam consideradas como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips).

Essa exigência é descartada se a ONG tiver pelo menos uma das seguintes qualificações:
- Título de utilidade pública (conforme o Decreto 50.517/61);
- Atestado de registro fornecido pelo Conselho Nacional de Assistência Social (Lei 8.742/93);
- Qualificação de organização social (Lei 9.637/98); e
- Condição de entidade de apoio (8.958/94).

Tramitação
A proposta, que tramita em regime de prioridade, está apensada ao PL 3877/04, do Senado, que tem teor idêntico. As matéria serão analisadas pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguirem para o Plenário.

Íntegra da proposta:- PL-1880/2007

Notícias anteriores:
Brasil poderá ter cadastro único de ONG com fim social
Comissão de Trabalho aprova regulamentação para ONGs
Proposta caracteriza ONG como entidade de direito privado
Brasil poderá ter cadastro de ONGs estrangeiras

JUIZ IMPÕE LIMITE DE RENDA PARA COTAS NO RIO GRANDE DO SUL

Retirado do site da Folha on line

9/02/2008 - 10h32
GILMAR PENTEADO

da Agência Folha, em Porto Alegre

Duas decisões inéditas da Justiça Federal gaúcha estabeleceram a renda mensal per capita da família do vestibulando como um novo critério para a concessão de cotas sociais (as destinadas a alunos da rede pública) na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).
As decisões, em caráter provisório, só valem para os cursos de química industrial, ciências econômicas e administração. A universidade diz que vai recorrer.
Pelas novas decisões, os alunos oriundos de escolas públicas dos três cursos só podem se beneficiar da cota social se a renda mensal per capita da família não ultrapassar um salário mínimo e meio.
A UFRGS destinou, a partir do vestibular de 2008, 30% das vagas para as cotas -metade para alunos de escolas públicas e metade para negros.
O sistema passou a ser alvo de ações judiciais. Em duas delas, impetradas por três estudantes que ficaram de fora da universidade por causa das cotas, o juiz federal Jurandi Borges Pinheiro determinou que só serão beneficiados estudantes de baixa renda.
"Só quero evitar que o aluno de escola privada seja prejudicado por um aluno de escola pública que esteja em melhor condição financeira", diz o juiz.
Um dos alunos que entrou com a ação, o estudante de química industrial Guilherme Kretzmann Belmonte, 18, sempre estudou em escola privada com bolsa de estudo. O pai é aposentado, e a mãe está desempregada.
Pelas liminares, a UFRGS terá de reorganizar a classificação dos candidatos nos três cursos, só permitindo o uso da cota social pelo aluno de escola pública cuja renda per capita não ultrapasse um salário mínimo e meio.

ENTREVISTA COM MARTINHO DA VILA NO JORNAL O GLOBO

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

VAGAS NO IDEC E NA CUFA

Estas vagas foram divulgadas no portal da Rits

Idec tem vaga para jornalista
29 de Janeiro de 2008
O Instituto de Defesa do Consumidor [Idec] busca contratar profissional de Jornalismo para atuar em seu portal web. É preciso ter número do registro funcional em carteira; boa escrita; experiência em edição de textos para Internet; manejo de recursos básicos para trabalho com páginas web (linguagem html básica, photoshop e dreamweaver básicos); iniciativa na proposição de pautas; e desejável leitura em inglês. As atividades a serem realizadas são: redação e edição de textos para o portal do Idec e atualização diária das notícias e imagens do portal. O trabalho será de segunda a sexta-feira, das 13h às 18h, na zona oeste de São Paulo, e a remuneração é de R$ 1.650,00. Currículos devem ser enviados para curriculo@idec.org.br, com "Jornalista Rits 2008" no assunto da mensagem.

Cufa oferece trabalho em comunidades do Rio
15 de Janeiro de 2008
A Central Única de Favelas [Cufa] seleciona profissionais e estudantes do Rio de Janeiro, que residam, preferencialmente, em locais próximos a Olaria, Ramos, Inhaúma e Penha, tenham disponibilidade para trabalhar de segunda a sexta-feira, experiência no terceiro setor e no trabalho em comunidades populares. Serão selecionados dois estudantes de Pedagogia, a partir do 5º período, para estágio de 24 horas semanais. A instituição oferece auxílio-transporte e alimentação. Há uma vaga para professor/a de informática com experiência no sistema operacional Linux. O salário é de R$ 630,00. A entidade busca também um/a assistente social, que receberá R$ 800,00. As atividades serão realizadas no Complexo do Alemão e as pessoas interessadas devem enviar currículo para waleska.pedra. rio@cufa. org.br.
A entidade também tem uma vaga em Pedagogia aberta para profissionais que morem perto da Cidade de Deus, tenham experiência no terceiro setor, vivência no trabalho em comunidade e disponibilidade para atuar de segunda-feira a sábado. Currículos para essa oportunidade devem ser enviados para andrea.cdd.rio@cufa.org.br.

ESTÁGIO PARA ESTUDANTES DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Recebido por email e repassando
OPORTUNIDADE

O Instituto Mídia Étnica, organização baiana que desenvolve projetos de Comunicação e Tecnologia, abriu processo de seleção para prestador de serviços em um projeto inovador na área de Internet.
O perfil desejado para vaga é:
Estudante de Comunicação Social, negro (a), preferencialmente das habilitações: jornalismo ou relações públicas; cursando a partir do 4º semestre e com disponibilidade para viagens pelo estado. É preciso ainda ter dinamismo; interesse na área social; comprometimento profissional e conhecimentos em informática. O serviço, remunerado, será de 30 horas semanais.
O processo de seleção acontecerá no próximo dia 15/02, às 14h, no terceiro andar da Biblioteca Pública do Estado da Bahia, na Sala Luiz Orlando. Os candidatos devem enviar seus currículos, até o dia 14/02, para o e-mail: midiaetnica@ yahoo.com. br


Informações - Luciane Reis 9959-2350 -8782-7739 / Paulo Rogério Nunes 8179-1801

13,8% DAS VAGAS DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS SÃO PARA COTAS

Retirado do site do G1. Já adiantando que o matéria ficou muito tendenciosa expondo os "equivocos e falhas" dos programs destinado aos candidatos negros.


O G1 fez um levantamento das instituições federais com reserva de vagas.Vagas são destinadas a candidatos socialmente carentes, afrodescendentes ou indígenas.
Fernanda Bassette Do G1, em São Paulo


De um total de 128.368 vagas oferecidas nos últimos processos seletivos de 55 instituições federais de ensino superior, 17.708 são destinadas às cotas, o que representa 13,8% do total das vagas.

Essa taxa de reserva de vagas para candidatos socialmente carentes, afrodescendentes ou indígenas no ensino superior federal é inferior aos objetivos do Ministério da Educação (MEC), que defende que as universidades públicas reservem 50% das suas vagas para alunos nessas condições.

Ao todo, o Brasil possui 56 universidades federais (uma delas ainda está em implementação, por isso foi desconsiderada no cálculo do total de vagas) e menos da metade (20 universidades) oferece algum tipo de reserva de vagas. Algumas oferecem isenções nas taxas de inscrição como ação afirmativa, outras estão estudando qual a melhor forma de implantar um programa de cotas e algumas não reservam vagas e também não planejam reservar. Veja no infográfico como funcionam a reserva de vagas nas instituições que a oferecem:
O projeto de lei da Reforma Universitária está em discussão no Congresso e prevê a reserva 50% das vagas nas universidades públicas. Segundo o secretário do Ensino Superior, Ronaldo Mota, a distribuição das vagas ficaria a critério de cada instituição, por causa da autonomia universitária.

Critérios provocam polêmicas
Com base na autonomia universitária, cada instituição aplica o modelo de reservas de vagas aprovado em discussões com seus conselhos universitários. Os modelos variam e alguns chegam a causar polêmica: no critério de raça, por exemplo, a Universidade Federal do Paraná (UFPR), reserva 20% das vagas para "estudantes de cor preta ou parda que possuam fenótipos que os caracterizam como pertencentes ao grupo racial negro". Depois de aprovados no vestibular, uma banca de avaliadores examina o candidato para ver se ele se enquadra no que é exigido.

No ano passado, Ana Gabriela Clemente da Silva, filha de pai negro e mãe branca, passou no vestibular para medicina pelo sistema de cotas da UFPR mas teve de recorrer à Justiça para conseguir se matricular, pois a
banca examinadora entendeu que ela não tinha os fenótipos dos negros. A Justiça determinou que a universidade a matriculasse e a universidade recorreu da decisão.

Gêmeo barrado
O estudante Alex Teixeira, de Brasília, passou pela mesma situação no vestibular do ano passado ao se inscrever na Universidade de Brasília (UnB) pelo sistema de cotas.
Ele teve a inscrição no sistema rejeitada pela universidade, enquanto o irmão gêmeo idêntico, Alan, foi aceito. Só depois de entrar com recurso é que Alex teve a sua inscrição homologada.

Antes de aceitar a inscrição do candidato para o sistema de cotas, uma banca de examinadores avaliava fotos dos vestibulandos. Por causa dessa confusão, a universidade mudou o sistema de avaliação e agora a seleção dos cotistas é feita por meio de entrevistas pessoais e não mais por fotografias.

Brancos contra cotas
Vestibulandos brancos contrários aos sistema de cotas também entraram em disputas judiciais para tentar garantir o direito de concorrer à totalidade das vagas, independente da reserva estipulada em edital. Em Santa Catarina, por exemplo, pelo menos 55 mandados de segurnça questionaram o sistema de reserva de vagas na Universidade Federal do estado (UFSC). Até o Ministério Público Federal entrou com ação contra as cotas, que chegaram a ser suspensas em decisão de primeira instância, mas voltaram a valer por decisão do Tribunal Regional Federal (TRF4).

Vários estudantes do Rio Grande do Sul também estão na Justiça contra o sistema de cotas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

O levantamento
A reportagem do G1 solicitou ao MEC o levantamento das universidades federais que possuem reserva de vagas, mas o órgão não tem números exatos sobre a distribuição de cotas no país. A tabela fornecida possuía dados incorretos e a assessoria de imprensa da Secretaria da Educação Superior (Sesu) informou que os números eram estimados e não representavam a realidade.

O G1 entrou em contato com todas as instituições federais para levantar o número de vagas ofertadas no vestibular e quantas eram reservadas. As informações foram passadas pelas coordenações dos vestibulares ou pelas assessorias de imprensa das instituições.
(Colaborou Iris Russo e Simone Harnik)


Saiba mais
» 'Não há modelos piores e melhores', diz Ronaldo Mota
» UFMA cria polêmica ao dividir irmãs no sistema de cotas
» Cotas voltam a valer na UFSC
» Justiça nega recurso contra cotas na federal do RS
» Estudante obtém na Justiça decisão contra cotas na UFPR

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

ESCLARECIMENTO SOBRE O NOVO DESTAQUE DA SEMANA

Talvez seja melhor mudar o título "Destaque da semana" para simplesmente "Destaque" já que desde que ele foi criado nunca foi semanal. A idéia é boa, mas é um pouco difícil conciliar diversas atividades pessoais e a manutenção do blog.
Outro problema é que, apesar de recentemente o blog ter dobrado o número de visitantes (de 25 para 50 por dia), somente duas pessoas baixaram o CD sobre o seminário "A defesa legal das ações afirmativas".
Talvez investir mais na divulgação e esclarecimento da importância de certos documentos poderia ajudar.

O Destaque atual é um CD de Poemas intitulado "Quilombo de Palavras". A interpretação e o fundo sonoro é de arrepiar. Não espere algo relaxante, mas sim vozes firmes declamando sobre diversas questões que a negritude enfrentou (e tem enfrentado) ao longo da história brasileira. É de arrepiar...
A produção do CD é dos militantes poetas Cuti e Carlso Assunção.
Agradecimento ao camarada Faraó por termo emprestado esta obra-prima.

A postagem do destaque anterior vai abaixo para guardarmos no nosso arquivo

Photobucket
CD com artigos do workshop Defesa legal das Ações Afirmativas

CEARÁ INVENTA O BODEFONE

É verdade mesmo. projeto dá prefeitura implanta Voip em telefones públicos e dá o inusitado apelido de bodefone. É engraçado e seríssimo. :)
Para ampliar clique na imagem e para salvar no computador clique no botão direito do mouse e selecione "Salvar imagem como..."

UFMA ESCLARECE SISTEMA DE COTAS PARA NEGROS

Retirado do site da UFMA

Presidente de Comissão diz que a ancestralidade não foi usada como critério de cotas no Vestibular
Dos 3.041 candidatos ao Vestibular da UFMA aptos para a entrevista pelo sistema de cotas para negros, 1.054 faltaram e 343 não obtiveram a validação, sendo remanejados para a disputa de vagas no sistema universal.
Os critérios adotados pela Comissão de Validação de Opção não tiveram caráter de rastrear identidades ou ancestralidades, mas assegurar a aplicação de critérios da justiça social a pessoas historicamente excluídas por critérios étnicos-raciais. Segundo o presidente da Comissão de Validação de Opção Carlos Benedito da Silva, o objetivo das entrevistas foi evitar certos oportunismos e assegurar a legitimidade das cotas dentro da Universidade. “A comissão privilegiou não só as características fenotípicas dos candidatos mas os motivos que os levaram a tal opção”, explica.
A comissão é formada por 29 membros de entidades sociais, entre eles representantes do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, do Movimento Negro Unificados (MNU), do Programa de conexão dos Saberes, professores e alunos da UFMA e do Conselho Municipal da Comunidade Afrodescentes de São Luís (COMAFRO).
Segundo o presidente da Comissão “os candidatos que se apresentaram como negros a partir das descendências de avós paternos ou maternos, ou ainda filhos de casamentos mistos, cujas características fenótipas não se enquadraram nos requisitos de “passíveis de discriminação , tiveram suas opção invalidadas na modalidade de Cotas para negros, sendo remanejadas para o Sistemas Universal”.

Lugar: UFMA
Fonte: ASCOM/JosieData da Notícia: 11/02/2008

UFMA CRIA POLÊMICA AO DIVIDIR IRMÃS NO SISTEMA DE COTAS

Retirado do site do yahooonotícias

Ana Paula e Ana Caroline Ribeiro Fonseca foram aprovadas na primeira etapa do vestibular da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Ana Paula, de 19 anos, para o curso de direito noturno, dentro do universo de cotas para negros. Ana Caroline, de 17, para o Curso de Comunicação Social, mas na categoria universal, já que seu pedido para ingressar nas cotas foi recusado. A situação não despertaria maior interesse se não fosse por um detalhe: Ana Paula e Ana Caroline são irmãs.

Durante o processo de seleção das cotas no Maranhão, foram negadas 343 solicitações de negros. Caroline, que tenta o primeiro vestibular, se disse indignada. "Sempre achei que o sistema de cotas era válido, mas que os critérios eram questionáveis", disse. Ana Paula, por sua vez, acha que "foi um erro". A mãe das jovens disse que irá entrar com uma ação contra a universidade por danos morais e também recorrer ao Ministério Público (MP) para garantir às duas filhas o direito às cotas.

O presidente da Comissão de Validação das Cotas para Negros, professor Carlos Benedito Rodrigues da Silva, afirmou que pode ter havido erro na hora de transcrever o resultado da entrevista dos pretendentes a entrar no sistema de cotas. Ontem, pouco mais de sete mil candidatos fizeram as provas da segunda etapa do vestibular da UFMA. Desses, 1,2 mil estava nas cotas para afrodescendentes.

EXPOSIÇÃO DE ARTISTA DO SÉCULO XIX NO RIO DE JANEIRO

Rugendas - um olhar inaugural
Para ir para o site clique aqui.
A mostra, oferecida pelo Supremo Tribunal Federal no âmbito das comemorações do bicentenário do judiciário independente no país, inclui 50 litografias do álbum Viagem pitoresca através do Brasil. “O artista-viajante, de origem austríaca, nos legou algumas das mais belas e fiéis imagens do começo do século XIX. Entre as décadas de 1820 e 1840, Johann Moritz Rugendas, com grande talento e ousadia, documentou, através de sua arte, a natureza e os povos que formariam a história deste novo país de nome Brasil” – afirma a Ministra Ellen Gracie Northfleet.
De 12/02 a 28/03galerias do 2º andar

domingo, 10 de fevereiro de 2008

PETROBRÁS TERÁ QUE ENCAMINHAR LISTA DE EMPREGADOS NEGROS

Retirado do site do MPT (Ministério Público do Trabalho)
10/04/2007 11:47
Petrobras terá de encaminhar ao MPT relação de empregados afro-descendentes

A Procuradoria Regional do Trabalho da 19ª Região (PRT-19/AL) deu prazo de 20 dias para que a Petrobras apresente a relação dos empregados afro-descendentes em Alagoas, bem como os ocupantes de chefia e direção e o quantitativo dos cargos no Estado. A decisão foi tomada em audiência, realizada segunda-feira (9/4), em Maceió, para dar andamento às investigações sobre denúncia de discriminação racial na Petrobras Holding Brasil e a Shell do Brasil.
A Petrobras também terá de comprovar se existe algum projeto de ação afirmativa em favor dos afro-descendentes, de forma a cumprir o Decreto 4.228/2002, que institui, no âmbito da Administração Pública Federal, o Programa Nacional de Ações Afirmativas. Quanto à Shell, que não compareceu à audiência, a PRT encaminhará notificação expedida ao presidente da empresa, requerendo a mesma documentação.
Mesmo após o pedido feito pela Petrobras para que o processo seja remetido de volta ao Rio de Janeiro, onde estão as matrizes das empresas investigadas, a procuradora-chefe da PRT-19/AL, Virgínia Ferreira, disse que dará andamento à denúncia em Alagoas. "Entendemos que é necessário dar andamento às investigações no âmbito local, pois precisamos de elementos para verificar a existência ou não de discriminação racial nas respectivas empresas. Com as informações, poderemos traçar o perfil do negro alagoano no mercado de trabalho, inicialmente com relação às duas empresas investigadas", afirmou, acrescentando que encaminhará ofício à subprocuradora Geral da República, Ela Wiecko de Castilho, solicitando estudos sobre descumprimento do Decreto 4.228/2002.
54 representaçõesDe acordo com o presidente do Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (IARA), Humberto Adami - autor da denúncia junto com o Sindicato Unificado dos Trabalhadores Petroleiros, Petroquímicos, Químicos e Plásticos dos Estados de Alagoas e Sergipe (Sindipetro AL/SE) -, o evento na PRT é a primeira audiência, em todo o Brasil, proveniente da atuação do IARA. Adami disse que foram entregues 54 representações em todo País, das quais 27, ao Ministério Público do Trabalho e 27, ao Ministério Público Federal.
Caso sejam constatadas as irregularidades denunciadas, o Sindipetro e o IARA solicitam que a PRT ajuize ação civil pública, "responsabilizando as companhias e seus agentes por improbidade administrativa, visando à reparação por intermédio de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC)".
O representante da Petrobras, Edson Pedrosa de Oliveira Cavalcante, disse não ter conhecimento sobre a existência de nenhuma ação, nem estadual nem nacional, de inclusão social de negros em seus quadros e nem promoção interna. Ele defende não ser possível fazer o diagnóstico sobre o número de afro-descentes em seus quadros.
Mas o presidente do IARA, Humberto Adami, questiona a declaração do advogado, uma vez que o balanço social, divulgado pela Petrobras, consta que 4% de seus quadros são apontados como afro-descendentes. "Se a empresa alega que não tem como precisar quantos de seus empregados são afro-descendentes e se consta tal percentual em seu balanço social, que inclusive é consultado pelos investidores, o mesmo pode ser falso".
O representante do Sindpetro, José Eduardo Ramos, sugeriu que para a próxima audiência, marcada para o dia 31 de maio, às 9h15, sejam convocados o sindicato profissional dos distribuidores de combustíveis, a BR Distribuidora e a Transpetro. Ramos salienta que a discriminação também pode ocorrer nas terceirizadas das empresas investigadas.
Também participaram da audiência o representante da Secretaria de Promoção de Igualdade Racial da Presidência da República, Luiz Fernando Martins; representantes do Diretório Acadêmico do curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Alagoas; do Centro de Cultura e Cidadania Malungos do Ilê; do Ponto de Cultura Afro Quilombo Cultural; Marcelo Nascimento, do Grupo Gay de Alagoas; Sirlene Gomes da Silva, do Fórum de Entidades Negras de Alagoas, entre outras entidades.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Procuradoria Regional do Trabalho da 19ª Região (PRT-19/Alagoas)

BAIXE O DESENHO KIRIKOU I DE GRAÇA

Finalmente está postagem está pronta. Com imenso prazer que o aldeiagriot disponibiliza o desenho Kirikou para todos.

O filme foi dividido em várias partes e armazenado em dois HDs virtuais, ou seja, você escolhe qual é o melhor HD virtual. Mas, lembre-se ao começar a baixar pelo easy ou pelo mediafire vá até o último número na mesma pasta do seu computador.

Boa qualidade
KIRIKOU - I (01 DE 07) easy-share (68 MB)/ mediafire (50 MB)
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Baixa qualidade
KIRIKOU - I (01 DE 04) easy-share (52 MB)/ mediafire (50MB)
KIRIKOU - I (02 DE 04)
easy-share (52 MB)/ mediafire (50MB)
KIRIKOU - I (03 DE 04)
easy-share (52 MB)/ mediafire (50MB)
KIRIKOU - I (04 DE 04)
easy-share (50 MB)/ mediafire (48,3 MB)

Para Juntar os arquivos use o programa HJ-split. Para instalar o programa
clique aqui e para saber como usá-lo clique aqui.

Colocamos também este desenho maravilhoso no youtube. Ajude a divulgar em outros blogs, no orkut, myspace, etc. pegando os links no canal do youtube do Aldeiagriot


KIRIKOU NO YOUTUBE (01 DE 07)




KIRIKOU NO YOUTUBE (02 DE 07)




Postagens antigas no aldeiagriot:
O SITE DO KIRIKOU II É MUITO BOM!!!!!
KIRIKOU NOS CINEMAS DO RIO DE JANEIRO E BAHIA
ESTREIOU NO BRASIL O FILME KIRIKOU - OS ANIMAIS SELVAGENS

KIRIKOU NOS CINEMAS

sábado, 9 de fevereiro de 2008

I FÓRUM DE CONSCIÊNCIA NEGRA NA EDUCAÇÃO EM ALAGOAS

Quando: de 28/02/2008 à 01/03/2008

A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte, do estado de Alagoas, com participação do Ministério de Educação, através da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, no uso de suas atribuições legais, torna pública a realização no Município de Maceió, no período de 28 e 29 de fevereiro e 01 de março de 2008, do I FÓRUM NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA NA EDUCAÇÃO: ‘IKÁ KÔ DOGBÁ”: OS DEDOS NÃO SÃO IGUAIS, nos termos da Lei Federal 10.639/03 de 09/01/2003, que dimensiona o ensino de História da África e Cultura Afro-brasileira no currículo escolar, tornando-o obrigatório na educação básica; do Parecer CNE/CP003 (BRASIL, 2004), ampliando as discussões sobre a identidade da cultura afro-brasileira, como também o combate à discriminação racial no espaço escolar em seus diferentes níveis de ensino e considerando a sanção da legislação estadual nº 6.814, em 02 de julho de 2007, que cria a obrigatoriedade do ensino da África e dos afro-descendentes brasileiros e alagoanos no currículo das escolas alagoanas, sendo suas condições complementares definidas pelo Edital-regulamento.


PARA LER O EDITAL COMPLETO CLIQUE AQUI.

BRASIL TERÁ MAPA DIGITAL DE INDICADORES

Ferramenta desenvolvida pelo Ministério das Cidades terá imagens de satélite e cerca de 790 dados sobre os 5.564 municípios brasileiros
Saiba mais sobre o apoio do PNUD à elaboração e à implantação do
SNIC (Sistema Nacional de Informações das Cidades)
RAFAEL SAMPAIOda PrimaPagina
O governo federal deve lançar, em 40 dias, um mapa digital com imagens de satélite e cerca de 790 indicadores para os 5.564 municípios brasileiros. A ferramenta, que poderá ser acessada pela internet, está em fase final de testes no Ministério das Cidades. Com características semelhantes ao
Google Maps, ao Atlas do Desenvolvimento Humano e à Wikipedia, o software será chamado de GeoSNIC e aberto a todos os internautas, apesar de ter como função primordial auxiliar gestores municipais no planejamento urbano.
Construído com software livre, o GeoSNIC parte da idéia de que sua base de dados pode ser permanentemente ampliada com a colaboração de prefeituras, governos estaduais e ministérios. “Como se fosse uma Wikipedia, mas alimentada pelo poder público e gerenciada pelo Ministério das Cidades”, diz Fausto Alvim, analista de programa da unidade de Políticas Sociais do PNUD.
O analista prevê que jornalistas e pesquisadores entrem no site com freqüência. “Os usuários farão o controle social dos dados e apontarão problemas a serem corrigidos, além de pressionar órgãos públicos para divulgar mais informações”, espera. Como é feito com código aberto, o GeoSNIC pode ser aperfeiçoado e modificado, mesmo estando on-line.
Na versão atual, o mapa digital tem imagens via satélite de 40 mil obras federais, a maioria do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento). Há, ainda, indicadores socioeconômicos, demográficos e de desenvolvimento humano, além de estatísticas das finanças municipais, como arrecadação de impostos, gastos e obras do poder público. O software traz também dados eleitorais e da gestão dos municípios (por exemplo, sobre a execução dos planos diretores).
Para o gerente técnico do projeto, Enos Josué Rose, se houver “colaboração dos ministérios e dos governos em prover informações”, a ferramenta pode incluir a localização de reservas ambientais, terras indígenas, hospitais, escolas, universidades, presídios e malhas rodoviárias estaduais.
O GeoSNIC — em parte inspirado no Atlas do Desenvolvimento Humano, “que tem um estilo funcional”, assinala Alvim — faz parte de um projeto maior, chamado
SNIC (Sistema Nacional de Informações das Cidades), que inclui um software para a edição de imagens de satélites — o Terraview, do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Ele será fornecido para as prefeituras, que poderão mapear o território municipal, marcando os locais onde estão os prédios públicos, os terrenos e as ruas nas imagens feitas com satélite.
Os municípios poderão publicar, no GeoSNIC, imagens, textos e mapas, através de um sistema de senhas que será moderado pelo Ministério das Cidades. “Haverá cursos para que os técnicos das prefeituras aprendam a usar o SNIC”, diz Enos Rose. Até agora, 17 universidades foram contratadas pelo ministério para dar o treinamento, que começa em março. Devem ser formados cerca de 1.150 servidores de 560 municípios, segundo o gerente técnico.
“Manteremos o controle do que entra no GeoSNIC para evitar propaganda eleitoral e promoção pessoal de parlamentares e prefeitos”, afirma ele. O SNIC evoluiu a partir do SNIU (Sistema Nacional de Informações Urbanas), um grande banco de indicadores que também recebeu apoio do PNUD para ser desenvolvido.

CONCURSO INTERNACIONAL DE REDAÇÃO 2008 DARÁ PRÊMIO DE ATÉ US$5 MIL

A cidade que sonhamos - a voz dos jovens
Em 2007, pela primeira vez na história da humanidade a população mundial concentrada nos centros urbanos ultrapassou a faixa dos 50%. A cidade é normalmente associada a melhores oportunidades, acesso a emprego, educação, saúde e outros serviços. Cidades são vistas como motores do desenvolvimento econômico e centros de inovação e investimentos. Ao mesmo tempo muitas cidades são caracterizadas por seus bolsões de pobreza, com grande parte de seus moradores vivendo em favelas, sem acesso a serviços básicos essenciais e excluídos socialmente. A cada dia mais e mais pessoas nos países em desenvolvimento, particularmente na África e na Ásia, migram do campo para a cidade. Cresce o número de mega-cidades no mundo e surge uma necessidade latente de soluções para enfrentar o problema da pobreza urbana, degradação ambiental e carência de serviços básicos (habitação, água, saneamento, energia, estradas, entre outros).

Para ouvir a voz dos jovens, o Banco Mundial, a Aliança de Cidades e o Governo da Noruega lançam o concurso internacional a respeito da questão urbana no mundo.

Ø O concurso é aberto a jovens de 18 a 25 anos
Ø A participação é individual
Ø Os jovens participantes devem apresentar um texto de até 10 páginas (quatro mil palavras) junto com o resumo executivo de no máximo uma página (400 palavras), em Português, Inglês, Espanhol, Francês ou Árabe.
Ø O texto deve responder a três perguntas:

1) Pense na cidade onde você mora. Quais são as maiores oportunidades e desafios para as pessoas que moram aí? 2) O que precisaria ser feito para transformar a sua cidade no lugar de seus sonhos?
3) Qual seria o seu papel, trabalhando junto com seus colegas, para construir a cidade de seus sonhos? (Tente ressaltar um ou dois aspectos que você tenha mencionado ao responder a pergunta 2)

É permitido enfocar iniciativas concretas das quais você tenha participado. Nesse caso, ao responder as três perguntas acima mencionadas, você pode especificar com quem o trabalho foi desenvolvido, os resultados alcançados, o caráter inovador da experiência e como você mediu o resultado do esforço. Além disso, olhando para o futuro: como você poderia expandir ou melhorar o impacto de seu trabalho? Como outros jovens podem replicar esta experiência?

Se você não tiver uma experiência concreta, escreva como trabalharia com seus colegas para construir a cidade de seus sonhos.
Ø Critérios de seleção: qualidade das propostas, estrutura do texto, coerência dos argumentos, originalidade, criatividade, estilo, uso dos recursos e as evidências apresentadas que sustentam os argumentos.
Ø Data limite para apresentar o texto: 23 de março de 2008
Ø Os participantes devem acessar a página http://www.essaycompetition.org/ para inscrever o seu texto on-line.
Ø Anúncio dos finalistas: 30 de abril de 2008.
Ø Todos os finalistas (até nove no total) terão passagem e hospedagem pagas para apresentar o seu texto na Conferência Anual sobre Economia para o Desenvolvimento (ABCDE) a ser realizada pelo Banco Mundial na Cidade do Cabo, África do Sul, de 8 a 10 de junho de 2008. Durante a Conferência será escolhido o ganhador.
Ø Prêmios: US$ 5.000, (cinco mil dólares) para o primeiro colocado e US$ 1.000 (um mil dólares) para outros que se destacarem.

Mais informações sobre o concurso, os parceiros envolvidos e a composição do júri: http://www.essaycompetition.org
Para mais informações no Brasil: rbertolassi@citiesalliance.org

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

CURSO PARA USAR OFFICE 2007 E POWER POINT XP

Retirado do Blog DownloadsCopylet
Descrição: Video Aula completa sobre Office 2007. Aprenda todos os macetes dos programas do Pacote Office de uma maneira simples e direta.
Tamanho: 83mb


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Links alternativo 01 e 02 Para Juntar os dois arquivos use o programa HJ-split. Para instalar o programa clique aqui e para saber como usá-lo clique aqui.

Descrição: Aprenda o que significa cada Menu, função e várias dicas do programa pra apresentações mais usado do Mundo, e deixe seus trabalhos e apresentações com cara de trabalhos profissionais. Bem explicado e totalmente ilustrado.
*Páginas: 20*Idioma: Potuguês *Formato: PDF*Hospedagem: Rapidshare/Easy-Share
*Tamanho: 1,1 Mb

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